12 de set. de 2011
NOVO PROJETO ATIVE VIDA.
Em breve estaremos lançando o nosso novo projeto que estará levando vários serviços, especialidades e informações para o ambiente corporativo.
ATIVE VIDA - MUDANDO HÁBITOS DE VIDA!
ATIVE VIDA - MUDANDO HÁBITOS DE VIDA!
30 de ago. de 2011
REGISTRO DA MARCA ATIVE VIDA.
Estamos muito felizes!
ATIVE VIDA - MUDANDO HÁBITOS DE VIDA!
O Registro e domínio da Marca Ative Vida nos foi concedido pelo INPI.
Agradecemos a Vilage Marcas e Patentes pelo apoio.
O inicio de uma nova etapa se concretizando e a certeza do excelente momento que estamos vivendo.
Segurança para nossos profissionais, clientes e fornecedores.
Parabéns a todos da Família Ative Vida.
29 de ago. de 2011
18 de ago. de 2011
16 de ago. de 2011
“Teste do Olhinho” ainda é ignorado pela maioria das mamães brasileiras
Exames médicos indispensáveis para o bom desenvolvimento da criança já podem ser realizados nos recém-nascidos ainda no centro obstétrico, nas primeiras horas de vida. Entre eles está o “Teste do Olhinho”, que apesar de não ser tão conhecido entre as mamães como outros exames de mesma importância (“Teste do Pezinho”, por exemplo), é capaz de detectar sérios problemas à saúde ocular do bebê. Rápido, simples e indolor, o “Teste do Olhinho” permite um diagnóstico precoce para um tratamento adequado, evitando danos irreversíveis à visão da criança ou, dependendo do caso, até mesmo a cegueira.
“A catarata infantil é responsável por até 20% dos casos de cegueira ou de baixa visão entre as crianças. Mas, se for detectada bem no início, as chances de cura são enormes. Por isso, é importante que esse exame seja feito logo que o bebê nasce. Mas no Brasil, infelizmente, sua realização na rede pública de saúde ainda não é obrigatória em todos os estados”, diz o neuropediatra Saul Cypel, da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, entidade que trabalha para gerar e disseminar conhecimento sobre o desenvolvimento integral das crianças de zero a três anos. Apenas 10 dos 26 estados oferecem o teste, além do Distrito Federal.
O exame pode ser realizado em pouco tempo pelo pediatra, dispensando a aplicação de colírios. Para realizá-lo, usa-se um aparelho (oftalmoscópio) que emite um feixe de luz na direção dos olhos do bebê. As pupilas devem reagir à luz refletindo um tom avermelhado, se tudo estiver bem. Mas, se o bebê apresentar qualquer problema na sua estrutura ocular, o reflexo não será percebido, indicando alguma enfermidade. “Identificada a doença e sua causa, o bebê já pode ser submetido à cirurgia de correção. Feito isso, seu pleno desenvolvimento estará bem mais seguro”, alerta o neuropediatra.
Além da catara, o exame ajuda a identificar outras doenças: retinoblastoma, doença de coats, glaucoma, retinopatia da prematuridade, toxoplasmose, coloboma, toxocaríase, persistência hiperplásica do vítreo primitivo, hemorragia vítrea, uveítes, altas ametropias e meduloepiteliomas.
Sobre a Fundação Maria Cecília Souto Vidigal
Familiar e sem fins lucrativos, a Fundação foi criada em 1965 para atuar em pesquisa e ensino em hemoterapia. Durante quase 40 anos, os trabalhos foram dirigidos exclusivamente a pesquisas, ensino e atendimento a leucêmicos. A partir de 2006, a Fundação passou a desenvolver uma nova missão: gerar e disseminar conhecimento para o desenvolvimento integral da criança. No Estado de São Paulo, em seis cidades (Botucatu, Itupeva, Penápolis, São Carlos, São José do Rio Pardo e Votuporanga) e também na comunidade de Cidade Ademar, na capital paulista, a Fundação já realiza esse trabalho com profissionais capacitados, o apoio das prefeituras locais e de organizações não-governamentais.
FONTE: SITE NOVOS HÁBITOS
ATIVE VIDA - MUDANDO HÁBITOS DE VIDA!
“A catarata infantil é responsável por até 20% dos casos de cegueira ou de baixa visão entre as crianças. Mas, se for detectada bem no início, as chances de cura são enormes. Por isso, é importante que esse exame seja feito logo que o bebê nasce. Mas no Brasil, infelizmente, sua realização na rede pública de saúde ainda não é obrigatória em todos os estados”, diz o neuropediatra Saul Cypel, da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, entidade que trabalha para gerar e disseminar conhecimento sobre o desenvolvimento integral das crianças de zero a três anos. Apenas 10 dos 26 estados oferecem o teste, além do Distrito Federal.
O exame pode ser realizado em pouco tempo pelo pediatra, dispensando a aplicação de colírios. Para realizá-lo, usa-se um aparelho (oftalmoscópio) que emite um feixe de luz na direção dos olhos do bebê. As pupilas devem reagir à luz refletindo um tom avermelhado, se tudo estiver bem. Mas, se o bebê apresentar qualquer problema na sua estrutura ocular, o reflexo não será percebido, indicando alguma enfermidade. “Identificada a doença e sua causa, o bebê já pode ser submetido à cirurgia de correção. Feito isso, seu pleno desenvolvimento estará bem mais seguro”, alerta o neuropediatra.
Além da catara, o exame ajuda a identificar outras doenças: retinoblastoma, doença de coats, glaucoma, retinopatia da prematuridade, toxoplasmose, coloboma, toxocaríase, persistência hiperplásica do vítreo primitivo, hemorragia vítrea, uveítes, altas ametropias e meduloepiteliomas.
Sobre a Fundação Maria Cecília Souto Vidigal
Familiar e sem fins lucrativos, a Fundação foi criada em 1965 para atuar em pesquisa e ensino em hemoterapia. Durante quase 40 anos, os trabalhos foram dirigidos exclusivamente a pesquisas, ensino e atendimento a leucêmicos. A partir de 2006, a Fundação passou a desenvolver uma nova missão: gerar e disseminar conhecimento para o desenvolvimento integral da criança. No Estado de São Paulo, em seis cidades (Botucatu, Itupeva, Penápolis, São Carlos, São José do Rio Pardo e Votuporanga) e também na comunidade de Cidade Ademar, na capital paulista, a Fundação já realiza esse trabalho com profissionais capacitados, o apoio das prefeituras locais e de organizações não-governamentais.
FONTE: SITE NOVOS HÁBITOS
ATIVE VIDA - MUDANDO HÁBITOS DE VIDA!
15 de ago. de 2011
Saúde do Homem: Menopausa masculina: pode ser verdade?
Algumas vezes, o termo menopausa masculina é utilizado para descrever as alterações físicas e psicossociais que ocorrem nos homens a partir dos 40 anos de idade. Embora os níveis de testosterona nesses indivíduos geralmente diminuam, não é correto utilizar esse termo.
A palavra começa com m-e-n, que não se refere ao sexo – e, sim, à menstruação. Portanto, tendo em vista que homens não menstruam, não se deve utilizar o termo menopausa (que significa o fim da menstruação) para indivíduos do sexo masculino.
Alguns médicos preferem utilizar o termo andropausa. Nas mulheres, deixa de ocorrer a ovulação e os níveis dos hormônios sexuais femininos caem rapidamente. Nos homens, ocorre uma diminuição progressiva na produção dos hormônios masculinos.
Outros termos empregados para descrever esse evento encontrado no sexo masculino incluem climatério masculino, viropausa e síndrome dos níveis reduzidos de testosterona. A principal questão é se a redução gradual nos níveis de testosterona é normal e protege o organismo ou se é uma condição que deve ser tratada.
Hormônios masculinos e idade
De modo geral, homens mais idosos apresentam níveis menores de testosterona que os jovens. Após os 30 anos, esses valores começam a diminuir. A incapacidade reprodutiva encontrada após a menopausa, no entanto, não ocorre no sexo masculino.
Enquanto todas as mulheres passam pela menopausa, nem todos os homens apresentam níveis reduzidos de testosterona na idade avançada. A andropausa não está relacionada com a deficiência completa da função das gônadas (órgãos reprodutivos).
A redução nos níveis de testosterona é lenta e progressiva. E no homem, ao contrário do que ocorre com o estrógeno na mulher, os valores permanecem dentro dos limites da normalidade. Em geral, os homens mantém a capacidade reprodutiva até por volta dos 70 anos de idade.
A velocidade com a qual os níveis de testosterona diminuem também varia bastante entre os indivíduos. Apenas cerca de 5% dos homens de idade avançada apresentam valores abaixo do normal para os jovens.
Independente da idade, doenças testiculares ou da hipófise (glândula que controla os testículos) também podem provocar redução nos níveis de testosterona. O hipogonadismo, como é chamada essa condição clínica, pode ser responsável pelo enfraquecimento dos ossos, disfunção sexual e perda de massa muscular. Nesses pacientes, a reposição hormonal traz benefícios. No entanto, ainda não está claro se esses benefícios também ocorrem nos pacientes mais idosos.
Estudos sobre a terapia de reposição da testosterona (TRT) e o envelhecimento normal não demonstraram benefícios consistentes. As desvantagens incluem:
- estimular o crescimento não neoplásico (benigno) da próstata;
- agravar o câncer de próstata – pacientes com a doença não devem realizar a TRT;
- piorar a apnéia do sono – uma interrupção repetitiva e rápida da respiração durante o sono;
- estimular a produção excessiva das células sangüíneas (policitemia).
Andropausa e crise da meia-idade
É importante distinguir a andropausa e a crise da meia-idade. A andropausa corresponde a alterações pelas quais os homens passam na meia-idade. A crise da meia-idade, por sua vez, é resultado dos conflitos individuais causados por essas alterações.
Os principais sinais e sintomas encontrados em pacientes com níveis reduzidos de testosterona incluem:
- menor crescimento da barba;
- aumento na quantidade de gordura corporal;
- perda de massa muscular e óssea;
- fogachos;
- irritabilidade;
- alterações do humor;
- dificuldade de concentração;
- depressão;
- fadiga;
- aumento de volume da mama;
- disfunção erétil.
Muitos homens passam por situações difíceis nesse período – cuidando da família ou com dificuldades profissionais, por exemplo. Eles lidam com esses problemas de maneiras diferentes. Enquanto as alterações que ocorrem na meia-idade podem ser complicadas para alguns, podem não ser relevantespara outros.
Para evitar maiores problemas, procure entender o que está acontecendo com você. Reconheça as mudanças e tente conviver com elas de forma construtiva. Apesar de ser difícil para muitos homens, perceber e discutir os problemas emocionais – mesmo quando se está bem – ajuda bastante. Em caso de necessidade, deve-se procurar ajuda profissional.
O debate continua
Menopausa, andropausa, ou qualquer que seja o nome utilizado. Não existem dúvidas de que, com o passar dos anos, os homens enfrentam problemas físicos e emocionais. Mudanças em casa, no trabalho e no próprio organismo prejudicam a saúde. Uma redução importante nos níveis de testosterona pode necessitar de reposição hormonal. Entretanto, só o médico é que pode melhor te aconselhar.
Dra. Elisabete Almeida – ceoelisabete@latinmed.com.br
Música ajuda a melhorar qualidade de vida de pacientes com câncer
Análise indica que tanto escutar música em cds pré-gravados como a musicologia podem ser um complemento aos tratamentos dos pacientes com câncer para melhorar seu bem-estar.

A música, usada para ajudar a diminuir a ansiedade dos pacientes com câncer durante o tratamento, também pode atuar positivamente no estado de ânimo, na dor e na qualidade de vida, segundo um estudo publicado nesta terça-feira.
A análise, conduzida pela professora Joke Bradt, do Departamento de Tratamentos Criativos da Universidade de Drexel, na Filadélfia, indica que tanto escutar música em cds pré-gravados como a musicologia podem ser um complemento aos tratamentos dos pacientes com câncer para melhorar seu bem-estar.
Os pesquisadores consideraram 30 estudos de sete países – Estados Unidos, China, Itália, Irã, Espanha, Taiwan e Vietnã – e realizaram uma análise sistemática conhecida como revisão Cochrane.
Estes ensaios combinam estatisticamente os dados dos estudos para estender a reflexão de suas descobertas, já que por si só ficaria limitada demais para produzir resultados fidedignos, afirmou à Agência Efe a Joke.
A fusão dos dados dos 30 estudos permitiu analisar a reação de 1.891 pacientes com diferentes tipos de câncer que escutaram música gravada ou que participaram de musicoterapia. Os resultados demonstraram que em ambos os casos os níveis de ansiedade reduziram “consideravelmente”, segundo os padrões médicos para medir ansiedade.
Além disso, detectaram outros benefícios colaterais – em menor proporção, mas também positivos – na respiração e na pressão sanguínea de alguns pacientes – o que ressalta, segundo Joke, que “a música pode ser um tratamento complementar eficiente”.
O Instituto Nacional do Câncer dos EUA define a musicoterapia como um conjunto de técnicas baseadas em música empregadas para ajudar a aliviar a dor ou a tensão.
Neste sentido, Joke disse que este procedimento pode servir como entretenimento e como fonte de concentração e “está provado que quanto mais relaxado está o paciente, menos dor ele sente”.
Os resultados também sugerem que a musicoterapia pode ajudar a melhorar o estado de ânimo dos pacientes, embora não evite a depressão. Segundo Joke seria necessário fazer estudos mais profundos para entender melhor o impacto da aflição nesses casos.
A musicoterapia não só consiste em escutar composições musicais, mas inclusive o paciente pode manifestar suas emoções cantando ou tocando um instrumento. Além de servir de entretenimento, é uma forma de dar “energia” ao doente.
No caso dos cds, o terapeuta geralmente pede para o paciente escolher as preferidas em uma lista de cinco ou seis tipos de música, que abrangem de clássica, “new age” até country, para então produzir uma seleção exclusiva.
A escolha, que às vezes conta com ajuda de parentes e amigos, depende da necessidade do paciente que “às vezes pede música mais animada ou aquelas com letras que inspirem esperança”.
“As músicas proporcionadas por musicoterapeutas capacitados, assim como as gravadas, apresentaram resultados positivos, mas atualmente não há provas suficientes para determinar se uma intervenção é mais eficiente que a outra”, indicou.
O que está claro, segundo disse à Agência Efe, é que proporciona tranquilidade e é um veículo que ajuda a expressar emoções, sempre que necessário.
O artigo Music Interventions for Improving Psychological and Physical Outcomes in Cancer Patients, foi publicado na biblioteca virtual Cochrane Database of Systematic Reviews.
Autor: Redação SaúdeFonte: Estadão
11 de ago. de 2011
Causas mais comuns de dores na coluna.
Abaixo lista de algumas das principais causas de dores na coluna:
- Lesões e traumas;
- Uso de computador de modo inadequado;
- Levantar ou Carregar peso sem os devidos cuidados;
- Estresse no trabalho e emocional;
- Postura incorreta;
- Obesidade;
- Gravidez;
- Cirurgia;
- Muito tempo no carro;
- Dormir no carro ou avião sem apoio;
- Andar de moto em posição incorreta;
- Tarefas da casa, como varrer, lavar roupa e louça;
- Ficar sentado, dirigindo, na sala de estar, na mesa e ou trabalho;
- Assistir TV na cama;
- Abaixar de maneira inadequada;
- Uso de Salto alto por tempo prolongado;
- Movimentos bruscos, giratórios e ou exercícios prolongados e excessivos.
Prevenção e atividades Posturais são recomendadas para que estes sintomas sejam amenizados.
ATIVEVIDA - MUDANDO HÁBITOS DE VIDA!
8 de ago. de 2011
No Dia Nacional de Combate ao Colesterol, especialistas alertam sobre nível alto em crianças
O colesterol alto na infância e adolescência está relacionado, na maioria dos casos, à má alimentação e ao sedentarismo. Pode ser provocado por uma doença genética ou histórico familiar, como pais e avós que tenham tido infarto ou derrame.
O estudo mais recente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a dieta alimentar do brasileiro mostra que os adolescentes de 14 a 18 anos de idade são os que mais ingerem alimentos com colesterol, aqueles de origem animal, como carnes, leite, queijos, manteiga ou iogurte.
Entre os meninos, a média de consumo foi de 282,1 miligramas por dia e, entre as meninas, de 237,9 miligramas – as maiores médias em comparação às faixas etárias analisadas dos dois sexos. O recomendado é ingerir de 200 a 300 miligramas de colesterol por dia.
O consumo exagerado pode elevar o nível de gordura no sangue. O colesterol alto não traz problemas imediatos para as crianças e adolescentes. Mas quando fica sem tratamento, aumenta o risco de doenças cardíacas na fase adulta.
“Se não for tratado na infância ou na adolescência, aumenta o risco de a pessoa sofrer um infarto aos 25 ou 30 anos de idade”, alerta o diretor do Departamento de Aterosclerose da Sociedade Brasileira de Cardiologia, Daniel de Araújo
Como o nível acima do normal não apresenta sintoma ou causa desconforto, a cardiologista Ana Paula Chacra, do Instituto do Coração (InCor) em São Paulo, explica que os pais devem ficar atentos ao sobrepeso nos filhos, um sinal de que a taxa pode estar fora do normal.
“Não dá sintoma. A criança ou o adolescente começa a engordar e é nesse momento que os pais devem agir”, explicou a médica, integrante do setor de dislipidemias, que cuida do aumento do colesterol e dos triglicerídeos no sangue. A taxa elevada é identificada somente por meio de um exame de sangue. A especialista acrescenta que os cuidados devem ser redobrados se a criança tiver parentes próximos com colesterol alto.
Para evitar o distúrbio, os médicos recomendam a prática de exercícios físicos e uma dieta saudável, com verduras, legumes, frutas e carnes magras. Outra indicação é observar o nível de colesterol a partir dos 10 anos de idade. “O adolescente não faz exercício. Essa vida moderna não ajuda”, disse Ana Paula Chacra.
O colesterol é uma substância que ajuda na formação de uma capa protetora nos nervos e na produção da vitamina D, da bile e de hormônios. A maior parte (cerca de 70%) é produzido pelo fígado e o restante vem da ingestão de alimentos. Em excesso, o colesterol contribui para o entupimento das artérias, impedindo a passagem do sangue, e torna-se fator de risco para doenças cardiovasculares.
Existem dois tipos de colesterol. O HDL, chamado colesterol bom, reduz o risco de acúmulo de gordura nas artérias. O LDL, colesterol ruim, deposita gordura nas artérias e dificulta o fluxo sanguíneo.
ATIVE VIDA - MUDANDO HÁBITOS DE VIDA!
Aumento de obesidade pressiona governos de países emergentes
Dados inéditos da OMS confirmam que países engordam à medida que enriquecem; cúpula da ONU tratará de problema.
Governos de países emergentes estão sendo impelidos a adotar medidas para combater o avanço da obesidade, que atingiu níveis alarmantes em economias em rápido crescimento nas últimas três décadas.
Dados inéditos da Organização Mundial de Saúde (OMS) obtidos com exclusividade pela BBC Brasil confirmam que, assim como o rápido crescimento do PIB (Produto Interno Bruto), o sobrepeso e a obesidade dispararam em países como China, Índia, África do Sul, Brasil e México.
Conhecidos no passado por dificuldade em alimentar suas populações, estes países hoje se debatem com problemas de natureza oposta - em um fenômeno que especialistas chamam de "dupla carga".
"A forma com que calculamos o desenvolvimento econômico é simplesmente uma medida do quanto consumimos - então o quanto mais você consume, mais rico você é... e é claro que isso é ruim para ganho de peso", disse à BBC Brasil SV Subramanian, professor de Saúde da População e Geografia da Universidade de Harvard.
No mês que vem, líderes mundiais se encontrarão na primeira cúpula de alto nível da ONU sobre doenças não-transmissíveis, que incluem obesidade, e serão exortados a adotar medidas de controle e regulamentação sobre a indústria alimentícia, assim como sistemas para identificar potenciais complicações de saúde em estágio inicial.
Epidemia de obesidade
A prevalência da obesidade aumentou em países emergentes de forma muito mais rápida que a renda, e mais rápida do que em países desenvolvidos, ao longo das três últimas décadas.
Na China, estima-se que 100 milhões de pessoas sejam obesas, comparado a 18 milhões em 2005.
No Brasil a obesidade cresce mais rapidamente entre as crianças. Cerac de 16% dos meninos e 12% das meninas com idades entre 5 e 9 anos são hoje obesas no país, quatro vezes mais do que há 20 anos.
Um em cada sete adultos mexicanos está acima do peso, proporção que fica atrás apenas dos EUA entre as principais economias do mundo.
A África do Sul, por sua vez, tem um índice de obesidade mais alto que o dos EUA - com um PIB que é um oitavo do americano.
"Vimos um aumento dramático nos níveis de obesidade em países emergentes, e este índice parece estar crescendo mais rapidamente e em meio a níveis mais baixos de PIB do que na Europa ou nos EUA há 20 ou 30 anos", disse Tim Lobstein, da Associação Internacional para o Estudo da Obesidade (Iaso).
Embora especialistas vejam uma clara relação entre o aumento da obesidade e o crescimento da riqueza, há outros fatores para o crescimento tão rápido.
O primeiro relatório da OMS sobre doenças não-transmissíveis, publicado em 2010, afirma que não apenas a obesidade, mas também outras 'epidemias' como diabetes, câncer e doenças cardiorespiratórias e cardiovasculares, estão relacionadas a mudanças da vida contemporânea.
'Doenças não-transmissíveis são causadas, em grande parte, por fatores de risco comportamentais que são relacionados a transição econômicas, urbanização rápida e estilos de vida típicos do século XXI: consumo de tabaco, dieta insalubre, atividade física insuficiente e consumo abusivo de álcool', diz o relatório.
Economia da nutrição
No caso de países emergentes, diz Tim Lobstein, a mudança mais importante é a assim chamada 'transição da nutrição', de uma dieta com alimentos básicos para uma dieta modernisada, que consiste em alimentos de nível energético muito maior.
"Isso significa menos frutas e verduras, ou menos alimentos básicos como arroz e grãos, e mais gorduras, e açúcar e óleo. Estes vêm particularmente sob a forma de fast-food, refrigerantes", diz ele.
A demanda por calorias acessíveis e produzidas em massa disparou em países emergentes, particularmente dentro das classes emergentes, que hoje podem gastar mais de sua renda em comida.
Mas o professor Subramanian afirma que a obesidade é um fenômeno que afeta principalmente as classes mais privilegiadas em países de renda baixa e média, e até em economias emergentes.
Em um estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition, sua equipe de pesquisadores das universidades de Harvard e Bristol pesquisaram dados de cerca de 530 mil mulheres adultas de 54 países de renda média e baixa.
Eles afirmam que, apesar de a obesidade ter aumentado na maioria dos países tanto entre os 25% mais ricos quanto entre os 25% mais pobres da população, o Índice de Massa Corporal (IMC) - medida do peso de uma pessoa que leva em conta a sua altura - aumentou mais nos setores mais ricos.
"Apesar do aumento do IMC não estar mais confinado a países de alta renda, o aumento continua concentrado entre pessoas de renda mais alta em países de renda baixa e média", diz o estudo.
A Índia é um exemplo clássico de país que combina enormes desafios na área de nutrição entre sua população mais pobre, com alguns dos piores efeitos da obesidade sentidos nas classes médias.
Apesar de ter um dos menores índices do mundo - 1% em homens e 2% em mulheres em 2008, de acordo com a OMS - a Índia tem cerca de 50 milhões de pessoas com diabetes, de acordo com a Federação Internacional de Diabetes.
O país fica atrás apenas da China (onde estima-se que 92 milhões de pessoas sofram de diabetes), mas especialistas estimam que os números da Índia sejam bastante subestimados.
Regulamentação coordenada
Tim Lobstein argumenta que o aparente paradoxo está ligado às "políticas de produção e distribuição de alimentos".
"Hoje em dia (essas políticas) são governadas por forças de mercado, e essas forças não necessariamente promovem a saúde. Elas promoverão ingredientes mais baratos e comida processada para distribuição onde houver mercado", diz ele.
"As companhias que estão saturadas no mercado em desenvolvimento examinam agora como podem entrar em economias de renda mais baixa e ainda conseguir lucro."
Quando líderes mundiais se encontrarem por dois dias na cúpula da ONU sobre doenças não-transmissíveis a partir de 19 de setembro, organizações de saúde pressionarão por regulamentações para controlar a quantidade de gordura, açúcar e sal em alimentos processados.
Entidades como a NCD Alliance também pedirão a adoção de medidas para aumentar o nível de atividades físicas, para impedir estilos de vida sedentários.
"Esperamos que a reunião da ONU aumente a visibilidade de doenças não-transmissíveis, ao mostrar que não se trata apenas de um assunto de saúde, mas envolve também a cadeia de produção alimentar", afirmou uma representante do Ministério da Saúde do Brasil, Deborah Malta, à BBC Brasil. "Precisamos de políticas públicas e regulamentações não apenas para a indústria alimentar, mas também para tabaco, álcool e um número cada vez maior de setores."
5 de ago. de 2011
Recomendações para o uso dos sapatos.
Dize-me com o que andas...
Sapatos inadequados são responsáveis pela maioria das doenças dos pés, como os calos, joanetes e esporões. Ter em mente este fato na hora da compra significa prevenir o incômodo de pisar sentindo dor. Flexibilidade da sola, material macio, bico amplo e salto de até três centímetros são características básicas de um sapato adequado para o dia a dia.
Para evitar o mau cheiro dos pés, especialistas recomendam que os sapatos devem descansar no mínimo um dia antes de serem usados novamente.
Algumas recomendações nunca são demais quando se trata de saúde:
Lave e seque sempre muito bem os pés após o banho para prevenir o surgimento de frieiras, aplicando talco anti-séptico para absorver o suor;
Nunca fique descalço em banheiros públicos;
Tome banho usando sandálias de borracha;
Quando for comprar sapatos, experimente o par no fim da tarde, porque os pés costumam inchar ao longo do dia;
Use meias de algodão;
Lixe as calosidades pelo menos uma vez por semana, não corte calos ou calosidades;
Não corte as unhas muito curtas ou rentes, prefira o formato reto, sem arredondar os cantos, deixando as laterais;
Use hidratante próprio para os pés diariamente massageando bem nas áreas com maior calosidade;
Se a pele estiver muito seca, passe bastante hidratante e coloque meias para dormir;
Deixe a unha sem esmalte pelo menos uma vez por semana para evitar o ataque dos fungos;
Procure andar descalço sempre que possível. Relaxa e fortalece a musculatura dos pés.
ATIVE VIDA - MUDANDO HÁBITOS DE VIDA!
ATIVE VIDA - MUDANDO HÁBITOS DE VIDA!
Saiba colher os frutos de uma noite bem dormida
Uma boa noite de sono faz milagre pelo o nosso bem-estar. Embora a natureza nos prepare para dormir todos os dias e por várias horas, nem sempre nosso organismo corresponde a essa necessidade. O resultado: cansaço, ansiedade e até mesmo o mau humor.
Segunda uma pesquisa do médico gaúcho Denis Martinez, cerca de 2% das crianças e de 50% dos idosos têm dificuldade para dormir. Á medida que envelhecemos, os neuro-transmissores que coordenam nosso também envelhecem.
O que pouca gente sabe é que os distúrbios do sono são de origem orgânica e não psicológica, como a maioria das pessoas pensa. Assim como prevenimos outras doenças, devemos tomar cuidado para evitar insônia e outros problemas ligados ao sono.
Durma em um local confortável, fresco, escuro e silencioso. As alterações de ruído, de luz e de temperadtura podem atrapalhar o sono;
Crie seus próprios rituais para dormir. Medite, faça relaxamento, orações ou outra técnica que ajude a aliviar a tensão.
Evite olhar o relógio a cada vez que acordar: este hábito pode piorar uma eventual noite de insônia;
Pratique exercícios regularmente, pois isso melhora as condições do organismo. Mas procure fazer ginástica até seis horas antes de se deitar;
Não durma com fome. Uma boa dica é beber um copo de leite morno antes de ir para a cama;
Faça refeições leves à noite. A partir dos 16 anos, a capacidade digestiva de nosso organismo começa a diminuir, e uma digestão difícil atrapalha terrivelmente o sono;
Use a cama apenas para dormir. Nada de ver televisão, ler ou jogar videogame deitado na cama;
Se estiver numa noite de insônia, não fique na cama forçando o sono. Levante-se, procure alguma atividade e só retorne quando sentir sono.
ATIVE VIDA - MUDANDO HÁBITOS DE VIDA!
Previna-se das doenças do inverno.
O inverno chegou e com ele as crises alérgicas surgem com mais facilidade. Mas alguns cuidados básicos e simples podem ajudar bastante a prevenir as rinites, gripes e resfriados. Veja como fazer:
Em casa:
O sol e o ar espantam ácaros, vírus, bactérias e poeira. Por isso, no inverno, aproveite os horários de sol para iluminar a casa e mantenha os ambientes bem ventilados;
Faça uma boa limpeza na casa. Para retirar o pó dos móveis, recomenda-se usar panos úmidos. Nada de espanadores, pois eles não removem apenas mudam a poeira de lugar;
Colchões, travesseiros, almofadas e cortinas devem estar cobertos por capas plásticas.
No quarto:
Se você tem animais de estimação, como cachorro ou gato, deixe-os no lado de fora da casa;
Roupas pesadas e guardadas por muito tempo podem juntar poeira. Por isso, recomenda-se lavar essas peças antes de usá-las;
Troque os cobertores por edredons, pois eles juntam menos poeira e não soltam pêlos;
As roupas de cama devem ser trocadas uma vez por semana;
Retire do quarto todos os bichinhos de pelúcia, carpetes e tapetes.
No quarto:
ATIVE VIDA - MUDANDO HÁBITOS DE VIDA!
Mudanças de clima e de temperatura propiciam o aparecimento da gripe.
A febre chega. A dor no corpo aparece. O mal-estar e o desânimo tomam conta da situação. Os sintomas da gripe são conhecidos por todo mundo e já está comprovado que na mudança de clima e de temperatura os vírus gripais (adenovírus e influenza, principalmente) encontram condições adequadas para se fixarem no organismo.
Algumas medidas previnem o surgimento desse incômodo – evite lugares muito fechados, com aglomeração de pessoas e tome muita vitamina A e C. Você pode optar tanto pelas vitaminas concentradas, vendidas em farmácias, ou pela ingestão de alimentos que contém essas duas vitaminas. As frutas cítricas (laranja, mexerica, tangerina e acerola) são ótimas fontes de vitamina C. Cenoura, beterraba e tomate têm muita vitamina A. Se você foi pego de surpresa pela gripe, a alternativa é tratar os sintomas.
Alerta
Uma gripe pode se transformar em uma infecção bacteriana. Cada tipo de infecção exige medicamentos apropriados, por isso, é muito importante procurar um médico. Se ele receitar um antibiótico, o medicamento deve ser ingerido durante o período determinado pelo médico. A interrupção precipitada faz com que a bactéria ganhe força e a infecção se torne mais difícil de ser tratada.
Se a doença persiste por mais de uma semana, a sinusite pode aparecer. Os principais sintomas da sinusite são a sensação de peso na cabeça ou na face, acompanhada de secreção contínua.
Mas, o perigo maior está em a gripe evoluir para um quadro de pneumonia. Cuidados especiais devem ser tomados e o acompanhamento médico é essencial. O tratamento exige uso de antibióticos, repouso e hidratação oral (bastante água e sucos).
ATIVE VIDA - MUDANDO HÁBITOS DE VIDA!
Saúde no banheiro, sob o chuveiro...
Os benefícios de uma boa chuveirada estão além da simples higiene corporal. A temperatura ideal da água deve ser regulada levando em conta a hora do banho e os resultados que se quer obter.
Próximo à temperatura do corpo (37 oC), o banho não proporciona mudanças fisiológicas profundas. Não provoca muita transpiração e, por conseqüência, pouca eliminação de toxinas e não estimula o metabolismo decorrente da reação do frio.
ATIVE VIDA - MUDANDO HÁBITOS DE VIDA!
Trânsito - muita calma nesta hora!
O trânsito, em hora de pico, é um ótimo teste para saber a quantas andam o seu auto controle. Você tem duas opções: ou se transforma num cidadão nervoso e irritado, ou mantém a calma e paciência.
A segunda opção parece ser a mais saudável!
Algumas dicas podem auxiliá-lo:
Saia de casa com um tempo razoável de antecedência para evitar que até os semáforos o irritem;
Escolha caminhos alternativos. Trafegar por avenidas movimentadas durante o horário de pico é aumentar as chances de se aborrecer;
Se você já saiu aborrecido de casa, prefira pegar um táxi ou ônibus. Quando estamos mal emocionalmente, nossa atenção e concentração ficam prejudicadas;
A música ambiente no carro pode ser um bom recurso para ajudar no relaxamento. Mas evite manter o volume mais alto que o barulho da rua;
Se seu carro tem ar condicionado, ligue-o – mesmo que isso signifique mais gastos. Assim você pode manter as janelas fechadas para o barulho externo não atormenta-lo ainda mais;
Procure mentalizar boas coisas enquanto espera aliviar o tráfego. Mas não esqueça que você precisa estar atento ao movimento;
Planejamento das férias, final de semana, listas de compras de supermercado, podem ser feitos mentalmente enquanto espera o carro da frente acelerar;
Não faça do seu carro uma armadura para você sair insultando os motoristas imprevidentes. Conte até dez antes de gritar ou fazer gestos obscenos. Quem sai perdendo é você;
Faça exercícios respiratórios. Inspire o ar, prenda-o por alguns segundos e solte-o pela boca. Isso ajuda a acalmar;
Evite manter o pé fixo na embreagem por muito tempo. Use o freio de mão por alguns instantes, enquanto espera a fila de carros andar ou o sinal abrir. Mova os pés para cima e para baixo, para não provocar dores;
Evite o celular quando estiver ao volante. Se não for possível, use o viva-voz. Assim você evita o estresse extra da multa.
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Fumar pode prejudicar a carreira profissional!
Corporações têm dado preferência para candidatos que não têm o hábito de fumar.
Com a Lei Antifumo, que passou a valer a partir de agosto de 2009, a vida de fumantes que atuam em ambientes corporativos ficou mais difícil. Isso porque os espaços antes destinados para eles foram reduzidos e até mesmo proibidos para essa prática. O que, atualmente, é o principal obstáculo para quem insiste em continuar com o vício.
Pois, os chamados fumódromos, muitas vezes localizados nas áreas comuns dos edifícios comerciais, deixaram de existir e, deste modo, as calçadas próximas se tornaram as novas áreas para fumantes no horário comercial. “Nas empresas e nos prédios inteligentes a fumaça é inadmissível, por questões de segurança. Portanto, o profissional fumante não é visto com bons olhos pelo empregador”, explica a professora Roseli Martinez, coordenadora do curso de Gestão de Recursos Humanos do Complexo Educacional FMU.
Além da baixa na oferta de espaços reservados para fumantes nos prédios corporativos, o profissional que mantém o vício do cigarro tem mais dificuldade para conquistar uma vaga de trabalho. Pois, com a Lei Antifumo, as corporações têm dado preferência para quem não tem o hábito de fumar. “Muitas empresas, apesar de não divulgarem, preferem candidatos que não sejam fumantes, pois a pessoa que faz uso do cigarro sai para fumar em áreas externas, o que acarreta perda de tempo de trabalho e, muitas vezes, de produtividade”, explica Roseli.
As empresas que têm profissionais adeptos ao cigarro já buscam soluções, como campanhas e programas contra o tabagismo, para incentivar seus funcionários a deixarem o vício, o que resultaria em um benefício para ambos. “Uma forma de estímulo aos empregados para parar de fumar é promover palestras de conscientização a respeito dos malefícios do fumo, e de suas consequências à saúde”, complementa a professora.
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Tédio no trabalho é o principal motivo para faltas.
O levantamento é da empresa de consultoria PricewaterhouseCoopers, que aponta que 61% dos funcionários não aparecem para trabalhar devido ao motivo.
Urgências familiares ou doenças: esqueça essas razões. O principal motivo para faltas no trabalho é sentir-se entediado e deprimido em relação às suas funções na empresa.
O levantamento é da empresa de consultoria PricewaterhouseCoopers, que aponta que 61% dos funcionários não aparecem para trabalhar devido ao motivo.
Segundo Neil Rosen, consultor da HR, empresa parceira da PricewaterhouseCoopers, as ausências podem ser prevenidas se os empregadores se organizam para manter a motivação e os desafios para os funcionários. “Não é questão de vadiagem, mas sim, que essas pessoas estão sendo mal aproveitadas”, disse ao site Female First.
Outros motivos que aparecem no levantamento e que justificam as faltas são ressacas, tempo bom, compromissos familiares e até mesmo romance. Quinze por cento dos entrevistados apenas admitiram achar que merecem algum tempo livre.
Segundo a pesquisa, a desculpa mais usada para a ausência é a de doença, citada por 83% dos entrevistados.
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29 de jul. de 2011
Os gatilhos de enxaqueca para eles e para elas. Em homens, cheiro forte é vilão. Em mulheres, choro desencadeia crises...
Foto: Getty Images/Photodisc
Dor e sensibilidade à luz são sintomas marcantes do problema
Identificar o que desperta as crises deenxaqueca, ensina a médica Célia Roesler, do Departamento de Cefaleia da Academia Brasileira de Neurologia, é o primeiro passo para tratar a doença caracterizada pela dor de cabeça intensa, por vezes acompanhada de náuseas.
Uma pesquisa conduzida pela neurologista Yára Fragoso, coordenadora do Departamento de Neurologia da Faculdade de Medicina da Universidade Metropolitana de Santos, revela que os gatilhos da experiência dolorida são um pouco diferentes para homens e mulheres. Enquanto eles são mais vulneráveis ao cheiro forte (perfumes, fumaça de cigarro e produtos de limpeza), elas sofrem mais por causa do choro.
Saiba que existe um exercício físico para cada dor de cabeça?O mesmo estudo de Yára Fragoso, que ouviu 96 homens e 96 mulheres com diagnóstico de enxaqueca dado pelo médico, identificou semelhanças entre os desencadeadores de crises masculinos e femininos. O estresse é vilão para os dois. A luminosidade também atrapalha ambos.
O médico especializado em enxaqueca, Elder Sarmento, explica que os pacientes que sofrem da doença apresentam “um quadro de cérebro hiperexcitado que os leva a terem sensibilidade excessiva aos estímulos do ambiente”, como luz, cheiros e sons. O neurologista explica que diferenças hormonais, culturais e ambientais podem resultar as variações nos gatilhos que incidem sobre a enxaqueca em homens e mulheres.
Célia Roesler avalia que saber o que desperta a enxaqueca é uma experiência individual e importante para tentar driblar estes malfeitores. “Falo para os meus pacientes que chegam com queixas sempre fazerem um diário. Tudo que aconteceu 12 horas antes da crise pode ser considerado como um gatilho”, explica a médica. Mas, segundo ela, quando o que provoca a crise perpassa a alimentação – embutidos, queijos e bebidas alcoólicas são os principais desencadeantes – nem sempre é possível evitar. “O trânsito insuportável ou a aproximação de alguém com um perfume fortíssimo são imprevisíveis”, diz.
“O tratamento preventivo pode aliviar os sintomas, porém o que precisa ser reforçado é que a automedicação com analgésicos é sempre muito nociva.” Para quem sempre pede ao colega de trabalho, ao vizinho e ao balconista um comprimido para dor de cabeça pode mascarar um problema mais grave. “Ou ainda transformar o que era algo passageiro, em uma dor de cabeça crônica.”
Veja os principais gatilhos de enxaqueca em homens e mulheres
Homens
Os gatilhos de enxaquecas nos homens
Eles são mais vulneráveis ao cheiro forte
Academia Brasileira de Neurologia
Mulheres
Os gatilhos de enxaqueca nelas
Mulheres são mais vulneráveis ao choro
Academia Brasileira de Neurologia
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