21 de set. de 2010

Hospital adota terapia alternativa para ajudar a tratar câncer


Meditação, ioga e acupuntura são algumas das práticas usadas no Albert Einstein; modelo é chamado de medicina integrativa
Técnicas já são adotadas em hospitais de referência em oncologia nos EUA e podem melhorar a qualidade de vida dos pacientes

O Hospital Israelita Albert Einstein incluiu práticas como meditação, ioga, acupuntura e reiki no tratamento do câncer. O modelo, chamado de medicina integrativa, é semelhante aos adotados em instituições de referência internacional em oncologia, como o M.D. Anderson e o Memorial Sloan-Kettering Center, nos EUA.
A inclusão dessas técnicas, até bem pouco tempo desacreditadas na área médica, tem sido motivada pela grande demanda de pacientes que procuram por tratamentos complementares quando têm um diagnóstico de câncer. Além disso, atualmente, há vários estudos controlados demonstrando a eficácia e a segurança delas.
No último congresso mundial de câncer, no início do mês, em Chicago (EUA), estudos demonstraram que a acupuntura, por exemplo, pode reduzir as náuseas da quimioterapia e aliviar a xerostomia (boca seca), provocada pela radioterapia na região da cabeça e pescoço.
No Einstein, as práticas são oferecidas a pacientes que acabaram de receber o diagnóstico de câncer, que estão em tratamento ou que já terminaram. O cirurgião Paulo de Tarso Lima, responsável pela área de medicina integrativa, diz que as técnicas são adotadas mediante evidências científicas de que funcionam e de que não prejudicarão a terapia convencional.
Lima estima que 70% dos pacientes não contam aos médicos que adotam práticas complementares (no passado chamadas de alternativas) ao tratamento convencional -seja por não serem questionados a respeito ou por temor de que os médicos desaprovem a técnica.
"Usar essas práticas sem a orientação de um profissional é um risco à saúde. A fitoterapia, se utilizada de forma incorreta, pode interferir e prejudicar o tratamento do câncer", afirma.
Quando bem indicadas, muitas das técnicas complementares são úteis para melhorar a qualidade de vida dos pacientes e suas respostas aos tratamentos clínicos. "O objetivo é que eles ajudem, e não atrapalhem, a recuperação", diz Lima.
A ioga, por exemplo, ajuda a diminuir a ansiedade, o medo e os pensamentos negativos, explica o psiquiatra Rodrigo Yacubian Fernandes, que aplica os princípios da kundalini yoga entre os pacientes oncológicos. A prática também vem sendo usada como tratamento coadjuvante de distúrbios psiquiátricos e psicológicos.
A empresária Maria do Rosário, 50, luta há três anos contra o câncer. Já retirou parte do intestino, os dois ovários e, agora, faz quimioterapia a cada 15 dias para combater um tumor no pulmão. Por conta dos efeitos colaterais do tratamento, ela também sofre de uma neuropatia que a levou à perda da sensibilidade nas mãos e nos pés.
Para manter o equilíbrio e controlar a ansiedade, ela faz reike, acupuntura e meditação. O Reiki é uma técnica que usa a imposição de mãos para transmissão de energia vital e desbloqueio do fluxo energético, segundo os terapeutas. "Essas práticas me relaxam, especialmente quando tenho que passar horas fazendo exames."
Ela conta que ao descobrir o câncer "ficou de mal com Deus". "Entrei numa depressão incontrolável. Hoje, conto primeiro com Deus, porque tenho muita fé, e depois com todas essas pessoas, tratamentos e práticas que me ajudam a dar uma sobrevida melhor", diz Maria.
Além dos aspectos emocionais, a empresária notou melhoras físicas. "Antes, fazia quimio e era um dia no pronto-socorro e o outro também. Era uma loucura. Há quase um ano que eu não preciso mais ir ao pronto-socorro por conta dos efeitos do tratamento."

Claúdia Collucci
Folha de S.Paulo


20 de set. de 2010

Transito Causa Dor, Estresse e Varizes

O trânsito complicado pode provocar dores musculares, estresse, crises respiratórias. Saiba evitar
A distância de 30 quilômetros foi percorrida em 3horas e 4 minutos. Durante todo o trajeto, em velocidade tartaruga, o médico ortopedista Rubens Rodrigues não apenas lamentou o congestionamento que separava a sua casa do aeroporto como também abria e fechava as mãos, esticava os braços para cima e girava os pés repetidas vezes.
A “coreografia” dentro do veículo é só uma das dicas para evitar os males dos engarrafamentos, que vão além do estresse. Nos últimos 10 anos, segundo os dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) surgiram, em média, 165 mil novos carros. O crescimento da frota na década foi de 103%, bem maior do que o aumento populacional no mesmo período, de 17,1% (mostram os dados do IBGE).
O descompasso entre veículos, pessoas e espaço físico fez com que o problema do trânsito parado deixasse de ser um privilégio só de São Paulo e fosse exportado para as principais capitais do País. Prova disso é uma pesquisa encomendada pelo Ministério do Meio Ambiente que detectou poluição veicular acima dos padrões seguros ditados pela Organização Mundial de Saúde não apenas na atmosfera paulista, como também em Recife, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Curitiba.
Delas conversou com especialistas para saber como amenizar os principais problemas de saúde trazidos pelo tráfego congestionado.
Dores nas costas

Foto: Getty Images
Dores

Pela janela do carro você olha, com piedade, as pessoas que se apertam no ônibus, espremidas e em pé. Antes de ter pena, o médico do Instituto de Ortopedia de São Paulo (IOT) faz um alerta.
“Para a coluna, não há mal pior do que o aparente conforto dos automóveis. Ficar sentado por mais de uma hora é o suficiente para desencadear dores lombares e cervicais”, afirma Rubens Rodrigues.
Por isso, durante o trajeto, ele orienta a esticar os braços, como se estivesse se espreguiçando. “Um único percurso por trânsito congestionado é suficiente para provocar um microtrauma nas costas. O acúmulo pode desencadear um problema crônico. Por isso, além de mexer os braços, é importante fazer alongamento ao sair do carro”, orienta o especialista.
Problemas de circulação
Outro impacto imediato é na saúde das pernas, pés e aparelho circulatório. A ausência de movimentos, faz com que o sangue tenha mais dificuldade para percorrer o organismo. As varizes não são as únicas sequelas. Embolias, em casos mais severos, também podem ser um efeito colateral.
O presidente do Sindicato de Taxistas de Porto Alegre, Luiz Nozari, diz que a situação é tão preocupante que na capital gaúcha a entidade já fez parceria com a associação de cirurgiões vasculares para conscientizar sobre o problema.
“Não há nada mais grave do que sair do banco do carro e ir direto para o sofá. Sempre preconizamos o exercício físico após o trânsito e, como cada pessoa tem um limite, a sugestão mais democrática é a caminhada”, sugere Nozari.
Comparar a rotina de um taxista, que fica no trânsito uma média de 12 a 14 horas por dia, com a de uma pessoa que não trabalha na praça não é um exagero. Isso porque, grande parte dos trabalhadores do País, antes de pegar a maratona engarrafada, fica horas sentado em frente ao computador, em um escritório, na sala de aula ou em reunião. Por isso, além de movimentar as pernas e caminhar após o trânsito, uma boa dica é beber muito líquido durante o dia, receita básica para quem quer amenizar os problemas circulatórios.


Em um congestionamento, não faltam gatilhos para a dor de cabeça, explica Carlos Bordini, presidente da Sociedade Brasileira de Cefaléia.Dores de cabeça e estresse
“Ansiedade por não querer chegar atrasado ao compromisso, raiva por ter de pegar trânsito mais uma vez, poluição e barulho potencializam as crises de enxaqueca e de dores de cabeça”, explica o neurologista.
Segundo o médico, estes fatores não causam a dor de cabeça, mas evidenciam que a pessoa é suscetível à doença. “Neste caso, a ocasião não faz o ladrão mas o revela”, compara. “Como hoje os congestionamentos tornaram-se problemas inevitáveis é importante que a pessoa tenha mecanismos de controle de estresse. Cada um tem o seu, mas existem os universais como ioga e meditação”, diz.
Em situações estressantes, afirmam os especialistas, a respiração também é prejudicada, o que influencia a circulação e as dores cabeça. Inspirar e expirar profundamente ajuda a melhorar o quadro. O taxista Luiz Nozari sugere ainda aproveitar a paisagem, que às vezes fica escondida no congestionamento.
Poluição e problemas respiratórios
Os escapamentos dos automóveis estão a todo vapor do lado de fora. A sensação é de que dentro do carro estaremos mais protegidos dos gases tóxicos. Engano. O Laboratório de Poluição da USP já fez medições com um aparelho especializado, chamado monoxímetro, e constatou que no interior dos veículos a poluição chega a ser 30% maior do que às margens das grandes avenidas de São Paulo.
Fechar os vidros e ligar o ar-condicionado nem sempre é uma boa opção, já que a implicação imediata dos gases em excesso é a debilitação do aparelho respiratório, também prejudicado pela atmosfera resfriada.

A solução neste caso não é simples. Os especialistas orientam que a melhor maneira é optar por outras formas de locomoção antes de priorizar o transporte individual. Ainda que a falta de ônibus, metrô e vans públicas de qualidade pareça incentivar o uso dos automóveis, o excesso de carros que prejudica os pulmões provoca um ciclo de doenças que começam pelo trato respiratório, cardiovascular e até depressivo. Pesquisa do Instituto do Coração (Incor) já mostrou inclusive que a poluição veicular potencializa infartos, acidentes vasculares cerebrais e diabetes.“A alta concentração dos poluentes nos centros urbanos associada à baixa umidade leva a irritação e inflamação das mucosas respiratórias e as pessoas já portadoras de doenças respiratórias crônicas (asma, bronquite, rinite) têm maior tendência a apresentar crises”, explica o pneumologista Mauro Gomes, membro da comissão de Infecções Respiratórias da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia em material divulgado pela entidade.

3 de set. de 2010

Aprenda com os rótulos dos alimentos

Valor Energético: É a energia produzida pelo nosso corpo proveniente dos carboidratos, proteínas e gorduras totais;

Carboidratos: São os componentes dos alimentos cuja principal função é fornecer a energia para as células do corpo, principalmente do cérebro. São encontrados em maior quantidade em massas, arroz, açúcar, mel, pães, farinhas, tubérculos (como batata, mandioca e inhame) e doces em geral.

Proteínas: São componentes dos alimentos necessários para construção e manutenção dos nossos órgãos, tecidos e células. Encontramos nas carnes, ovos, leites e derivados, e nas leguminosas (feijões, soja e ervilha).

Gorduras Totais: As gorduras são as principais fontes de energia do corpo e ajudam na absorção das vitaminas A, D, E e K. As gorduras totais referem-se à soma de todos os tipos de gorduras encontradas em um alimento, tanto de origem animal quanto de origem vegetal.

Gorduras Saturadas: Tipo de gordura presente em alimentos de origem animal. São exemplos, carnes, toucinho, pele de frango, queijos, leite integral, manteiga, requeijão, iogurte. O consumo desse tipo de gordura deve ser moderado porque quando consumido em grandes quantidades pode aumentar o risco de desenvolvimento de doenças cardíacas.

Gorduras Trans: Tipo de gordura encontrada em grandes quantidades em alimentos industrializados como as margarinas, cremes vegetais, biscoitos, sorvetes, salgadinhos, produtos de panificação, alimentos fritos e lanches salgados que utilizam as gorduras vegetais hidrogenadas na sua preparação.

Fibra Alimentar: Está presente em diversos tipos de alimentos de origem vegetal, como frutas, hortaliças, feijões e alimentos integrais. A ingestão de fibras auxilia no funcionamento do intestino.

Sódio: Está presente no sal de cozinha e alimentos industrializados (salgadinhos de pacote, molhos prontos, embutidos, produtos enlatados com salmoura) devendo ser consumido com moderação, uma vez que o seu consumo excessivo pode levar ao aumento da pressão arterial.

Alimentos Diet: formulados para um grupo com condição fisiológica específica. Apresentam quantidades insignificantes ou são totalmente isentos de algum nutriente.
Alimentos Light: apresentam a quantidade de algum nutriente ou valor energético reduzido quando comparado a um alimento convencional. 



Crianças no Carro



Quem hoje é pai ou mãe, deve se lembrar da sua infância de como era divertido andar no porta-malas do carro ou na parte externa da caminhonete, junto com os irmãos, primos e amigos da mesma idade ou ainda no banco da frente, que era o lugar mais disputado... Hoje o trânsito, os carros, o comportamento, a vida e os condutores são muito diferentes.

Quando uma criança ou bebê é transportado solto dentro de um automóvel, sem a segurança dos cintos ou fora das cadeirinhas e até mesmo no colo, os motoristas expõem os pequenos passageiros a riscos desnecessários e muitas vezes com conseqüências desastrosas que poderiam ter sido evitadas, se fossem tomadas medidas de segurança que efetivamente protejam e salvem as vidas, caso aconteça um acidente com nosso bem maior: nossos filhos!!!
             
É inadmissível e irresponsável levar crianças em um veículo sem que elas estejam devidamente instaladas e seguras. Os pais ou responsáveis, por negligência, ignorância, falta de informação e de educação, preguiça de instalar ou acomodar a criança no seu devido lugar, mais o fato de achar que comigo não acontece, só servem para aumentar as crescentes estatísticas envolvendo bebês e crianças, vítimas de acidentes de trânsito em todo país. Portanto dê o exemplo a seus filhos, zele por eles sendo responsável.

Falando em estatísticas, a maioria dos acidentes é provocada por terceiros, segundo a Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), o que nos obriga a tomar mais cuidado ainda.

O melhor e mais seguro lugar para transportar um bebê ou criança em um automóvel, é no meio do banco traseiro ficando mais protegido em caso de colisões laterais, sempre no bebê-conforto, cadeirinha, cadeirão ou suporte de elevação, de acordo com a idade, altura e peso da criança, devidamente acoplados e ajustados aos cintos de segurança do veículo.

2 de set. de 2010

Corra da preguiça!

Praticar atividades físicas não é apenas uma questão de vaidade ou prazer, mas também de saúde. A preguiça faz mal à sua saúde!


Infelizmente, os números evidenciam que muitas pessoas se rendem a este mal. Apenas 2% da humanidade praticam regularmente atividade física.
Não canso de repetir que nosso corpo pede movimento para funcionar regularmente.
Por que não aprendemos desde cedo a gostar de Atividade Física, até mesmo como parte de nosso ritual diário?
Mais do que ninguém, eu gostaria que realmente a preguiça das pessoas fosse um equívoco e que não tivesse eco na nossa realidade.
Aprendemos muito pouco sobre o nosso “hardware”, pois tivemos raríssimos contatos com a atividade física nas aulas de Educação Física na escola; que pelo modelo do passado tiveram muito mais o papel de “deseducar” e de desestimular o gosto pelo movimento, pois eram impostas atividades chatas e que sempre privilegiavam “inconscientemente” uma minoria que tinha talento para o Esporte.
 
Corra...
Hoje, esse legado está traduzido em dados estarrecedores sobre as doenças causadas pelo falta de exercício. Muitas delas, silenciosas. Quando se manifestam, já estão instaladas com os seus malefícios para a saúde e para a vida.
Está provado que ser ativo reduz o risco de infarto, derrame cerebral e diabetes, além de fortalecer músculos e articulações. Para completar, o exercício físico aumenta a produção de serotonina e outras substâncias que influenciam no funcionamento do cérebro, proporcionando a sensação de bem-estar e fornecendo estímulo para enfrentar com mais disposição as atividades do dia-a-dia.
Querendo ou não, gostando ou não, quando a saúde se fragiliza, em qualquer área do nosso corpo, a recomendação médica hoje é unânime: junto com a prescrição médica, vem o remédio complementar: fazer atividade física. E agora, como alternativa para recuperar a saúde, em muitos casos, como única saída para manter a vida.
 
É possível mudar esse quadro?
Felizmente, SIM. Faz parte da minha missão conscientizar as pessoas pelo prazer, pelo respeito à identidade, pela conquista da auto-estima.
Conciliar informação com conscientização, através da experiência individualizada é o nosso desafio.
Cada de um de nós tem internamente uma gama de possibilidades infinita. Através do autoconhecimento, podemos escolher algo que nos faça bem e que nos devolva o caminho natural do corpo: movimento.
O Corpo, quando recebe o que precisa, devolve em dobro energia, saúde, disposição.
Até 30 anos, o corpo se auto-regula. Depois, ele começa a dar sinais de que precisa receber seu combustível natural: movimento e atividade física.
 

Melhor na Vida, Melhor na Empresa!


Devido a um mercado de trabalho cada vez mais competitivo, com cotidiano muito agitado, prazos apertados e acúmulo de tarefas em função da dupla jornada (trabalho/casa), é cada vez mais comum nos profissionais, o surgimento de problemas de saúde, tanto físicos quanto emocionais. Entre eles estão, dores pelo corpo, falta de concentração, irritabilidade, dificuldade na sociabilidade, falta de interesse e morosidade na realização das tarefas.

Com a qualidade de vida comprometida, o rendimento profissional cai a níveis consideráveis e afeta negativamente a carreira e o desempenho da equipe como um todo.

Você vem se sentindo assim? Quais são as atitudes que devem ser tomadas para que você consiga reverter esse quadro e se sentir mais disposto e feliz em sua carreira profissional?

Não espere a situação mudar, não conte apenas com a empresa investindo em você, viabilizando um tratamento ou lhe oferecendo benefícios que você considera importante. Faça você por você mesmo!! O empreendimento é seu e vale sua qualificação profissional, o que garantirá sua empregabilidade, tornando-o motivado, mais dinâmico, interessado e criativo, demonstrando uma melhor performance profissional.

Comece cuidando da saúde! Procure praticar uma atividade física que lhe seja prazerosa e lhe traga diversão! Perceba se essa atividade permite que você interaja com outras pessoas e principalmente, procure manter-se saudável e ativo em todos os níveis. E não esqueça de aliar à essa atividade, um cardápio balanceado com alimentos de qualidade. Você certamente irá se sentir melhor!

Invista em você, procure fazer cursos que você goste. Se possível, aqueles que poderão lhe ser úteis em sua carreira profissional, acrescentando mais conhecimento e habilidades.

Uma vez por semana (ou mais), faça uma atividade cultural, vá ao teatro, ao cinema, um bom jantar e viaje sempre que puder!

Passe mais tempo com seus pais ou com seus filhos... Eles têm muito a lhe ensinar, volte a ser criança, brinque, nem que seja por alguns minutos... Tenha amigos, ria muito, tenha boas conversas! Quem sabe um hobby, ouça boas músicas, preste atenção em você! Você é o protagonista desta história!

Com essas pequenas, mas muito significativas ações, você se transformará numa pessoa mais feliz e, com certeza, num profissional mais interessado e envolvido, consequentemente, mais realizado, tornando sua atividade na empresa muito mais produtiva e certamente reconhecida e valorizada!

Cigarro, o assassino da pele!


Claro que você já ouviu falar e já está cansada de escutar sobre todos os males do cigarro: o câncer, o infarto, aquele rapaz tão moço que morreu o ano passado de uma hora pra outra, etc, etc! Aquele seu amigo chato ex-fumante não te deixa em paz com essa conversa...
  
Mas você, tão cheia de vida, tão ativa, elétrica, já pensou no que a pele do seu rostinho tem sofrido com o fumo? Você sabia, por exemplo, que o cigarro praticamente “come” o colágeno que está na camada mais profunda, justamente o colágeno, responsável pela firmeza, hidratação, viço e sustentação da cútis?
  
Mesmo em mulheres jovens, na faixa os 30 anos que já fumem há cerca de três anos, é possível detectar os sinais clínicos que traduzem esta queima de colágeno: perda do frescor, aspecto mais pálido e abatido, pele amarelada e sem vida, olheiras fundas ou bolsas inchadas sob os olhos, marcas de expressão com ruguinhas na lateral dos olhos, dos lados da face, em torno da boca, sulcos que se aprofundam e traçam uma linha triste dos cantos do nariz aos cantos da boca...
  
As pálpebras parecem sempre inchadas pela manhã e leva algumas horas para ficarem apresentáveis! Nas fotos principalmente, o pescoço pode aparecer mais flácido, com pregas verticais, nas fumantes especialmente após os 35 anos. As mãos tornam-se  sempre muito secas, grossas e vasos começam a ficar visíveis.
  
Como a circulação sanguínea no couro cabeludo também logo se torna deficiente, já que a nicotina estreita os vasos, tornando a chegada de sangue bem mais difícil, temos freqüentemente que nos deparar com a queda de cabelo, especialmente nas regiões anteriores do couro cabeludo. Os fios vão ficando mais fininhos, o couro cabeludo cada vez mais visível próximo à testa. O crescimento dos fios fica mais lento e, se o cabelo já foi agredido por procedimentos químicos como a descoloração e os alisamentos, há alarmantes possibilidades de os fios partirem com mais facilidade. Sobrancelhas ficam finas e com falhas. Cílios parecem menores do que já foram no passado.
  
Celulite então logo surge quando há menor circulação sanguínea nas sofridas áreas dos quadris e coxas. O fumo prejudica consideravelmente a chegada de sangue na região e aí então, até mesmo nas mais magrinhas, podem começar as alterações progressivas e nada agradáveis características: flacidez, menos firmeza, ondulações profundas e os temidos furinhos em “casca de laranja“.
  
O aspecto mais frouxo e flácido pode surgir na área da cintura e abdômen, tirando o entusiasmo pelos fins de semana na praia!
  
A cicatrização fica mais lenta e difícil, as arranhaduras e feridas demoram a fechar, e ainda por cima deixam manchas escuras de recordação que custam a ir embora!
  
Que fazer? Gritar? Não! Pois a voz da fumante vai ficando lentamente mais grossa e rouca, assemelhando-se à voz de uma mulher mais velha! Mas as unhas, estas ficam mais moles, fracas e desfolham facilmente graças a menor nutrição sanguínea que recebem na matriz.
  
Enquanto você não se resolve ou não consegue largar definitivamente este vício maldito, vá antagonizando, ainda que em parte, os efeitos danosos do cigarro, usando revitalizadores como a Vitamina C local, o Ácido Glicólico e Retinóico, além de estimuladores de colágenos como o glycans (pentaglycan e glicosaminoglycan).
  
Alimente-se equilibradamente, repondo sais e minerais como o Zinco, a Vitamina C e o Ácido Fólico, e os complexos de aminoácidos para os cabelos, como a Biotina e a Queratina.
  
Mas, se possível, já jogue o maço fora assim que terminar de ler este artigo! Você vai ver como será magnífico para sua pele!

31 de ago. de 2010

QUALIDADE DE VIDA – VOCE PRATICA?

QUALIDADE DE VIDA





O termo Qualidade de Vida foi definido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como “a percepção do indivíduo de sua posição na vida, no contexto da cultura e sistema de valores nos quais ele vive e em relação aos seus objetivos, expectativas, padrões e preocupações”. 





Portanto, Qualidade de vida é ométodo usado para medir as condições da vida de um ser humano. Envolve o bem físico, mental, psicológico e emocional, além de relacionamentos sociais, como família e amigos, saúde e trabalho. 





QUALIDADE DE VIDA – UM ALIADO PARA SUA VIDA 





Qualidade de vida é palavra de ordem atualmente na sociedade. Tanto no meio empresarial como em qualquer outro segmento de nossa vida, saúde física, mental e espiritual sempre se fazem necessárias. 





Buscar o equilíbrio entre as esferas da vida para viver em harmonia consigo mesmo, com as pessoas e o mundo é o grande desafio do ser humano. 





Para alcançarmos esse equilíbrio, é necessário cultivarmos a paz interior, o amor, a fé, a amizade entre tantos outros valores, alicerçados na família, na religião, na educação e no trabalho. 





Tudo isso associado à um estilo de vida saudável, com boa alimentação, repouso, exercícios físicos corretamente orientados e uma boa dose de lazer... 





A receita parece simples, mas sabemos que não é fácil. Os compromissos do dia a dia, a necessidade de cumprirmos nossos papéis perante nossas obrigações sociais, somados à falta de cuidados pessoais, têm resultado em pessoas estressadas, obesas e deprimidas diante das frustrações e ansiedades geradas. Isso tem se refletido no ambiente empresarial e motivado as empresas a investirem em programas de qualidade de vida que possam colaborar para a melhoria dessa realidade. 








PROGRAMA DE QUALIDADE DE VIDA NA EMPRESA





PROGRAMA DE PROMOÇÃO DA SAÚDE E MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA NA EMPRESA


1. A Qualidade de Vida do Homem constitui o paradigma maior da década;





2. A melhoria da qualidade de vida da população é uma responsabilidade de todos os que fazem a Empresa, a Cidade, o Estado e a Nação;





3. A Empresa se torna mais produtiva e lucrativa na medida em que melhores condições de qualidade de vida oferece aos seus funcionários, familiares e dirigentes;





4. A Vida Melhor passou a ser um dos direitos maiores do homem moderno e a Vida Mais Longa com Qualidade está se tornando uma constante cada vez mais presente em todos os países do mundo;





5. Muitos programas de Qualidade de vida desenvolvidos por Empresas e Instituições públicas, sofrem dificuldades de continuidade em suas operacionalizações necessitando de Programas complementares dirigidos para a melhoria da qualidade de vida dos dirigentes, gerentes e funcionários;





6. A importância para as Empresas em alcançar níveis mínimos de riscos de enfermidades entre os seus integrantes;





7. A necessidade, cada vez maior, de estimular os membros das organizações na prática de condutas e hábitos que gerem uma melhor qualidade de vida para eles e seus familiares;





8. Os estresses químicos, físicos e infecciosos constituem elementos cada vez mais presentes na vida do homem moderno associados ao estresse psicológico e que podem se agravar quando as pessoas são submetidas a ambientes não saudáveis;





9. “Qualidade de Vida é uma condição que se alcança através da mobilização de diferentes dimensões, que se compensam e harmonizam entre si, na nossa própria interpretação de vida”





10. “Promoção da Saúde é um processo que significa a reunião articulada das ações básicas de saúde, prevenção das enfermidades, proteção contra os fatores de riscos, estilos de vida saudáveis, comunicação social e educação para a vida”.