26 de jan. de 2010

O que é a obesidade?





O que é
Ser obeso signifca ter uma quantidade de gordura tão grande em seu corpo, que isso coloca sua vida em risco. O excesso de gordura pode levar ao desenvolvimento de diabetes tipo 2, doenças do coração, pressão alta, artrite, apnéia e derrame. Por causa do risco envolvido, é bom que você perca peso mesmo que não esteja se sentindo mal agora. É difícil mudar seus hábitos alimentares e fazer exercícios. Mas, se você planejar, pode conseguir.

Como posso saber se sou obeso?
Você pode usar uma medida chamada Índice de Massa Corpórea (IMC) para verificar se o seu peso está num nível perigoso para sua saúde. O IMC é uma combinação de altura e peso. Se você tem um IMC maior do que 30, seu peso extra coloca sua saúde em risco.

O lugar onde você concentra a gordura pode ser tão importante quanto o peso em si. Pessoas com gordura localizada na barriga, mais do que nos quadris, têm maior propensão a ter problemas de saúde. Nas mulheres, uma cintura de 89 cm aumenta a chance de doenças. Nos homens, o equivalente seria uma cintura de 100 cm. Nas pessoas asiáticas, os problemas começam a surgir com uma cintura menor, de 80 cm para mulheres, e de 90 para homens.

O que causa a obesidade?
Quando você ingere mais calorias do que gasta, você ganha peso. O que você come e as atividades que você faz ao longo do dia influenciam nisso. Se seus familiares são obesos, você tem mais chances de também ser. Além disso, a família também ajuda na formação dos hábitos alimentares. A vida corrida também torna mais difícil planejar refeições e fazer alimentações saudáveis. Para muitos, é mais fácil comprar comidas prontas e comer fora. Não há soluções de curto prazo para a obesidade. O segredo para perder peso é ingerir menos calorias do que você gasta.

Já tentei várias dietas, mas sempre recupero o peso depois. O que fazer?

Foque na saúde, não em dietas
As dietas são mais difíceis de se manter e normalmente não funcionam a longo prazo. É duro se manter numa dieta que inclui mudanças muito radicais nos seus hábitos alimentares. Em vez de uma dieta, foque em mudanças no estilo de vida que melhorarão sua saúde e o ajudarão a encontrar o equilíbrio. Pequenos passos podem significar muito. Perder cerca de 4,5 kg pode fazer uma grande diferença na sua vida.

Faça um plano de mudanças
Trabalhe com seu médico para desenvolver um plano de trabalho. Peça a amigos e familiares que te ajudem a se manter na meta. Seu médico também pode indicar uma dieta para facilitar a montagem de um cardápio. Quando você se desviar do programa, não se zangue. Descubra o que fez você fugir dele e como você pode consertar isso.

Como posso me manter no programa, mudando meus hábitos?
É difícil mudar hábitos. Mas você precisa ser firme. Tenha certeza de que essa é a hora para você. Você está pronto para encontrar as mudanças? Tem o apoio de familiares e amigos? Sabe quais são os primeiros passos. Ser saudável é um projeto para a vida toda. A maioria das pessoas tem mais sucesso quando faz pequenas mudanças. Um passo de cada vez. Pesquisas mostram que quem fica de olho naquilo que come se dá melhor na perda de peso. Mantenha um caderno onde você pode escrever tudo aquilo que você come e bebe todos os dias. Você pode se surpreender com o tanto que está comendo e bebendo. Uma calculadora de calorias também pode ser útil. Da mesma forma, veja quantas calorias gastou com as atividades físicas que realizou.

É possível tomar remédios ou fazer uma cirurgia?
Cirurgia e remédios não fazem nada sozinhos. A maioria das pessoas precisa também de mudanças nos hábitos alimentares e nos exercícios físicos. Antes que o médico prescreva remédios ou cirurgias, ele provavelmente lhe dará uma dieta de umas seis semanas. E mesmo depois dos remédios e da cirurgia, você precisará adotar novos hábitos alimentares para o resto da vida.


19 de jan. de 2010

Administrando o estresse em local de trabalho


Planeje sua conduta



Estresse é uma resposta física para uma situação indesejável.


Um estresse moderado pode ser resultado de coisas rotineiras como perder o ônibus, ficar por muito tempo em uma fila ou pegar um cartão de estacionamento.


Mas o estresse pode ser também mais severo. Divórcio, problemas familiares, assalto, morte de um ente querido, por exemplo, pode ser devastador.


Uma das fontes mais comuns de estresse, ambos moderado e severo, é o local de trabalho.



Entendendo o estresse



O estresse pode ser de curto prazo (agudo) ou de longo prazo (crônico). O estresse agudo é uma reação a uma ameaça imediata - seja real ou percebida. O estresse crônico envolve situações que não são passageiras, como problemas de relacionamento, pressões no trabalho, e complicações de saúde ou financeiras.


Quando você não consegue lidar com as circunstâncias, uma resposta física ao estresse ocorre para que você consiga energia suficiente para superar a situação. Primeiramente, a adrenalina -que é um hormônio do estresse - é liberada. Isso causa um aumento das batidas do seu coração, sua respiração acelera e sua pressão arterial sobe. Seu fígado aumenta a liberação de glicose - açúcar do sangue - para sua corrente sanguínea, e seu fluxo sanguíneo é direcionado para o cérebro e para grandes músculos. Depois que acaba a ameaça ou a raiva, seu corpo volta a relaxar. Você pode ser capaz de lidar com um evento de estresse ocasionalmente, mas quando ele ocorre repetidamente, como um estresse crônico, os efeitos se multiplicam e se acumulam com o tempo.


A resposta ao estresse é individual. É como um jogador de futebol que se machuca repetidamente em jogos. Uma vez, ele sobrevive. Mas se ele se machucar semana após semana em uma temporada, pode ser que um dia ele não esteja mais apto para jogar.



Quanto estresse podemos agüentar?



Você está muito estressado quando esses cinco sinais aparecerem:


· Você se sente irritável.
· Você tem algum distúrbio do sono - ou dorme muito, ou não consegue dormir.
· Você não consegue sentir nenhum prazer na vida.
· Você perde seu apetite ou não consegue parar de comer.
· Você apresenta problemas de relacionamento - não consegue mais se dar bem com amigos ou família.


Muito estresse pode aparecer na forma de doença, infertilidade ou fadiga. Estresse crônico pode causar danos a sua saúde, incluindo:



Seu Sistema Imune



Estresse pode suprimir seu sistema imune, tornando-o mais suscetível a infecções virais, como pelo vírus H. influenza, e a infecções bacterianas como a tuberculose.



Sua saúde cardiovascular



Estresse causa um aumento da freqüência cardíaca, dores no peito (angina) e ritmos cardíacos irregulares (arritmias). O estresse pode levar ainda a ataques cardíacos e infartos.
Se você já tem algum problema de saúde como asma ou problemas gastrintestinais, o estresse pode ainda agravar os sintomas de tais afecções.


Estresse agudo pode causar: Estresse crônico pode causar:




  • Irritabilidade e preocupação

  • Ansiedade e ataques de pânico

  • Tristeza

  • Depressão ou melancolia

  • Perda do apetite

  • Anorexia ou compulsão

  • Estado de alerta constante e aumento da sensação de energia Irritabilidade

  • Supresão do sistema imune

  • Baixa resistência à infecções

  • Metabolismo aumentado e consumo da gordura corporal

  • Diabetes ou hipertensão

  • Infertilidade Ausência de menstruação (amenorréia) ou perda da libido


Dicas para aliviar a tensão



Dias de trabalho mais longos, menos tempo de sono e excesso de informações são as três principais fontes do estresse.


Você tem que se perguntar "Mais é melhor? Mais rápido significa melhor?" Respondendo sim para essas perguntas você pode estar alterando os níveis de estresse na sua vida. O tempo de trabalho semanal está cada vez mais longo - o número de pessoas que trabalham 40 horas ou mais por semana aumenta cada vez mais. As pessoas estão dormindo menos que seus avós, e a quantidade de informações que recebemos pela Internet, TV, rádio, jornais, revistas e e-mails é devastadora. Nós estamos em um estado de super estimulação. A única forma de sobreviver a essa existência estressante é reconhecer que podemos escolher como podemos responder ao estresse. As pessoas podem modificar seu comportamento e escolher como responder a certas situações.



Tenha calma com si mesmo



Simplifique sua vida. Exclua algumas atividades ou tarefas designadas do seu dia.
Pratique técnicas de relaxamento como controle da respiração, limpe sua mente e relaxe seus músculos.


Concentre-se em uma coisa de cada vez. Não leve os problemas do trabalho para casa, ou os problemas de casa para o trabalho.


Mantenha um diário do estresse. Anote tudo aquilo que te estressa e aprenda a prevenir. Faça o que é mais importante primeiro.


Procure sempre o lado positivo das coisas. Considere a situação uma oportunidade de melhorar sua vida.


Use o humor para reduzir ou aliviar a tensão



Pratique hábitos saudáveis



Exercite-se. Isto fará com que alivie a pressão e ainda fornecerá um tempo livre de estresse.


Vá mais cedo para cama. Mais tempo de sono o torna mais forte e mais capaz de lidar com as responsabilidades do dia-a-dia.


Alimente-se bem no café da manhã e no almoço. Mantenha seu nível de energia alto por todo o dia.


Reduza ou elimine o consumo de cafeína. Cafeína é um estimulante, e pode agravar seu nível de estresse.



Dê um tempo



Saia de férias. Tire algum tempo para si mesmo, mesmo que seja apenas um dia, ou quem sabe uma longa semana.


Planeje um tempo fixo para você. Mas limite o tempo gasto com pessoas negativas.


Realize algum trabalho voluntário, ou comece algum hobby.


Pare por vários pequenos intervalos durante o dia. Pegue 30 segundos e dê uma olhada pela janela, ou se alongue.



Revitalize sua mente e corpo



  • Faça massagem para aliviar a tensão.

  • Delicie-se com um banho quente.

  • Pratique técnicas de relaxamento, como respirar fundo ou auto-hipnose.

  • Reze ou medite.

  • Procure a sua diversão.

    Leia um livro ou veja algum filme alto-astral.




8 de jan. de 2010

Qualidade de Vida das Mulheres – Haja coração!

Já não é novidade nenhuma que problemas de coração quando atingem mulheres jovens são fatais, e que para isso você precisa se alimentar melhor, praticar atividades físicas e blá blá blá…

Com a morte da atriz americana Brittany Murphy, 32, o assunto volta à tona e é bom as mulheres fiquem atentas qualidade de vida e todos os “blás, blás, blás” tão importantes para a manutenção de nossa saúde. No caso de Murphy, suspeita-se que a parada cardíaca tenha ocorrido porque a jovem era viciada em analgésicos, que em sua maioria contém um componente chamado opioide.

O que são e o que causam?
Os opioides são grupos de substâncias naturais e sintéticas, geralmente encontrados em remédios para tratar dores, descontrole intestinal e tosse. São chamados de “Depressores do Sistema Nervoso Central”, e o abuso desse componente pode causar sonolência, diminuição da frequência cardíaca e queda da pressão arterial.

Nas mulheres alguns fatores contribuem e aumentam o risco de infarto. Confira nas informações abaixo:




Tabagismo - Favorece a formação de coágulos;


Colesterol Alto – Aumenta o risco de aterosclerose;


Diabetes - Provoca lesão nos vasos;


Pílula Anticoncepcional - Favorece a formação de coágulos;


Uso de drogas (principalmente cocaína) - Favorece a formação de coágulos, leva à constrição das artérias e acelera o processo a aterosclerose;


Abuso de opioides - Deprimem o Sistema Nervoso Central e podem causar parada respiratória e consequentemente parada cardíaca;


Anfetaminas (presentes em fórmulas para emagrecer) - São estimulantes, aumentam o consumo de oxigênio por parte do coração e podem causar taquicardia, vasoconstrição e arritmias;


Estresse - Libera adrenalina, um potente vasoconstritor.


Mantenha uma alimentação balanceada e pratique atividades físicas. Estar em dia com sua saúde evitará o uso desnecessário de medicamentos. Quantas cápsulas você poderia evitar apenas com a mudança de comportamento? Reflita.

Bactérias e o Verão – Não deixe que elas invadam a sua praia!


Verão, praia, frango a passarinho, farofa…

O que você costuma comer nas férias de verão?

É no verão que tentamos fugir do que é comum da rotina diária quando estamos estudando ou trabalhando.

Mas é nessa época que temos que tomar mais cuidado para não adquirir doenças infecciosas no intestino, e a preocupação com o alimento que é ingerido deve aumentar. É no período do verão que essas doenças aumentam em cerca de 30%.

Bactérias, fungos e vírus costumam ficar mais evidentes durante dezembro e janeiro, pois encontram um ambiente perfeito para a proliferação com o aumento do calor e da umidade.

Alguns cuidados devem ser tomados nas férias como:

■Prestar atenção na qualidade da água em que está bebendo;
■Lavar latinhas de refrigerante e suco antes de beber, pois nunca se sabe se elas são armazenadas e se estão limpas;
■Evitar comer lanches de barracas que ficam na rua ou na praia;
■Evitar comer lanches naturais que contenham maionese;
■Algumas doenças que você pode contrair são a Hepatite A e a Salmonella que afeta mais as crianças, jovens adultos e idosos.
Algumas doenças que você pode contrair são a Hepatite A e a Salmonella que afeta mais as crianças, jovens adultos e idosos.
Cuidado e canja de galinha não faz mal a ninguém, lembra??

O tempo em função da saúde

Você já fez promessas para o próximo ano? Você inclui “cuidar mais da minha saúde” na lista?

O tempo é curto, só temos 24 horas por dia para nos dividirmos entre o trabalho, estudos, casa, filhos, marido… Mas sempre esquecemos de garantir um tempinho para cuidar da nossa própria saúde. O que muitas pessoas não percebem ou preferem esquecer é que sem saúde é impossível dar conta das outras coisas.

O dia-a-dia conturbado não deve mais servir de desculpas para não viver a vida de uma maneira saudável, da hora que levantamos até quando voltamos a dormir. Sabendo dividir as 24 horas de maneira prática, fácil e inteligente podemos fazer coisas simples que mantém a mente e o físico em equilíbrio proporcionando bem-estar.

Logo pela manhã você precisa acordar bem cedo para ir trabalhar. Mas e se o despertador te deixa na mão? Você acorda atrasado e já pensa em pegar suas coisas, ligar o carro e sair correndo sem tomar café. Você sabia que apenas 13 minutos são suficientes para tomar um café e comer um pãozinho?

Pois é, essa pressa que as pessoas adquiriram ao longo dos anos – principalmente depois da revolução industrial, urbanização, etc. – prejudica a saúde dos indivíduos que deixam o bem-estar físico e mental em segundo plano.

Você nem imagina, mas dá pra cuidar da saúde durante o dia todo através de iniciativas básicas e rápidas, acompanhe algumas:

Comece o dia tomando café, isso não leva mais do que 13 minutos;


1. Antes de ir para o trabalho reserve 30 minutos para fazer uma caminhada. Dividir esse tempo em três períodos de 10 minutos não faz nenhuma diferença, você pode andar um pouco antes de entrar para o trabalho, durante o almoço, e quando voltar para casa;

2. Antes de chegar ao trabalho você pega ônibus ou vai de carro certo? Durante seu deslocamento o que você faz? Poderia ouvir música ou ler um livro. Para fazer isso bastam apenas 14 minutos, quatro para a música e dez para a leitura. Mas você deve estar se perguntando qual o benefício para a saúde? Simples, a música alivia as dores crônicas, além de combater a depressão e diminuir a ansiedade; a leitura exercita os neurônios;

3. No local de trabalho procure se movimentar um pouco, quando ficamos mais de três horas na mesma posição podemos prejudicar nossa coluna e a circulação. Movimentar-se em 15 minutos alternados durante as 8 horas que você trabalha são suficientes, faça alongamentos no pescoço, caminhe até o banheiro, levante para tomar café;

4. Acabou o horário de almoço. Chega a hora de cuidar da higiene bucal. Passar o fio dental depois de escovar os dentes demora cerca de 6 minutos e protege sua boca de bactérias;

5. Durante o dia todo não esqueça de se hidratar, principalmente durante o verão. Demora cerca de 4 minutos para você tomar um copo de água. Não precisa ficar preso a famosa meta de 2 litros por dia, cada pessoa tem uma necessidade diferente;

6. Depois de um dia cansativo de trabalho, estresse, brigas de trânsito… todos precisam relaxar, e nada melhor do que meditar para esvaziar a mente dos problemas. Vinte minutos são suficientes e você pode fazer isso quando chegar em casa. Além da prática aliviar a tensão, pacientes cardíacos que meditam diariamente diminuem os riscos de ter infarto em 50%.
Práticas simples que fazem a diferença. Experimente!!!

CORRIDA DE SÃO SILVESTRE

Parabéns aos nossos atletas e professores que participaram da Corrida de São Silvestre no dia 31/12/2009.

Estamos muito felizes com o resultado e temos a certeza de que voces são um exemplo e que fazem realmente a diferença. Em 2010 mais provas nos aguardam e estaremos juntos motivando e levando voces mais e mais a frente.

Nosso grupo de caminhada e corrida é um de nossos maiores orgulhos e esperamos que mais empresas façam como a Karcher e ajudem a formar novos campeões na vida e na saúde.















6 de jan. de 2010

Folder - Programa de Qualidade de Vida




Qualidade de Vida - Texto de Fernando Hartmann

Acredito firmemente na importância de o ser humano ser trabalhado e direcionado à auto-realização, através do autoconhecimento. Para que isso aconteça é necessário ter saúde, ser saudável.

Vemos, nos dias atuais, o desenvolvimento tecnológico e científico em alta velocidade, a competitividade cada mais agressiva, o indivíduo cada vez mais assustado, sem rumo, despreparado.

A cultura oriental trabalha preventivamente, sua medicina é preventiva. Cuida da pessoa e a pessoa se cuida para não adoecer. Tem, também, a visão do todo, global, holística. Quando o indivíduo adoece, todo seu ser é afetado: corpo, mente e alma. Isso envolve a relação consigo mesmo, com a família, com o trabalho. Afeta sua harmonia, seu humor, a motivação, enfim, sua vida e a de quem está ligado a ele.

Nossa cultura ocidental tem a visão do momento. Leva o ser a agir de acordo com as circunstâncias e o que é pior, é envolvido por elas, é afetado profundamente. A prova disso são os hospitais lotados. A falta de capacitação humana e profissional causa a morte de inúmeras pessoas, diariamente. E isso independe da classe social. Quer prova maior do que o caso Tom Jobim, em pleno Estados Unidos?

Para evitar tal desequilíbrio, que leva até mesmo à morte prematura, ou suspensão das atividades - tenho caso de jovens executivos afastados do mercado devido a derrames e enfartes, sem contar as úlceras, reumatismos, problemas graves de coluna, entre outros - as empresas orientais oferecem a seus funcionários várias opções de atividades: yoga, tai-chi-chuan, ginástica, meditação. São atividades leves que retiram a fadiga, o estresse e reestruturam o indivíduo emocionalmente, como também preparam seu corpo e sua mente para as jornadas geralmente intensas de trabalho.

Essas atividades costumam ser acompanhadas por pessoas preparadas, capacitadas, como médicos, psicólogos, professores e consultores, que vão orientando o profissional para que tenha saúde plena e igual condição para exercer suas funções junto à empresa, mas também junto à família, à sociedade, ao mundo.

Na Europa e nos Estados Unidos, isso já vem acontecendo. Já acordaram para a realidade atual: o ser humano precisa se tratar para alcançar a plena realização de seus objetivos, através do conhecimento e bem estar de si mesmo.

No Brasil, isso já começa a ser percebido. É hora de olharmos para a frente e percebermos a importância de estarmos bem para fazermos bem nosso dever. Como empresário, executivo, gerente, operário, só alcançaremos qualidade total quando ela fizer parte de nós mesmos, quando vivermos com qualidade em pensamentos, sentimentos e expressões, ou seja, quando tivermos qualidade de vida.

Por qualidade de vida, entendemos uma maneira mais adequada de se viver, mais sadia, desde a relação consigo mesmo, passando pela inter-relação e a própria relação com o Todo, com o Cosmos.

Estão surgindo novos paradigmas, tais como: trabalho em equipe, saindo o individual; conhecimentos gerais, em lugar do específico; experiências múltiplas, incluindo a internacional, em vez de uma apenas; e muitos outros.

Os tempos mudaram e continuam mudando, prometendo ainda muitas transformações nas relações interpessoais, profissionais e, especificamente, na relação individual, pessoal, consigo mesmo.

A Empresa
A Empresa é uma entidade organizada e precisa ser bem estruturada para realizar sua função e alcançar suas metas. O objetivo é o sucesso. Para isso é fundamental ter objetividade e clareza quanto à cultura, à filosofia e aos valores. Necessita, também, de materiais e equipamentos, atentando para a alta tecnologia e a modernidade, passando pela inovação constante. Ser objetiva e transparente na informação e na relação com clientes e fornecedores é outro dever da Organização.

A Revolução Tecnológica e as últimas descobertas da Ciência têm mexido com as estruturas empresariais e com os processos de gestão. Precisa-se, hoje, dar atenção permanente ao novo (ou a maneira nova de fazer), para manter a competitividade, gerando lucros maiores e conquistando a liderança. Hoje, além de existir, é prioritário ser boa para vir a ser a melhor ou a maior.

Com a abertura e a globalização do mercado, temos uma nova visão de administração e economia, aprimorando ou atualizando algumas teorias e tendo outras totalmente ultrapassadas. O que fariam hoje grandes astros do passado como Ford, Fayol, Taylor, Marx, entre outros? Certamente, fariam diferente.

Percebemos hoje um amadurecimento em relação ao passado. Daqui a cem anos todo o processo hoje defendido poderá estar igualmente superado. Mas o mérito desses homens é inquestionável, pois é através de suas descobertas e afirmativas - a criação dos paradigmas - que se pode aprimorar ou mudar. Longas pesquisas, profundas experiências, "insights" que provocam novas descobertas ou reformulações de antigas teorias, favorecem e conduzem ao crescimento da humanidade.

O tema modernidade sugere mudanças. Mudanças na forma de ver, pensar e agir. Mudar estruturas pede para mudar processos; a recíproca é verdadeira. Mudança total, plena, global. É preciso mudar, transformar para crescer, mas primeiramente, modernizar para sobreviver.

Conceitos e atividades recentes são introduzidos nas empresas tais como: Reengenharia de Processos, Qualidade Total, Gestão Participativa e Tecnologia de Sistemas de Informática. O objetivo é o mesmo: fazer a empresa funcionar bem, ser produtiva e lucrativa.

Atualmente, temos uma nova visão dos conceitos organizacionais. Ser produtivo não significa mais produzir em massa e, sim, bem-feito, com qualidade até mesmo de forma personalizada. Ser lucrativo não é mais ganhar sobre os custos e sim baixá-los, cortando desperdícios e tornando o preço mais acessível.

A tecnologia nos oferece uma forma de fazer melhor e mais rápido. A ciência nos mostra outros canais e caminhos para o aprendizado. Temos inúmeras possibilidades, hoje em dia, de tornarmos a empresa mais produtiva, lucrativa, com segurança, qualidade, eficiência e eficácia.

O Homem
Todo trabalho produz um resultado. Trabalho bem-feito gera resultado positivo; trabalho sem qualidade gera resultado negativo. E a cada dia cresce a cobrança, tornando o público mais exigente.

Toda empresa quer lucro, quer também liderança, quer ainda reconhecimento. Em um mercado aberto e internacionalizado cresce a competitividade e a busca pela qualidade. Também o empregado quer lucro (um bom salário), quer liderança (sentir-se capacitado, qualificado para a função, competente) e quer igualmente reconhecimento (elogios, promoções e novos desafios).

Na Organização, qual é o elemento que vê, pensa e faz? Evidentemente, é o elemento humano. Do teto ao chão, do presidente ao operário, é sempre o elemento humano em ação. É ele quem faz a empresa! A mente elabora as idéias, ordena os pensamentos, forma os processos, a estrutura. O corpo coloca as idéias em ação, realiza os movimentos, a dinâmica empresarial. Uma integração é necessária. Integração esta do pensar e do agir, como também das hierarquias, formando um todo fortemente estruturado. Esta é uma empresa vitoriosa, bem-sucedida, sólida, que sobrevive às crises políticas, econômicas e sociais; uma empresa competitiva, lucrativa e eficaz.

É freqüente encontrarmos Organizações com um bom serviço de Marketing. O contato direto causa um impacto negativo; o atendimento é medíocre, o produto é fraco. Vemos também escritórios muito bem montados e equipados porém a recepção e o tratamento são pobres. Vemos, ainda, empresas bastante simpáticas e agradáveis e o nível de limpeza muito deficiente, o que afasta os clientes. Temos muitas histórias para contar... Falta estrutura forte e modelo adequado de gestão.

Qualidade Total Significa Satisfação Total
O sistema empresarial moderno se direciona cada vez mais para a satisfação total. Além da qualidade total, tão em voga atualmente, quando se procura atender as necessidades e exigências do cliente, encontramos a satisfação total. A aproximação da perfeição na confecção do produto ou na realização de um serviço é alvo cada vez maior. Quando um produto ou serviço alcança um nível elevado tem a satisfação do cliente que o recebeu, do indivíduo que o produziu, passando pela pessoa que o distribuiu, pelo gerente que orientou, pelo diretor da empresa, que tem a certeza da missão cumprida, e a devida expressão dos valores e da cultura da empresa. Para isso é necessária uma comunicação estimulada e uma fonte de informação e incentivo adequada.

É primordial a percepção de que para as tão necessárias, esperadas e desejadas lucratividade, competitividade e liderança de mercado, o elemento humano necessita de qualificação e capacitação plenas. O homem é a maior fonte de lucro de uma Organização e nele deve ser feito o primeiro e o mais alto investimento. Em uma visão arcaica e ultrapassada, o indivíduo é visto como custo, prejuízo e objeto descartável. Na visão empresarial moderna, ele é a maior fonte de investimento. Investir nos recursos humanos da empresa é lucro certo. Vemos, nas empresas modernas, que o Departamento de RH tem uma atenção especial. Ele já é o elemento gerador de lucro, pois é responsável em preparar devidamente o profissional e prestar assessoria a outras instituições.

Todos sabemos que, quanto menor é a rotatividade de pessoal, menores são os gastos com processos de admissão, demissão e treinamento. Da mesma forma, quanto menor é o absenteísmo, maior e melhor é a sua produção. Quanto mais integradas as equipes, melhor é o rendimento. Quanto mais motivada é a empresa, melhor é a qualidade global da mesma.

Qualidade de Vida na Empresa
Precisamos olhar o termo qualidade de forma mais ampla. É ilusão querer oferecer qualidade se quem produz está infeliz. Quando há infelicidade por alguma razão, seja salário baixo, má condição de trabalho, entre outras, faltará qualidade total.

Para haver qualidade total de produto ou serviço, toda a rede que envolve a confecção ou realização do mesmo, precisa ter Qualidade de Vida. A qualidade precisa estar além do produto ou do serviço. Precisa quebrar as barreiras do egoísmo e do individualismo de cada indivíduo, seja operário, gerente ou diretor. Precisa estar na vida pessoal de cada elemento e ser extensivo às suas famílias e a comunidade em que vive.

Qualidade precisa ser compartilhada. Só existe qualidade total de produto ou serviço quando ela vem acompanhada de qualidade total de vida pessoal e coletiva. Só existe excelência empresarial, havendo excelência na qualidade de vida pessoal e coletiva. Esta abrange a comunidade empresarial, familiar e social. E como estamos diante da globalização do mercado, podemos afirmar que a necessária qualidade total exige a relação plena da comunidade mundial, planetária e cósmica.

Precisamos, inicialmente, realizar a Qualidade Total de Vida, a Reengenharia Humana, a Parceria do Ser, a Autogestão Participativa, o Gerenciamento Global ...

PROGRAMA DE QUALIDADE DE VIDA 2


Médias e grandes empresas aumentam produtividade e lucro com programas de qualidade de vida para funcionários.
Empresas de médio e de grande porte registram baixos índices de absenteísmo de funcionários e melhora considerável na motivação, criatividade e produtividade das equipes de trabalho – e também nos lucros – ao investirem em programas de qualidade de vida para seus colaboradores. Grupos ou clubes de corrida têm virado uma febre entre as companhias, como o Grupo Caixa Seguros.

Em um domingo, no último dia 30 de agosto, por exemplo, o Grupo promoveu a 1ª Corrida Viva Bem, em Brasília (DF). Pela primeira vez, uma competição antes voltada apenas para colaboradores e familiares abriu inscrições ao público de todo o País. Foi a forma de a companhia comemorar o segundo aniversário do programa de qualidade de vida Viva Bem. “Uma multidão de 1.300 corredores de rua participou em um domingo ensolarado, às 8h. E no mesmo dia, Brasília sediava outras duas provas semelhantes, ou seja, foi um sucesso imenso”, comemora Denise Dantas, superintendente de Recursos Humanos do Grupo.

O interessante é que os colaboradores selecionados não fazem parte do clube de corrida da empresa. “O critério para participar é ser sedentário ou não praticar a corrida. A proposta é estimular a adoção de hábitos saudáveis e a prática de esporte por parte desse pessoal, assim como o fizeram os que integram o clube de corrida”, explica Andréia Azevedo, Gerente de Remuneração e Benefícios.

Assim que anunciou internamente que a companhia arcaria com a participação de dez colaboradores no Desafio Super 40, surgiram vinte interessados. “Foi sensacional! Tivemos o dobro de adesão em relação ao ano passado. Isso mostra que o programa Viva Bem está motivando nosso corpo funcional a mudar de vida”, diz Andréia Azevedo.

Além do clube de corrida, o Grupo Caixa Seguros mantém programa antitabagismo, coral e outras 13 iniciativas no programa Viva Bem. O efeito imediato dessa política de qualidade de vida foi a redução pela metade dos atendimentos médicos e das faltas ao serviço, em dois anos, além do aumento da produtividade e, consequentemente, dos lucros.

O Grupo, que havia lucrado R$ 3,1 milhões em 2006, fechou o ano passado com R$ 5,1 milhões. “Acreditamos que as ações de qualidade de vida, colaborou para esse crescimento”, afirma Andréia Azevedo. Atualmente, 71% dos colaboradores estão satisfeitos com a companhia e 82% têm a mesma opinião em relação aos benefícios do programa de qualidade de vida. Leia mais abaixo ao depoimento da funcionária do Grupo Caixa Seguros, Marla Neves.

O efeito positivo para os negócios é ainda mais impactante se o ramo de atuação da empresa está relacionado à promoção de boas condições de vida ao cliente. Ao promover a qualidade de vida dos funcionários, a companhia desperta neles uma percepção mais profunda sobre os objetivos dos negócios ali desenvolvidos. E, ao mesmo tempo, chama a atenção dos clientes para sua política ou filosofia de promover o bem-estar coletivo, o que gera um retorno à imagem de valor incalculável, opina Denise Dantas, Superintendente de RH.

Outras empresas seguem o exemplo

Assim como o Grupo Caixa Seguros, outras companhias organizam para os funcionários clubes de corrida, programas antitabagistas, ações culturais, assistência psicológica e jurídica, entre outras.

Petrobras, BNDES e Embratel são algumas grandes que desenvolvem programas ligados ao bem-estar dos colaboradores de olho nas vantagens competitivas. Entre as médias empresas, destaca-se o Laboratório Sabin, líder em análises clínicas no Distrito Federal e premiado diversas vezes pelo cuidado com o bem-estar dos funcionários.

O Laboratório Sabin também colhe os frutos de uma política de bem-estar laboral consistente, com investimento anual de R$ 3,5 milhões. Grupo de corrida, ações de auxílio à maternidade e ao casamento, previdência privada, realização de exames, educação superior a até Dia de Noiva são algumas iniciativas da empresa para promover a qualidade de vida dos seus 751 colaboradores. Essas ações trouxeram resultados expressivos: em 2008, o índice de faltas de funcionários nas 56 unidades do laboratório foi de apenas 0,85%.

Helenildes Ribeiro, coletora do Laboratório, ganhou ingressos para ir ao teatro com o marido. A distribuição faz parte de uma ação cultural regular do Sabin e foi uma experiência inesquecível: “Foi realmente maravilhoso. Há doze anos eu e meu marido não saíamos sozinhos, sem as crianças. A última vez tinha sido no lançamento do filme Titanic”, relembra Helenildes.

Demissão zero

Experiências como essa fortalecem o vínculo entre o colaborador e a empresa e atribuem um novo valor a essa relação. Segundo a psicóloga e analista de RH Raquel Vilas Boas, o ganho que não pode ser mensurado em números absolutos é muito valioso, como a satisfação do colaborador ao praticar esportes ou ir ao teatro incentivado pela empresa. “Benefícios intangíveis são responsáveis por reter talentos na empresa”, lembra Raquel. Os números do Laboratório Sabin confirmam essa teoria - nos últimos três anos, não houve turn over na área técnica da empresa, ou seja: nenhuma demissão ou nova contratação.

Tanto no Laboratório Sabin quanto no Grupo CAIXA SEGUROS, o investimento no bem-estar da equipe é uma prioridade e está sempre aliado à estratégia do negócio. “Isso fortalece a cultura organizacional. Faz com que os colaboradores compreendam melhor a estratégia da empresa e sintam-se reconhecidos”, conclui Raquel Vilas Boas.

PROGRAMA DE QUALIDADE DE VIDA 1

Qualidade de vida é um fator de excelência pessoal e organizacional que pode trazer inúmeros benefícios às pessoas e empresas, porém, é necessário saber implementá-la. Neste texto, tratarei de abordar, resumidamente, aspectos relevantes para a implementação de programas de qualidade de vida em empresas.

Falar de qualidade de vida é sempre muito gratificante. Considero o tema uma fonte inesgotável de princípios teóricos e práticos que tem contribuído muito ao desenvolvimento humano, profissional e organizacional. Não é uma novidade dizer que a prática de atividades de qualidade de vida, em qualquer ambiente, traz inúmeros benefícios para o bem-estar das pessoas e uma maior produtividade para as empresas. No entanto, ainda percebem-se dificuldades para conseguir com que as pessoas sensibilizem-se quanto à importância da adoção de hábitos de vida saudáveis e, nas empresas, a dificuldade é levar os funcionários à adoção dos princípios da qualidade de vida como uma filosofia de trabalho.

O sucesso da implementação de programas de qualidade de vida depende, por um lado, do comprometimento dos colaboradores em fazer boas escolhas quanto aos hábitos saudáveis e às atitudes de enfrentamento à adversidade e, por outro lado, da empresa em poder fornecer condições necessárias para que essas escolhas aconteçam.

Implementar ações de qualidade de vida não é tarefa fácil se considerarmos que as pessoas estão permanentemente expostas a fatores estressores que podem afetar a saúde. O estresse é um componente da vida moderna presente em qualquer ambiente, não escolhendo a quem atingir. Isto justifica plenamente a criação de programas de qualidade de vida para lidar com os fatores de risco à saúde e para minimizar a exposição das pessoas a eles.

O trabalho é uma atividade na vida das pessoas que muitas vezes torna-se o organizador do seu estilo de vida, podendo ser, para uns uma fonte de prazer e, para outros, de desprazer. Assim sendo, cabe-se questionar sobre o quanto as empresas estão preocupando-se e investindo na qualidade de vida dos seus colaboradores.

Muitas empresas que aderiram às atividades de qualidade de vida vivenciam benefícios que elas trazem à saúde e ao bem-estar dos seus colaboradores. Com certeza elas ganharam maior produtividade através do maior envolvimento das pessoas e estas, por sua vez, ganharam uma fonte de prazer no trabalho. Não é por acaso que essas empresas encontram-se na classificação das melhores empresas para se trabalhar.

Para que um programa de qualidade de vida seja bem sucedido, ele deve favorecer a criação de espaços de apoio à tomada de decisões das pessoas quanto à responsabilidade pessoal pela saúde e pela adoção estilos de vida que favoreçam o seu bem-estar, abordando temas de desenvolvimento de forma global, isto é, considerando os aspectos biológicos, psicológicos, sociais e espirituais do ser humano.

Qualidade de vida é a percepção que a própria pessoa tem sobre o seu bem-estar, sendo este o parâmetro para avaliar a eficácia das ações dos programas de qualidade de vida. Especialistas no assunto afirmam que em torno de 53% dos fatores que favorecem a longevidade saudável são determinados por hábitos, crenças e valores, ou seja, pelo estilo de vida das pessoas. Outros 20% seriam determinados pelas condições do meio ambiente, 17% por fatores genéticos ou hereditários e 10% por fatores atribuídos à assistência médica. Essa estatística sustenta o fato de que uma das formas de alcançar um nível adequado de bem-estar é facilitando as escolhas de atitudes positivas perante situações adversas como um mecanismo para o enfrentamento do estresse do dia-a-dia.

Domenico de Masi, em um dos seus textos sobre a criatividade, cita: "A plenitude da atividade humana é alcançada somente quando nela coincidem, se acumulam, se exaltam e se mesclam o trabalho, o estudo e o jogo; isto é, quando nós trabalhamos, aprendemos e nos divertimos, tudo ao mesmo tempo”. Nessa frase o autor faz um convite a olharmos para a qualidade de vida sob múltiplas dimensões e não somente como fatores isolados. É necessário encontramos prazer naquilo que fazemos e para isso temos que agregar valores às nossas ações.

Em síntese, um programa de qualidade de vida em empresas deve promover ações que revertam-se em benefícios à saúde dos funcionários e deve criar mecanismos para lidar com as dificuldades que as pessoas e a empresa têm para aderirem à prática contínua de atividades de qualidade de vida, considerando que qualidade de vida no trabalho é muito mais do que escolher praticar atividades físicas, ter uma alimentação adequada, aproveitar melhor o tempo livre, aprimorar seus relacionamentos, em fim, escolhas que fazem com que as pessoas tenham uma vida saudável. Qualidade de vida é ter plena consciência dos benéficos à saúde que essa escolha trará para as pessoas e um meio para que a empresa possa aproveitar melhor o potencial dos seus colaboradores.

5 de jan. de 2010

PROGRAMA DE QUALIDADE DE VIDA


Nosso Folder:


PROGRAMA DE QUALIDADE DE VIDA

Contate nossa empresa e conheça o melhor Programa de Qualidade de Vida Corporativa.
Único e exclusivo com 4 técnicas distribuidas em um cronograma mensal de atividades. Sua empresa irá desfrutar de momentos onde são despertadas sensações e criados momentos de alegria e descontração.
"A EMPRESA SAUDÁVEL, É UMA EMPRESA FELIZ!"

4 de jan. de 2010

FELIZ 2010


1. Seja ético. A vitória que vale a pena é a que aumenta a dignidade e reafirma valores profundos.

2. Estude sempre e muito. A glória pertence àqueles que tem um trabalho especial para oferecer.
3. Seja grato a quem participa de suas conquistas. O verdadeiro campeão sabe que as vitórias são alimentadas pelo trabalho em equipe. Agradecer é a melhor maneira de deixar os outros motivados.
4. Eleve suas expectativas. Pessoas com sonhos grandes obtêm energia para crescer. Os vencedores pensam em como realizar seu objetivo.

5. Tenha metas claras. A História da Humanidade é cheia de vidas desperdiçadas: amores que não geram relações enriquecedoras, talentos que não levam carreiras ao sucesso, etc. Ter objetivos evita desperdícios de tempo, energia e dinheiro.
6. Cuide bem do seu corpo. Alimentação, sono e exercício são fundamentais para uma vida saudável. Seu corpo é seu templo. Quando você tiver 60 anos, alguém pode lhe pedir para fazer algo realmente grande.
7. Qualifique os relacionamentos profissionais. Os amigos são a melhor referência em crises e a melhor fonte de oportunidades na expansão. Ter bons contatos é essencial em momentos decisivos.
8. Tenha um orientador. Viver sem é decidir na neblina, sabendo que o resultado só será conhecido, quando pouco resta a fazer. Procure alguém de confiança, de preferência mais experiente e mais bem sucedido, para lhe orientar nas decisões, caso precise.
9. Jogue fora o vício da preocupação. Viver tenso e estressado está virando moda. Parece que ser competente e estar de bem com a vida são coisas incompatíveis. Bobagem... Defina suas metas, conquiste-as e deixe as neuras para quem gosta delas.
10. Tenha amigos vencedores. Aproxime-se de pessoas com alegria de viver, celebre as vitórias e compartilhe o sucesso, mesmo as pequenas conquistas, com pessoas queridas. Grite, chore, encha-se de energia para os desafios seguintes.
11. Arrisque! A vida não é para covardes. Quem fica a noite em casa sozinho, só terá que decidir que pizza pedir. E o único risco será o de engordar.
12. Tenha uma vida espiritual. Conversar com Deus é o máximo, especialmente para agradecer. Ore antes de dormir. Faz bem ao sono e a alma. Oração e meditação são fontes de inspiração.

22 de dez. de 2009

Boletim Informativo

Em 2010 teremos nosso Boletim Informativo Periódico.
O nome será: InformAtive Vida
Nele estaremos colocando Dicas, Textos, Cases e tudo o que for importante e útil para tornar o dia a dia da vida pessoal e corporativa mais Saudável e Feliz.
Abortaremos temas como: Saúde Ambiental, Saúde Corporativa, Saúde Espiritual, Saúde Física, Saúde Financeira, Saúde Social etc. A cada número abordaremos assuntos pertinentes a estas áreas e outros assuntos pertinentes ao Bem Estar Físico, Mental e Espiritual das pessoas e empresas.
Será mais um canal de comunicação entre a Ative Vida e seus clientes, amigos e parceiros.
Aguardem mais novidades.

8 de dez. de 2009

Conforto e saúde - Um artigo do Dr. Drauzio Varella

Conforto e saúde

O conforto nos tornou sedentários empedernidos. Conforto pressupõe cadeiras anatômicas com almofadas macias e ter tudo ao alcance da mão.
Enquanto nossos antepassados caçadores-coletores ganhavam o sustento com o suor de seus corpos e nossos avós eram obrigados a longas caminhadas para realizar as tarefas diárias, nós vamos de automóvel, tomamos elevadores, subimos escadas rolantes, apertamos botões para lavar roupa e fechar vidros, usamos telefones móveis para evitar deslocamentos e chamar o disque-pizza.
Hoje em dia, não existe pessoa alfabetizada que desconheça os benefícios da atividade física. Não é sem propósito, exceção feita a parar de fumar, nenhuma intervenção isolada de saúde pública tem tamanho impacto na prevenção das enfermidades crônicas que afligem o homem moderno: hipertensão arterial, diabetes, obesidade, reumatismo, infarto do miocárdio, derrame cerebral, e tantas outras.
Se, além desse conhecimento teórico, todos são unânimes em concordar que a prática de exercício traz uma sensação agradável de bem estar, é o caso de nos perguntarmos por que a maioria esmagadora de mulheres e homens deixa de exercer essa atividade que reconhecem fazer bem para o organismo, na teoria e na prática? A resposta é simples: a prática de exercícios físicos vai contra a natureza humana!
Theodor Dobzhanski, um dos maiores geneticistas do século vinte, afirmou que nenhum fenômeno biológico tem sentido exceto à luz da evolução. Há 6 milhões de anos, nossa espécie divergiu dos ancestrais comuns que mais tarde deram origem aos chimpanzés e aos bonobos, nossos parentes próximos. Se lembrarmos que a agricultura surgiu há meros 10 mil anos -- e com ela a possibilidade de estocar provisões --, é possível fazer idéia do esforço físico diário atrás de comida e proteção despendido por nossos ancestrais desde a idade da pedra, para que eu tivesse o privilégio de encontrar você, leitor, neste momento.
Os homens deixavam as mulheres com as crianças na caverna e saíam à caça e à cata de frutos e tubérculos. Depois de andar quilômetros, quando a sorte lhes bafejava, percorriam o caminho de volta com a caça às costas e os frutos nas mãos. Desprovidos de tecnologia para conservação de alimentos, todos comiam a mais não poder com o objetivo de armazenar as calorias em excesso sob a forma de gordura, garantia de sobrevivência quando chegasse a fome. A vida se resumia a correr atrás de comida e poupar energia no intervalo das refeições, como até hoje fazem os outros animais. Ou, alguém já viu jacaré ou onça fazendo exercício no zoológico?
A penúria, a que esteve submetida nossa espécie durante milhões de anos, moldou a arquitetura dos circuitos de neurônios que se integram no cérebro humano para controlar as sensações de fome, saciedade e a falta absoluta de disposição para esbanjar energia através da atividade física. Por causa da escassez crônica de alimentos no passado, somos capazes de comer muito mais do que o organismo requer para as necessidades diárias. Se formos atender nossos impulsos atávicos, saímos da mesa farta diretamente para o sofá da sala.
Por isso, se você está à espera de disposição para começar um programa de atividade física, não se engane: esse dia jamais virá. Pode ser que surja num domingo na praia, num sítio, mas na rotina diária, esqueça! Seria preciso reescrever a história da espécie humana na face da Terra.
Como, então, conciliar essa preguiça milenar com a necessidade essencial de movimentar o corpo para melhorar a qualidade de seu desempenho e aumentar a longevidade, vivendo na cidade grande? Com as dificuldades de locomoção, o excesso de compromissos e a competição desenfreada pelos postos de trabalho, quem dispõe de tempo para freqüentar clubes, academias ou caminhar em parques públicos?
A única solução para os que se queixam da falta de tempo é incorporar a atividade física à rotina diária. De acordo com o guia de orientação dietética de 2005, publicado pelo Departamento de Saúde americano, as pessoas podem ser divididas em três grupos segundo o grau de atividade física:
1) Sedentários: quando a atividade é leve, praticamente limitada às solicitações da vida diária;
2) Moderadamente ativos: quando andam de 2,4 a 4,8 km por dia, em 30 minutos, ou sobem 15 minutos de escada, além de executar as atividades do dia a dia;
3) Ativos: quando andam mais de 4,8 km por dia, à velocidade de 4,8 a 6,4 km por hora, ou sobem mais de 15 minutos de escada, além das atividades diárias.
Portanto, a barreira de tempo que separa os sedentários dos ativos é de 30 minutos, num dia de 24 horas, para quem estiver disposto a andar. Ou, de míseros 15 minutos, para os que decidirem subir escadas.
Se você vive num daqueles infernos, sem tempo para nada, ainda lhe resta a alternativa de fracionar esses números: andar 15 minutos duas vezes por dia, ou subir escadas durante 5 minutos, três vezes por dia. Não venha com desculpas, sempre é possível andar; sempre existe uma escada por perto.
Mas, se você está disposto a mudar de vida na próxima segunda-feira ou na virada do ano, não esqueça: é preciso disciplina militar. Não espere que a disposição venha por conta própria, porque desperdiçar energia é contra a natureza humana. Por outro lado, o corpo parado se desgasta mais depressa, sofre e dura menos. O corpo humano é uma máquina construída para o movimento.

Mexa-se contra o câncer de mama

Iniciativa inusitada e de muito bom gosto, o vídeo abaixo foi produzido por colaboradores de um hospital localizado em Portland, EUA e rendeu mais de 2 milhões de acessos. Passa uma mensagem contagiante de luta e otimismo para que mulheres do mundo todo previnam-se e enfrentem o câncer de mama.

Vale a pena assistir, rir e refletir.


Artigo2 : Mundo corporativo X Emoções tóxicas

Por Rosa Eugênia de Freitas Pinto

Percebo que muitos já se sentiram incomodados, melancólicos e angustiados ao pensar em mais um dia de trabalho, pois terão que lidar com chefes intransigentes, arrogantes, prepotentes, que farão exigências irreais, que muitas vezes usam de autoridade para humilhar, ofender e até mesmo perseguir alguns funcionários.

Ambientes de trabalho onde convivemos com pessoas mal humoradas, mal educadas, irritadas, maliciosas, desmotivadas, descontentes com a vida e com o trabalho, que estão sem paciência, sem tolerância e até agressivas.

Como se já não bastasse toda cobrança, desafios e competição ainda existem o medo de perder o emprego e a insegurança de não corresponder às expectativas da corporação.

Imaginem o tamanho da dor emocional (emoções tóxicas) que acomete as corporações? Muitas vezes não conseguimos perceber a dor que criamos nas pessoas estipulando prazos,tomando decisões severas e agindo impulsivamente ou agressivamente. Percebam como o comportamento das pessoas que trabalham a nossa volta podem nos afetar positivamente ou negativamente. A dor emocional está muito presente nas corporações.

Um cérebro cansado e estressado gera falta de concentração, falta de memória e menor produtividade, por isso as nossas empresas estão cada vez mais expostas ao absenteísmo. Nessa era globalizada, a ansiedade está instalada em nossa cultura, pois tudo acontece muito rapidamente causando danos à saúde de toda população.

Ansiedade – sintomas:
É uma perturbação psíquica caracterizada por um estado quase constante de:
• Inquietação;
• Preocupação;
• Angústia;
• Intranquilidade;
• Desassossego;
• Medo.

Provoca no indivíduo um mal estar e uma tensão constante, com “medo de algo” que ele não conhece nem sabe definir. As pessoas sentem-se intranquilas e inseguras diante das situações à sua volta, não sabendo identificar nem definir o que está acontecendo.

Algumas pessoas queixam-se da dificuldade de dormir, sensações corpóreas como transpiração, taquicardia, transtornos respiratórios, dores de estômago, má digestão, cefaléia, perturbações intestinais e outras alterações do sistema nervoso autônomo.

Percebe-se a ansiedade em vários transtornos, exemplo: síndrome do pânico, fobias, alguns casos de depressão, no TOC e na bipolaridade. Existem vários tipos de fobias:

• Agorafobia – medo de espaços abertos;
• Amaxofobia – medo de andar de carro;
• Atelofobia – medo da imperfeição;
• Claustrofobia – medo de lugares fechados;
• Glossofobia – medo de falar em público.

Trataremos nesse momento da fobia social, que acomete hoje de 10% a 15% da população.

Fobia social – sintomas: É a intensa ansiedade gerada quando o paciente é submetido à avaliação de outras pessoas. Concentra-se sob tarefas ou circunstâncias bem definidas. Sentir-se acanhado quando se é observado; Considera-se esta vergonha ou timidez como sendo patológicas a partir do momento em que a pessoa sofre algum prejuízo pessoal por causa dela, como deixar de concluir um curso ou uma faculdade por causa de um exame final que exige uma apresentação pública ou diante de avaliadores.

Tremores, sudorese, dificuldade para falar, mal estar abdominal, diarréia, tontura, falta de ar, vontade de sair do local onde se encontra o quanto antes; dificuldade ao falar em público, dificuldade em dirigir quando se percebe observado, dificuldade ao ser observado durante as refeições, de ser fotografado ou filmado, de usar banheiros públicos, etc.

Veja, uma saúde emocional precária prejudica a vitalidade das relações, afeta o desempenho das pessoas e leva à queda de produtividade da corporação. Em suma, a dor emocional existe e custa muito caro. Onde iremos chegar? Como será o futuro de nossas corporações?

Percebam que há uma mensagem nisso tudo! Quando estamos prestes a perder algo, corremos, vamos mudar isso agora. É hora de reverter esse quadro, resgatar o capital humano, onde a corporação se responsabilize em manipular de maneira muito positiva as toxinas impregnadas em seus funcionários, e estes, por sua vez, usando essas novas ferramentas saberiam gerenciar melhor suas emoções proporcionando um bem-estar para si e aos que estão a sua volta.

“Na era da sabedoria, o profissional que desenvolver qualidades de aprendizado social certamente dominará o diferencial e terá a capacidade inovadora de se relacionar de forma empática com os demais.”



*Rosa Eugênia é Psicóloga especializada em psicanálise e doenças psicossomáticas. Clinica há mais de 20 anos, pesquisa o comportamento contemporâneo e é palestrante nas áreas de saúde e indústria farmacêutica. Atualmente seu atendimento clínico tem foco na psicologia do mundo globalizado (o Eu atual) e com o projeto Sustentabilidade Emocional.

Um simples cansaço precisa ser levado a sério – Conheça a Síndrome de Burnout

Um simples cansaço precisa ser levado a sério – Conheça a Síndrome de Burnout

Alguns aspectos físicos que fazem parte da rotina de 90% dos profissionais merecem uma atenção especial. Sintomas como fortes dores de cabeça, tonturas, oscilação de humor, insônia, dificuldade de concentração e problemas digestivos podem ir além dos famosos diagnósticos de cefaléia nervosa e gastrite para a chamada Síndrome de Burnout – que traduzido do inglês to burn out significa queimar por completo.

Pesquisas realizadas ao longo do tempo sinalizam que a pessoa que sofre desse mal apresenta tamanha fadiga, tanto física quanto emocional, que chega ao extremo de isolar-se dos demais, após uma sequência de episódios em que se configura comportamento irritadiço e agressivo.

Para Dirce Perssinotti, psicóloga do Centro de Dor do Hospital Nove de Julho, os profissionais mais suscetíveis à Burnout são os que realizam atividades mais expostas ao contato direto com o público e sofrem sua pressão, como médicos, em especial socorristas, professores, repórteres e aqueles que lidam diretamente com a opinião do público, como atendentes em diferentes modalidades.

Muito se especula sobre as experiências emocionais de cada indivíduo, que somadas à pressão do trabalho e dos relacionamentos pode agravar os casos clínicos confirmados da Síndrome de Burnout. Para a psicóloga Rosa Eugênia de Freitas, que já colaborou para o Blog falando sobre o mundo corporativo e as emoções tóxicas, “vários aspectos emocionais interferem, pois como esta síndrome causa um sofrimento psíquico intenso com relação ao trabalho, a falta de estímulo, a pressão e competição geram medo, pensamentos negativos, frustração, aflição, angústia, depressão ou sintomas depressivos.”

Diante de tantas características e situações que nos parecem próximas e comuns na rotina profissional uma questão em relação à patologia merece atenção especial: Burnout está relacionada com a exaustão física e mental devido à ausência de reconhecimento do trabalho ou refere-se a um dos tipos de depressão clínica?

Ouvimos o Dr. Catulo Cesar Magalhães, médico psiquiatra membro do corpo cínico do Centro de Dor do Hospital Nove de Julho que nos diz que entre os fatores aparentemente associados ao desenvolvimento da Síndrome de Burnout está a pouca autonomia no desempenho profissional, problemas de relacionamento com as chefias, problemas de relacionamento com colegas ou clientes, conflito entre trabalho e família, sentimento de desqualificação e falta de cooperação da equipe.

Magalhães enfatiza “acredito que essa Síndrome de Burnout seria a consequência mais depressiva do estresse, desencadeado pelo trabalho. Já os autores defendem a Síndrome de Burnout como sendo diferente do estresse. Eles alegam que esta doença envolve atitudes e condutas negativas com relação aos usuários, clientes, organização e trabalho, enquanto o estresse apareceria mais como um esgotamento pessoal com interferência na vida do sujeito e não necessariamente na sua relação com o trabalho.”

Ao ser questionado sobre os modelos de gestão atuais o psiquiatra é enfático ao afirmar que a dedicação exagerada à atividade profissional é uma característica marcante de Burnout, mas não a única. O desejo de ser o melhor e sempre demonstrar alto grau de desempenho é outra fase importante da síndrome. “O portador de Burnout mede a auto-estima pela capacidade de realização e sucesso profissional. O que tem início com satisfação e prazer, termina quando esse desempenho não é reconhecido. Nesse estágio – necessidade de se afirmar – o desejo de realização profissional se transforma em obstinação e compulsão.”

E você? Conhece alguém em seu ambiente de trabalho que apresente tais sintomas? Em sua opinião o que precisa ser mudando no cotidiano profissional para que males clínicos como esse sejam cada vez menores? Comente

Que ritmo de música conduz seu trabalho?

Estamos envoltos por sons em quase todas as atividades que realizamos. Não importa qual seja o estilo de sua preferência, as músicas sempre despertam uma sensação diferente dentro de você, consciente ou não. Mas, será que seu efeito é positivo dentro do ambiente de trabalho.

Conhecida como “efeito Mozart”, uma teoria defende que ouvir música clássica aumenta a aptidão espaço-temporal e, por tanto, auxilia o aprendizado e desenvolvimento matemático. A tese do otorrinolaringologista francês, Alfred Tomatis, filho de um cantor de ópera também estabelece uma relação da música com a habilidade de aprender línguas estrangeiras e acabar com a depressão.

Dependendo da profissão que você desempenha, a música pode ser uma excelente alternativa para estimular criatividade e aliviar tensões. Por outro lado, tarefas que requerem mais atenção podem ficar prejudicadas pelo desvio de atenção ou um “lá lá lá” vindo do colega do seu lado ou de você mesmo.

A música colabora com as relações interpessoais e propicia integração. Nas questões intrapessoais ela também promove auto-estima e alivia tensões. Mas, cada pessoa tem seu ritmo de trabalho, funções e preferências, por isso o melhor a fazer quando você divide um espaço corporativo com outras pessoas é utilizar fones de ouvido ou mesmo perguntar se o som atrapalha o desempenho do seu colega de trabalho.

Um novo limite entre trabalho e vida pessoal

Hoje as empresas não contratam apenas pelo diploma do candidato, mas também pelos seus hobbies, interesses pessoais, estilo de vida, etc. “Por isso, a postura no ambiente corporativo e o aprimoramento pessoal constante são fatores que devem ser levados em conta por aqueles que desejam ingressar no mercado de trabalho”, acredita o coordenador da Faculdade de Administração da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FAD/FESPSP), Ricardo de Gil Torres.

No Brasil esta ainda é uma cultura em fase de mudança, mas em países como os EUA os candidatos às vagas de emprego colocam em seus currículos informações sobre preferência por determinado time de futebol, religião ou partido político. “As pessoas julgam equivocadamente que este tipo de informação não interessa aos contratadores, mas eles vão pesquisar o perfil dos candidatos em redes de relacionamentos para se informar sobre os gostos, os posicionamentos, as preferências e comportamentos daqueles que pretendem ingressar naquela instituição”, explica.

As empresas buscam profissionais que além da formação técnica sabem conviver em grupo e têm valores éticos. Um profissional que tem características que se identificam com o perfil da empresa afeta positivamente sua produtividade e a de seus colegas, além de serem capazes de solucionar problemas mais facilmente.

A atualização constante também é um fator importante. É neste contexto que se estrita a vida pessoal com a profissional. A falta de tempo devido ao excesso de horas no ambiente de trabalho muitas vezes impossibilita o profissional de se renovar e agregar mais bagagem cultural, fazer cursos (dentro e fora de sua área), viajar, engajar-se em atividades de responsabilidade social, etc. que podem ser decisivos nos dias de hoje. “Não basta ter tempo. Também não significa somente ganhar dinheiro. O que importa é usar o tempo com sabedoria, de uma maneira que seja produtiva. O uso produtivo é ter bem-estar, trabalhar os relacionamentos e a mente”, explica Gustavo Cerbasi, especialista em finanças pessoais e gestão do tempo.

Você contrataria um ex-presidiário?

A resposta para o título deste post não é nada simples. Recrutar profissionais para o mercado de trabalho já é uma tarefa que exige muito bom-senso, contratar um ex-presidiário soa ainda mais complicado.

Carregamos um preconceito intrínseco em situações como esta. A falta de preparo dentro das cadeias e principalmente o medo impendem que a maioria das empresas contrate ex-presidiários.

Se pensarmos mais racionalmente, a possibilidade de emprego para um ex-preso resultaria num benefício para a sociedade em geral, já que a falta de perspectiva e oportunidade de trabalho é a maior causa para o retorno ao crime.

Com o objetivo de incentivar esse tipo de contratação o Programa Começar de Novo, do CNJ em parceria com o STF, criou um sistema online que permite as empresas interessadas a cadastrarem as vagas disponíveis. As ofertas de emprego serão divulgadas aos ex-presidiários através de conselhos comunitários e entidades responsáveis pela fiscalização da execução de penas.

E você, irá se cadastrar?

Mundo Corporativo X Emoções Tóxicas – Como conciliar esse dilema?

Assunto em pauta no ambiente corporativo, as chamadas toxinas ou emoções tóxicas nos cercam a todo o momento e, uma vez que nos passam despercebidas podem comprometer relacionamentos, posição profissional e também nossa saúde.

O tema polêmico fechou o ciclo de palestras Victory Convida 2009. No encontro, executivos de RH tiveram a oportunidade de conhecer sobre as toxinas presentes no ambiente corporativo e entender que comportamentos como impulsividade, arrogância e impaciência quando aliados a atitudes como prazos absurdos e metas irreais pressionam os colaboradores e faz surgir a chamada Dor Emocional.

As chamadas “toxinas” no ambiente de trabalho quando não trabalhadas podem desencadear em nosso organismo as chamadas Doenças da Modernidade. Já tratamos de algumas delas aqui.

Evitar as causas e modificar a situação depende em grande parte de suas próprias atitudes. O Blog da Saúde separou dez passos para que você reflita e faça a sua parte. Confira!

1 ) O RH deve estar sempre atento aos efeitos que determinada situação (ou ação) pode causar na saúde emocional do trabalhador. Para isso, o profissional deve estar em sintonia e “próximo” do colaborador, com o intuito de avaliar os impactos que a ação gerencial tóxica traz ao ambiente corporativo;

2 ) Ter uma política de processos seletivos e/ou de sucessão que privilegie a competência, visto que indivíduos despreparados emocionalmente podem potencializar a toxidade e contribuir para um ambiente com baixa saúde emocional e postura voltada para a raiva e a desmotivação;

3 ) Ter um programa de treinamento e desenvolvimento muito bem articulado, todo voltado para a questão da “saúde emocional”. Onde se deve privilegiar a diminuição do estresse e todos os demais comportamentos tóxicos;

4 ) Ter ações estruturadas de qualidade de vida, medicina do trabalho, ações de bem-estar, serviço social, apoio psicológico, desenvolvimento de equipe e responsabilidade social e empresarial;

5 ) Ter uma política de reconhecimento e recompensa ajustada às práticas do mercado, compatíveis à realidade da empresa e também às necessidades dos trabalhadores;

6 ) Estimular um programa de comunicação empresarial transparente e eficaz, para que todos os colaboradores sintam-se seguros e informados dos “passos” e ações que a organização toma ou tomará;

7 ) Investir no endomarketing como ferramenta eficaz e imprescindível na condução da moderna gestão de RH;

8 ) Estimular a gestão participativa como uma prática, em todos os níveis;

9 ) Ter uma política de benefícios ajustada às expectativas do trabalhador. Essa política deve ser atrativa e reter talentos;

10 ) Ter na política de RH instrumentos eficazes para as “entrevistas de desligamento”, a fim de que possíveis erros de percurso na gestão de pessoas possam ser estudados.

O Natal e a balança. Guloseimas e chocolates de mocinho a bandido.

No Natal, assim como em todas as outras datas comemorativas do ano somos tentados a consumir guloseimas que muitas vezes nos fazem perder a cabeça e sair da dieta. As delícias vão desde panetones, rabanadas e para os que preferem trocar as frutas secas por chocolate, o delicioso chocotone.

Apesar de serem apetitosos e irresistíveis, precisamos ter cautela e bom senso ao consumir esses produtos. A Pro Teste – Associação Brasileira de Defesa do Consumidor – avaliou 16 marcas de chocotone a fim de avaliar suas propriedades nutricionais. A má notícia é que, diferente do panetone, que tem em seu recheio as frutas secas, na versão “achocolatada” a quantidade de substâncias nocivas ao organismo aumenta, e muito. Confira na tabela abaixo, divulgada pela Folha de São Paulo.

De mocinho a bandido
Para uma dieta diária composta de 2.000 kcal, a quantidade de gorduras consumidas no lanche da tarde, por exemplo, não deve ultrapassar 8,25g, enquanto que em uma fatia de aproximadamente 80g temos 9g de gordura.

Mas se você é viciada (o) em chocolate e não consegue abrir mão dessa delícia estabeleça em sua dieta uma lei de compensação e mantenha em suas principais refeições muitas verduras, legumes e frutas.



Veja os Testes com filtros solares. Qual a cor do seu verão?

Sol, praia, piscina e bronzeado.

Homens e mulheres preocupados com a vaidade não dispensam além de todas as delícias que essa estação proporciona a busca pela cor perfeita.

Como prevenir é muito melhor do que remediar vale lembrar que para garantir uma cor uniforme e saudável alguns cuidados precisam ser tomados, inclusive na escolha do protetor solar.

Recentemente um estudo realizado pela Pro Teste com dez filtros solares demonstrou que após uma hora de exposição ao Sol nossa pele já fica suscetível a queimaduras.

Das marcas avaliadas, cinco perderam a eficácia após esse período e quatro delas após meia hora de imersão na água.



Qual a cor do seu verão?

Qualidade de vida: sua empresa oferece?

Qualidade de vida: sua empresa oferece?
Incentivar a prática esportiva na rotina diária dos colaboradores (muita vezes sem tempo) pode ser uma tarefa das próprias empresas. Além de estimular qualidade de vida aos seus funcionários, as organizações podem ainda divulgar e associar sua marca a hábitos saudáveis.

Camisetas e assessórios com o logo da empresa estampado são uma forma de propaganda “móvel” e de baixo custo. As ações motivadoras podem ser através da montagem de grupos de corridas entre os próprios colaboradores, patrocínio ou mesmo a promoção de provas de rua.

Para o gerente de marketing da empresa La Rioja, Walter Leone, que incentiva o profissional-atleta, “é importante apoiar atitudes positivas de seus funcionários que demonstram força de vontade, persistência e espírito de equipe”.

Por onde começar?
Se você acha importante incentivar os colaboradores, mas não sabe por onde começar fale conosco e tenha ações especializadas em saúde e programas de qualidade de vida.

E sua empresa já tomou alguma iniciativa como esta? Por que não começar?

30 de nov. de 2009

7 hábitos simples para mandar a insônia embora

Ler um livro chato e tomar um chá (morno!) são medidas que pode ajudam a pegar no sono

Passou a noite virando de um lado para o outro e sem conseguir pregar o olho? Se o corpo sofre com a sonolência e lentidão durante o resto do dia, pior fica a mente, que está sempre cansada e cheia de horas de sono atrasada.

Ocasionada por diversos fatores, a insônia afeta crianças e adultos e pode ser controlada com soluções simples, porém, se o caso for crônico, caracterizando um distúrbio mais grave, apenas um tratamento com especialistas em distúrbios do sono poderá resolver.

"Se ela é mais simples, ou seja, dura menos de 20 dias, pode ser tratada com pequenas mudanças de hábitos. Caso seja crônica, com mais de 20 dias de duração, é melhor procurar tratamento médico adequado", explica o neurologista Shigueo Yonekura, do Instituto de Medicina e Sono.


A insônia não se caracteriza pela quantidade de horas dormidas, mas sim pela qualidade das hora de sono.

Shigueo explica que não há um padrão rígido para determinar a quantidade de horas de sono necessárias para uma vida saudável, porém, adotou-se usar como parâmetro algo entre 6 a 8 horas por noite para adultos, 9 a 10 horas para crianças e 6 horas para pessoas acima de 60 anos.

"Tem gente que dorme 6 horas por noite e se sente bem, outras precisam de 10 horas. Depende de uma série de fatores. O importante é se sentir bem disposto ao longo do dia", explica o neurologista. A seguir, o especialista dá dicas de hábitos que ajudam a driblar a insônia.


1. Livro chato
Boa para o corpo e para a mente, a leitura ajuda a melhorar a insônia, porém, devem-se tomar alguns cuidados na hora de escolher o livro de cabeceira: "Na maioria dos casos, a leitura ajuda a pegar no sono, mas recomendamos livros menos complexos e interessantes. Prefira ler coisas que não chamem sua atenção ao ponto de despertar sua curiosidade, senão, o efeito será contrário", explica o neurologista.


2. Trilha sonora
Escutar uma música antes de dormir pode ajudar a embalar o seu no sono, porém, músicas muito agitadas podem causar o efeito contrário e fazer com que você perca o sono e sinta vontade de sair dançando. "É melhor ouvir algo mais calmo, que te faça relaxar. Um ritmo mais acelerado vai te deixar agitado", diz Shigueo.

"Outro ponto que atrapalha é interromper o sono para trocar o CD ou mudar de estação, isso faz com que você prejudique seu sono e poderá se sentir cansado depois", continua o neurologista.

"Evite beber chá muito quente antes de dormir, pois elevam a temperatura corporal, dificultado o sono".
3. Chá tem que ser morninho
Os chás, que não são à base de cafeína, em geral, ajudam a relaxar e por isso são bons indutores do sono, mas o alerta fica para a temperatura da bebida: "Um chá de camomila ou erva-doce, por exemplo, faz bem porque relaxa, só que as altas temperaturas elevam a temperatura corporal e isso também pode causar insônia.Por isso, prefira chás gelados ou em temperatura ambiente e evite bebidas muito quentes antes de dormir", diz o neurologista.

4. Massagem
"A massagem ajuda a dormir porque relaxa os músculos e a mente. Uma das maiores causas da insônia, hoje em dia, é o estresse e as tensões acumuladas. A massagem é benéfica porque alivia estes sintomas", explica Shigueo.

5. Hora do leitinho
Shigueo Yonekura explica que o leite é rico em triptofano, um aminoácido que essencial para a síntese de serotonina, o hormônio do bem-estar. Por isso, consumir o alimento relaxa e garante uma noite tranquila.

6. Hora da malhação
Praticar exercícios físicos sem dúvida ajuda a amenizar a insônia, porém, Shigueo explica que existem restrições ao estilo e ao horário do treino: "É muito saudável e eficaz praticar exercícios físicos, só que os treinos devem ocorrer pelo menos duas horas antes do horário de ir dormir e não podem ser competitivos, senão, despertaram seu corpo e sua mente", explica o neurologista. "O ideal é praticar esportes mais leves, caso seja difícil praticá-los duas horas antes de dormir",continua.


7. Meditação
"Assim como a massagem, a meditação também acalma a mente e traz uma ótima sensação de bem-estar, por isso, a noite de sono fica ainda mais tranqüila", diz Shigueo.

A meditação permite equilibrar seus estados físicos, mental e emocional. Com ela, é possível livrar a mente das preocupações que invadem o pensamento durante à noite e roubam o sono.

- Obesidade: "durante a noite produzimos a leptina, um inibidor natural de apetite. Quando não dormimos, cai a produção deste hormônio e a pessoa fica mais propensa a ganhar peso", explica o neurologista.

-Envelhecimento precoce e dificuldade de crescimento: Shigueo explica que é também durante o sono que produzimos o GH, hormônio do crescimento, responsável pelo crescimento do nosso corpo e pela elasticidade da nossa pele.

-Baixa de testosterona: outra consequência da insônia, para os homens, é a baixa da produção de testosterona, diminuindo a libido. "É durante o sono que repomos muitos de nossos hormônios, se dormimos mal, deixamos de produzi-los de maneira natural", diz Shigueo.

- Memória e concentração: além do cansaço e da irritabilidade, a pessoa que sofre de insônia também apresenta dificuldades de concentração e memorização de fatos recentes. Para Shigueo Yonekura, isso acontece porque interrompemos um processo natural de memorização e aprendizado. "É durante o sono que gravamos o que aprendemos ao longo do dia. Se o sono falha, a memória e a concentração ficam prejudicadas", finaliza.

Atenção a esses fatores é essencial.


Chá mate ajuda a reduzir o colesterol ruim

Três doses diárias da bebida seriam eficazes para baixar as taxas

Quente, gelado, com canela ou limão. O chá mate, conhecido por todos como uma bebida refrescante, foi a fonte de inspiração de uma pesquisa realizada pela Universidade Federal de Santa Catarina, que constatou que consumir três doses diárias (aproximadamente 300 ml cada ou quase 1 litro por dia) é capaz de diminuir em 13% as taxas de colesterol ruim, o LDL, e aumentar a de colesterol bom, o HDL.

Essa ação foi observada em amostras de sangue de 100 voluntários que incluíram a bebida no cardápio durante 60 dias. Os pesquisadores explicam que isso se dá porque algumas substâncias presentes na erva mate, como alcaloides e os glicídeos, funcionam como uma espécie de detergente que reage com os ácidos biliares, impedindo a absorção da gordura pelo intestino.


Dieta contra o colesterol
Mitos e verdades Os pesquisadores acreditam que os princípios ativos da erva mate não ajam apenas nos sais biliares, mas inibam também a atividade da lipase, uma enzima secretada pelo pâncreas que está envolvida na digestão de gordura.

Ainda serão necessárias outras pesquisas sobre o assunto, mas os pesquisadores vêem com bastante entusiasmo os primeiros resultados.

Quem para de se exercitar pode ganhar mais peso do que foi perdido,

Fonte: Folha de São Paulo
Segundo novo estudo, quem pára de se exercitar pode ganhar mais peso do que o que foi perdido durante a atividade; praticar algo que dê prazer ajuda a manter assiduidade

Malhação Intermitente

Os dias mais quentes ficam para trás e aumentam as camadas de roupa para esconder o corpo. Esta parece ser a época certa para pensar em deixar a academia de lado, depois de uma temporada de exercícios intensos para exibir um corpo em ordem no verão. Pelo menos é o que mostram os números: em três grandes redes de academias de São Paulo consultadas pela Folha, o período com menor procura e maior desistência de alunos começa no final deste mês e segue outono e inverno adentro.

O problema, alerta uma pesquisa divulgada em fevereiro pelo "American College of Sports Medicine", é que a fase de parada favorece um ganho de peso maior do que o perdido durante a prática esportiva. "As pessoas deveriam ter em mente que os benefícios do exercício não são um depósito de banco. O que afeta a saúde é o que fazem hoje, e não o que costumavam fazer", alerta o pesquisador Paul Williams, do departamento de ciências da vida do Laboratório Nacional Lawrence Berkeley, na Califórnia (EUA).

Ele avaliou, durante sete anos, 17.280 homens e 5.970 mulheres. Concluiu que aqueles que corriam pequenas distâncias (até oito quilômetros por semana) estavam mais sujeitos a ganhar peso quando pararam do que os que se exercitavam mais. "Não sabemos ao certo quanto tempo de parada levaria ao ganho de peso. Eu imagino que de seis meses a um ano", disse Williams à Folha.

O estudo mostra ainda que a diminuição nas distâncias da corrida causa ganhos significativos de peso em todos os níveis, mas o aumento na balança é progressivamente maior à medida que o corredor se aproxima do sedentarismo. Especialistas brasileiros acreditam que o aumento de peso pode ser explicado pelos hábitos alimentares adquiridos durante a prática dos exercícios. "A pessoa se propõe a nadar três vezes por semana e, por conta disso, passa a ingerir mais calorias. Então, pára de freqüentar, não diminui a ingestão de comida e adquire quilos extras", diz a endocrinologista Zuleika Halpern, uma das diretoras do departamento de obesidade da SBEM (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia).

Para Williams, medir a ingestão calórica com a precisão necessária para computá-la em ganho ou perda de peso é difícil - o dado não foi considerado na pesquisa. "Provavelmente, parte do peso adquirido corresponde à compensação, pela dieta, da energia gasta ao começar a se exercitar."

Isso ocorre porque, em geral, quanto menos uma pessoa se exercita, menos se compromete com a atividade e tem menos disposição para fazer compensações (como diminuir a ingestão calórica) a fim de evitar ganhos de peso, se parar de praticá-la. É a explicação do fisiologista do exercício Turíbio Leite Barros Neto, coordenador do Cemafe (Centro de Medicina da Atividade Física e do Esporte), da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). "É uma questão comportamental. Ela não se envolve tanto na atividade e fica mais próxima de desequilibrar a relação gasto/ingestão de calorias."

Em contrapartida, muitas pessoas assumem metas irreais no verão, com dietas extremamente restritivas e exercícios vigorosos demais, difíceis de manter por muito tempo. Quando deixam de lado ambas as "estratégias", tendem a relaxar demais e voltam a se alimentar como antes.

Além disso, diz o médico, tudo o que o corpo reconhece como estímulo é usado para desencadear um mecanismo adaptativo, o que acontece também com o gasto de calorias: o indivíduo ativo terá maior consumo energético do que o sedentário. Em suma, quem possui mais massa magra tem um consumo maior de calorias por quilo de peso do que o indivíduo com mais tecido gorduroso. E a vida sedentária ajuda na diminuição da massa muscular e no aumento da gordura corporal, uma vez que músculos são bastante flexíveis - da mesma forma que aumentam quando estimulados, diminuem se não são exercitados.

Articulações

Além da dificuldade para manter o peso, o exercício intermitente também oferece outros riscos, como a sobrecarga das articulações e dos tendões. O problema, na verdade, está em acreditar que, mesmo se exercitando somente em algumas fases da vida, o condicionamento físico se mantém.
"Quem faz atividade física e para é, de fato, um sedentário", alerta o ortopedista Ricardo Cury, diretor do Comitê de Cirurgia do Joelho da SBOT (Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia). E, quando volta a praticar exercícios, tem os riscos de um inativo, como o maior potencial de lesões. "O mais lamentável é que esse indivíduo perde os benefícios da atividade física em relação à capacidade cardiorrespiratória, ao controle de pressão arterial e de glicemia e a obesidade. E, quando quer tirar o atraso, algo típico do pré-verão, muitas vezes com tempo insuficiente para adquirir condicionamento, pode ter problemas ortopédicos, como inflamação nos tendões", diz.

Com esse hábito, o organismo acaba sofrendo agressões em vez de criar um mecanismo de adaptação progressivo e de manutenção. Isso sem falar nos riscos de morte súbita por excesso de esforço do coração, já conhecidos. "O aluno acha que está adaptado porque treinou um tempo na academia, mas parou ou freqüenta irregularmente. Quando volta, quer seguir o treino de antes, mas precisa necessariamente de uma readaptação", diz Mauro Cardaci, coordenador da musculação da rede de academias Fórmula.

Isso acontece porque, no Brasil, a atividade física ainda é vista pelos praticantes com fins puramente estéticos, e não como estilo saudável de vida, justifica o diretor técnico da rede Bioritmo, Saturno de Souza. "Menos de 2% dos brasileiros praticam sistematicamente algum esporte e muitos buscam resultados rapidamente sem entender que os de médio e longo prazos são muito maiores: força muscular, resistência e melhora do sistema cardiovascular."

Para os que se preocupam com a beleza, o hábito de se exercitar irregularmente também traz prejuízos estéticos: o vai-e-vem de peso pode causar pele e músculos flácidos. "O problema é o efeito rebote, que é mais forte com o passar do tempo, uma vez que a massa muscular diminui com o passar dos verões e é mais difícil correr atrás do prejuízo da parada", explica Barros Neto.

Gostar para não deixar
A empresária Maria Ines Moane, 40, passou por diversas academias durante dez anos, sem se fixar em nenhum tipo de exercício. "Não gostava de nada, não me sentia motivada, mesmo ganhando peso entre uma atividade e outra ", conta. Há quatro anos, experimentou aulas de danças étnicas, que pratica até hoje. "Não queria só malhar, queria me alongar, me aproximar dos colegas. Para mim, o bom da dança é a interatividade." Agora, ela freqüenta o estúdio três vezes por semana, durante uma hora e meia.
Maria Ines percebeu que o mais importante para mantê-la assídua era ter empatia com o exercício. O que deu certo. "O melhor exercício é o de que se gosta e isso é muito pessoal, tem a ver com a personalidade, o que pode ser decisivo para o aluno persistir ou não", diz Mauro Guiselini, diretor do Instituto Runner de Pesquisa.

Para o fisiologista Turíbio Leite Barros Neto, aliar exercícios e prazer é a saída para se exercitar ano após ano. "Manter um nível de atividade sem desacelerar é muito difícil. Por isso, é preciso buscar uma rotina agradável, não encarar como obrigação, mas sim como fonte de prazer."
Márcio Mancini, endocrinologista e presidente da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica), concorda: "O indivíduo não deve buscar soluções radicais, mas, sim, conseguir se imaginar praticando aquela atividade daqui a dez anos".

É assim que o analista de sistemas André Pasqualini, 33, pensa ao pedalar 26 km por dia para ir e voltar do trabalho. Ele, que não conseguia passar mais de três meses na academia por falta de tempo e pelo "tédio", emagreceu dez quilos após adotar a bicicleta como meio de transporte. "Não faço restrição alimentar nenhuma e mantenho meu peso. Se tenho boa saúde, devo à bicicleta." Ele ainda criou um site para trocar informações sobre ciclismo e participa todo mês da Bicicletada, um evento que reúne ciclistas para pedalar à noite em São Paulo.

O ideal é experimentar diferentes atividades, buscar informações sobre os benefícios e tolerar as etapas necessárias para começar a enxergá-los. Essa era a principal dificuldade da administradora Renata Leal Costa, 37, que não tinha disciplina e desistia de malhar antes de perceber as mudanças em seu corpo. "Quando me permiti ficar mais tempo na academia, comecei a gostar, ver que não era tão difícil. Fiquei viciada, pois me alimento e durmo melhor", diz ela, que conta com a ajuda de uma personal trainer para variar os exercícios e estimulá-la nos "dias de preguiça".
"É até uma questão de química cerebral, em um processo complexo que envolve as endorfinas, hormônios do prazer: quem vibra quando faz exercícios e se sente recompensado tem a atividade mais facilmente incorporada à rotina e dificilmente vai parar", afirma Barros Neto.

26 de nov. de 2009

Lider

Conhecemos o Lider quando suas ações estão sempre voltadas para o bem estar da empresa e dos seus liderados. Sem isso não é Lider.

24 de nov. de 2009

Ser feliz!

Ser feliz!
A grande questão é: o que é ser feliz? Muitos definirão felicidade como um estado de espírito que se baseia em ter saúde, dinheiro, amor e uma porção de outras coisas materiais. Outros definirão felicidade como uma sucessão de realizações na vida pessoal e profissional. Luiz Alves*

Este vem sendo o grande objetivo da humanidade, embora quase sempre as pessoas encontrem dificuldades para viabilizar seus planos.

A primeira grande questão é: o que é ser feliz?

Muitos definirão felicidade como um estado de espírito que se baseia em ter saúde, dinheiro, amor e uma porção de outras coisas materiais. Outros definirão felicidade como uma sucessão de realizações na vida pessoal e profissional. Mas seja qual for a definição, a verdade é que as pessoas sempre estarão insatisfeitas com o que tem e te dirão que falta algo.

De maneira simplista, alguns dirão, - “para mim felicidade é ter saúde, o resto a gente vai batalhando e o que consegue tá bom.” Não é verdade. Em nossa sociedade consumista não basta ter saúde. Você vai querer ser sarado, bonito, viril e bronzeado.

No quesito dinheiro, quando você consegue o suficiente para viver bem, passa a querer mais, e quanto mais tem, mais é o seu desejo em conseguir aumentar sua fortuna. Ter para esbanjar, entende?

E quanto ao amor? Não é o bastante, ter alguém com quem você possa falar de seus planos, trocar confidências, viajar juntos vez por outra, dividir uma torta, fazer sexo quando pinta um clima legal. Não, queremos a pessoa integralmente disponível para nossos desejos, sejam estes carnais ou não, sem importar o dia da semana. O fato de ter uma pessoa constantemente ao teu lado não é sinônimo de felicidade, você pode ser feliz de várias maneiras, inclusive sozinho.

O primeiro passo é estar feliz consigo mesmo.

Se não estiver bom, mude!

Nem tudo depende de dinheiro, aliás, o dinheiro, muitas vezes, parece tolher a criatividade, o senso de humor e a fé das pessoas. Uma forma inteligente de ser feliz é fazer o possível e aceitar o improvável. Mude o que pode ser mudado e seja forte suportando aquilo que não pode ser mudado, e acima de tudo seja sábio para discernir entre as duas coisas.

Seja uma pessoa simples!

Simplicidade não é sinônimo de fraqueza ou de inferioridade, muito pelo contrário. Simples significa focar no que interessa!

Sonhe!

Os sonhos dão sentido à vida. Lembre-se que muitas das coisas impossíveis foram conseguidas a partir de um sonho.

Não acumule problemas, resolva-os logo!

Exteriorize tudo, deixe que as pessoas saibam que você as estima, as ama e precisa delas. Reter emoções te torna infeliz.

Controle sua ansiedade!

Não seja tão ansioso com o futuro a ponto de esquecer o presente. Se assim for, você não viverá nem o presente e nem o futuro. Viva a vida com prazer, com alegria, com amor, com paixão, pois este sim é o real caminho para a felicidade.

Controle sua ambição!

Uma pessoa totalmente desprendida de objetivos materiais dificilmente será feliz por completo, mas uma pessoa que pensa unicamente no lado material nunca será feliz, porque nunca terá o suficiente. Valorize o que tem e, se possível, divida um pouco com os que não têm.

Ame!

Mas ame de verdade, sem se preocupar com o amanhã. Lembre-se que você só pode controlar o presente, pois o futuro a Deus pertence. Como nosso amanha é incerto, é importante viver de forma intensa para não se arrepender por algo que deixou de fazer e não tem mais a oportunidade. Telefone para os amigos, visite os seus pais, deite no colo de sua mãe, beije muito os seus entes queridos, ouça as crianças e os mais velhos, sinta o cheiro das flores, tire muitas fotos, mande uma carta para alguém especial...

Existem mil maneiras de ser feliz, procure identificá-las e de alguma maneira concretizá-las, mas lembre-se que sempre será mais fácil começar pelas pequenas coisas.