Assunto em pauta no ambiente corporativo, as chamadas toxinas ou emoções tóxicas nos cercam a todo o momento e, uma vez que nos passam despercebidas podem comprometer relacionamentos, posição profissional e também nossa saúde.
O tema polêmico fechou o ciclo de palestras Victory Convida 2009. No encontro, executivos de RH tiveram a oportunidade de conhecer sobre as toxinas presentes no ambiente corporativo e entender que comportamentos como impulsividade, arrogância e impaciência quando aliados a atitudes como prazos absurdos e metas irreais pressionam os colaboradores e faz surgir a chamada Dor Emocional.
As chamadas “toxinas” no ambiente de trabalho quando não trabalhadas podem desencadear em nosso organismo as chamadas Doenças da Modernidade. Já tratamos de algumas delas aqui.
Evitar as causas e modificar a situação depende em grande parte de suas próprias atitudes. O Blog da Saúde separou dez passos para que você reflita e faça a sua parte. Confira!
1 ) O RH deve estar sempre atento aos efeitos que determinada situação (ou ação) pode causar na saúde emocional do trabalhador. Para isso, o profissional deve estar em sintonia e “próximo” do colaborador, com o intuito de avaliar os impactos que a ação gerencial tóxica traz ao ambiente corporativo;
2 ) Ter uma política de processos seletivos e/ou de sucessão que privilegie a competência, visto que indivíduos despreparados emocionalmente podem potencializar a toxidade e contribuir para um ambiente com baixa saúde emocional e postura voltada para a raiva e a desmotivação;
3 ) Ter um programa de treinamento e desenvolvimento muito bem articulado, todo voltado para a questão da “saúde emocional”. Onde se deve privilegiar a diminuição do estresse e todos os demais comportamentos tóxicos;
4 ) Ter ações estruturadas de qualidade de vida, medicina do trabalho, ações de bem-estar, serviço social, apoio psicológico, desenvolvimento de equipe e responsabilidade social e empresarial;
5 ) Ter uma política de reconhecimento e recompensa ajustada às práticas do mercado, compatíveis à realidade da empresa e também às necessidades dos trabalhadores;
6 ) Estimular um programa de comunicação empresarial transparente e eficaz, para que todos os colaboradores sintam-se seguros e informados dos “passos” e ações que a organização toma ou tomará;
7 ) Investir no endomarketing como ferramenta eficaz e imprescindível na condução da moderna gestão de RH;
8 ) Estimular a gestão participativa como uma prática, em todos os níveis;
9 ) Ter uma política de benefícios ajustada às expectativas do trabalhador. Essa política deve ser atrativa e reter talentos;
10 ) Ter na política de RH instrumentos eficazes para as “entrevistas de desligamento”, a fim de que possíveis erros de percurso na gestão de pessoas possam ser estudados.
O tema polêmico fechou o ciclo de palestras Victory Convida 2009. No encontro, executivos de RH tiveram a oportunidade de conhecer sobre as toxinas presentes no ambiente corporativo e entender que comportamentos como impulsividade, arrogância e impaciência quando aliados a atitudes como prazos absurdos e metas irreais pressionam os colaboradores e faz surgir a chamada Dor Emocional.
As chamadas “toxinas” no ambiente de trabalho quando não trabalhadas podem desencadear em nosso organismo as chamadas Doenças da Modernidade. Já tratamos de algumas delas aqui.
Evitar as causas e modificar a situação depende em grande parte de suas próprias atitudes. O Blog da Saúde separou dez passos para que você reflita e faça a sua parte. Confira!
1 ) O RH deve estar sempre atento aos efeitos que determinada situação (ou ação) pode causar na saúde emocional do trabalhador. Para isso, o profissional deve estar em sintonia e “próximo” do colaborador, com o intuito de avaliar os impactos que a ação gerencial tóxica traz ao ambiente corporativo;
2 ) Ter uma política de processos seletivos e/ou de sucessão que privilegie a competência, visto que indivíduos despreparados emocionalmente podem potencializar a toxidade e contribuir para um ambiente com baixa saúde emocional e postura voltada para a raiva e a desmotivação;
3 ) Ter um programa de treinamento e desenvolvimento muito bem articulado, todo voltado para a questão da “saúde emocional”. Onde se deve privilegiar a diminuição do estresse e todos os demais comportamentos tóxicos;
4 ) Ter ações estruturadas de qualidade de vida, medicina do trabalho, ações de bem-estar, serviço social, apoio psicológico, desenvolvimento de equipe e responsabilidade social e empresarial;
5 ) Ter uma política de reconhecimento e recompensa ajustada às práticas do mercado, compatíveis à realidade da empresa e também às necessidades dos trabalhadores;
6 ) Estimular um programa de comunicação empresarial transparente e eficaz, para que todos os colaboradores sintam-se seguros e informados dos “passos” e ações que a organização toma ou tomará;
7 ) Investir no endomarketing como ferramenta eficaz e imprescindível na condução da moderna gestão de RH;
8 ) Estimular a gestão participativa como uma prática, em todos os níveis;
9 ) Ter uma política de benefícios ajustada às expectativas do trabalhador. Essa política deve ser atrativa e reter talentos;
10 ) Ter na política de RH instrumentos eficazes para as “entrevistas de desligamento”, a fim de que possíveis erros de percurso na gestão de pessoas possam ser estudados.
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