Com Carga horária de 8 horas diárias, mais uma hora de almoço e morando em uma metrópole em que se leva, em média, duas horas de locomoção entre a moradia e o trabalho, estamos focados e direcionados para a corporação, aproximadamente, 11 horas por dia. Se dormirmos as recomendadas 8 horas, o que nos restará serão cinco horas, que serão gastas com nossas atividades particulares.
Conferindo os males, pudemos averiguar, em estatísticas e coletas de dados, que a grande maioria relaciona o estresse do trabalho a doenças cardiovasculares, gastrointestinais, cansaço crônico, insônia, dores musculares, ansiedade, angústia, irritação, raiva, perda de cabelo excessiva etc. Outras pessoas têm sintomas comportamentais, como o consumo exagerado de cigarros e de álcool, e praticam automedicação ou ficam agressivas, demonstrando, ainda, distúrbios de apetite e até mudança na libido.
Partindo de um novo conceito e de uma nova percepção, sintonizadas com a necessária mudança de pensamento que ocorre neste milênio, algumas empresas começam a entender que seu maior capital é o humano
Funcionários mais tranquilos, saudáveis, focados e motivados rendem muito mais que qualquer carga horária puxada. Por isso, o novo enfoque dos pacotes corporativos é, acima de tudo, a qualidade de vida, e o profissional de hoje já começa a compreender que um bom salário não é tudo, principalmente quando se sacrificam família, saúde e amigos em função deste.
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