17 de mar. de 2010
CRESCIMENTO ATIVE VIDA
12 de mar. de 2010
PREMIAÇÃO KARCHER - A SEUS ATLETAS AMADORES
Parabéns a empresa Karcher pela iniciativa.
Investimento e Alegria - Deixe seu ambiente sem Estresse
11 de fev. de 2010
Sete exageros do carnaval que detonam a sua saúde
Dica: Para quem vai pular o carnaval em meio ao barulho típico da festa, evite a exposição excessiva ao barulho e mantenha uma distância segura de carros de sons e dos trios, além de usar protetores de ouvido.
Quanto às bebidas geladas, Thays dá a dica:"O problema das bebidas geladas é o choque térmico que as cordas vocais sofrem. É por isso que é recomendado deixar a bebida um pouco na boca antes de engolir. A medida vai fazer com que a temperatura do líquido se adapte a temperatura corporal e a voz não sofra prejuízos", afirma a fonoaudióloga.
Dica: evite gritar, hidrate as cordas vocais bebendo bastante líquido e faça exercícios de vibrato vocal (vibração de língua) para que a musculatura vocal se adapte a nova condição sem tantos danos.
26 de jan. de 2010
Depressão afasta 10 pessoas por hora do trabalho
Problema é mais comum em mulheres e estudo mostra que
elas recorrem aos medicamentos por conflitos na família
Durante o ciclo de uma hora percorrido pelo ponteiro do relógio, dez pessoas precisaram pedir afastamento do trabalho para tratar depressão, síndrome do pânico e outros transtornos de humor. Os 83.209 casos registrados entre janeiro e novembro de 2009 no País ¬- levantados pelo Delas no site do Ministério da Previdência Social - não são separados por sexo, mas os especialistas atestam que o problema, em maioria, é feminino.
Pesquisas já mostraram que mulheres aparecem até duas vezes mais do que os homens nas estatísticas (informações da Associação Brasileira de Psiquiatria) e um dos motivos é que elas são mais vítimas dos dois vilões depressivos: o estresse e ansiedade. Segundo dados já divulgados em um levantamento feito pela seguradora de saúde SulAmérica, no sexo femino 51% são estressadas contra índice de 28% na parcela masculina.
"Além do estresse, as mulheres são mais vulneráveis por questões químicas mesmo", afirma o psiquiatra Ricardo Moreno, membro da ABP e diretor do Grupo de Estudos de Doenças Afetivas do Hospital das Clínicas de São Paulo. "Os hormônios, presentes desde a infância até a época da menopausa, são influentes nas manifestações depressivas".
Democrática, a depressão não escolhe classe social antes de bater à porta. Pode trazer seus impactos tanto na vida profissional da maior executiva da empresa quanto da funcionária encarregada pela faxina. Isso porque, em especial no recorte feminino, a depressão não é despertada pelo cargo exercido. Segundo os especialistas, o "gatilho" do problema em geral é o acúmulo de funções sociais e empregatícias. A dupla jornada, é sabido, está em todos os lares.
De acordo com Moreno, a influência dos transtornos de humor e depressão no emprego é total porque, além da tristeza, melancolia, falta de ânimo, é uma "síndrome que acarreta dificuldade para pensar e raciocinar. Influencia também na concentração e no raciocínio, agravada pelas possíveis alterações do sono e do apetite", informa o médico. O rendimento é comprometido e o que só parece tristeza, na verdade, funciona como um bloqueio sólido da execução de tarefas.
Banalização da depressão
Apesar do ano de 2009 ter colecionado 252 casos diários de afastamentos para tratar depressão e outros transtornos de humor, o cenário é de diminuição de registros. Na comparação com o ano de 2008 (94.887 casos) a redução de casos é de 14%.
Um dos motivos para o declínio, acreditam os especialistas, é a melhora do acesso aos tratamentos psíquicos e também medicamentos para os problemas de saúde. Dados da indústria farmacêutica apontam aumento de 44% das vendas de antidepressivos e ansiolíticos nos últimos quatro anos, com movimentação estimada de R$ 977 milhões anuais.
Além do setor privado, o Sistema Único de Saúde (SUS) também tem aumentado a oferta de remédios desta classe terapêutica. Em 1999, o Ministério da Saúde fornecia seis tipos de medicamentos desta linha e, em 2008, a quantidade aumentou para 14. A Furp - fabricante paulista de remédios - aumentou em 3,4% a distribuição de antidepressivos.
Ainda que os especialistas brindem a melhor oferta de ferramentas para amenizar os danos acarretados pela depressão, todos são unânimes ao ressaltar um efeito colateral da venda crescente das pílulas: o mau uso.
Levantamento do Centro Brasileiro de Informações Sobre Dorgas Psicotrópicas, feito com 10.919 receitas de um popular antidepressivo, confirmou o uso irregular. Metade dos receituários era associado a outras drogas, todas com foco em emagrecer. O uso estético da medicação psiquiátrica é equivocado e, além de dependência, pode trazer outros efeitos coletarais graves, como taquicardia.
Remédio sem conversa
A banaliazação do uso dos antidepressivos também foi mapeada pelo professor de ciências farmacêuticas da Universidade Federal de Goiás, Reginaldo Mendonça. Ele acompanhou por dois anos 23 usuárias destes remédios e atestou que elas buscam nas pílulas formas de amenizar conflitos familiares.
"O uso medicamento, quando necessário, não é um problema", afirma Mendonça. "A questão é que na maior parte das vezes esse uso é feito sem um acompanhamento próximo do especialista (psiquiatra ou psicólogo) e sem diálogo. A medicação, portanto, torna-se a única forma que a mulher encontra para conviver com o problema e não resolvê-lo", completa ao citar um exemplo. "A mulher busca ajuda do antidepressivo porque estava nervosa demais, sendo muito agressiva com os filhos e marido. O pano de fundo do nervosismo, exemplifica o pesquisador era um casamento complicado, sem conversa e parceria.
"Se ela só tomar o remédio, sem o suporte de uma terapia ou acompanhamento, a paciente só vai ficar mais calma e não reagir pela mudança. Ela não ataca a raiz do problema que é a melhora da relação."
O que é a obesidade?
Ser obeso signifca ter uma quantidade de gordura tão grande em seu corpo, que isso coloca sua vida em risco. O excesso de gordura pode levar ao desenvolvimento de diabetes tipo 2, doenças do coração, pressão alta, artrite, apnéia e derrame. Por causa do risco envolvido, é bom que você perca peso mesmo que não esteja se sentindo mal agora. É difícil mudar seus hábitos alimentares e fazer exercícios. Mas, se você planejar, pode conseguir.
Como posso saber se sou obeso?
Você pode usar uma medida chamada Índice de Massa Corpórea (IMC) para verificar se o seu peso está num nível perigoso para sua saúde. O IMC é uma combinação de altura e peso. Se você tem um IMC maior do que 30, seu peso extra coloca sua saúde em risco.
O lugar onde você concentra a gordura pode ser tão importante quanto o peso em si. Pessoas com gordura localizada na barriga, mais do que nos quadris, têm maior propensão a ter problemas de saúde. Nas mulheres, uma cintura de 89 cm aumenta a chance de doenças. Nos homens, o equivalente seria uma cintura de 100 cm. Nas pessoas asiáticas, os problemas começam a surgir com uma cintura menor, de 80 cm para mulheres, e de 90 para homens.
O que causa a obesidade?
Quando você ingere mais calorias do que gasta, você ganha peso. O que você come e as atividades que você faz ao longo do dia influenciam nisso. Se seus familiares são obesos, você tem mais chances de também ser. Além disso, a família também ajuda na formação dos hábitos alimentares. A vida corrida também torna mais difícil planejar refeições e fazer alimentações saudáveis. Para muitos, é mais fácil comprar comidas prontas e comer fora. Não há soluções de curto prazo para a obesidade. O segredo para perder peso é ingerir menos calorias do que você gasta.
Já tentei várias dietas, mas sempre recupero o peso depois. O que fazer?
Foque na saúde, não em dietas
As dietas são mais difíceis de se manter e normalmente não funcionam a longo prazo. É duro se manter numa dieta que inclui mudanças muito radicais nos seus hábitos alimentares. Em vez de uma dieta, foque em mudanças no estilo de vida que melhorarão sua saúde e o ajudarão a encontrar o equilíbrio. Pequenos passos podem significar muito. Perder cerca de 4,5 kg pode fazer uma grande diferença na sua vida.
Faça um plano de mudanças
Trabalhe com seu médico para desenvolver um plano de trabalho. Peça a amigos e familiares que te ajudem a se manter na meta. Seu médico também pode indicar uma dieta para facilitar a montagem de um cardápio. Quando você se desviar do programa, não se zangue. Descubra o que fez você fugir dele e como você pode consertar isso.
Como posso me manter no programa, mudando meus hábitos?
É difícil mudar hábitos. Mas você precisa ser firme. Tenha certeza de que essa é a hora para você. Você está pronto para encontrar as mudanças? Tem o apoio de familiares e amigos? Sabe quais são os primeiros passos. Ser saudável é um projeto para a vida toda. A maioria das pessoas tem mais sucesso quando faz pequenas mudanças. Um passo de cada vez. Pesquisas mostram que quem fica de olho naquilo que come se dá melhor na perda de peso. Mantenha um caderno onde você pode escrever tudo aquilo que você come e bebe todos os dias. Você pode se surpreender com o tanto que está comendo e bebendo. Uma calculadora de calorias também pode ser útil. Da mesma forma, veja quantas calorias gastou com as atividades físicas que realizou.
É possível tomar remédios ou fazer uma cirurgia?
Cirurgia e remédios não fazem nada sozinhos. A maioria das pessoas precisa também de mudanças nos hábitos alimentares e nos exercícios físicos. Antes que o médico prescreva remédios ou cirurgias, ele provavelmente lhe dará uma dieta de umas seis semanas. E mesmo depois dos remédios e da cirurgia, você precisará adotar novos hábitos alimentares para o resto da vida.
19 de jan. de 2010
Administrando o estresse em local de trabalho
Planeje sua conduta
Estresse é uma resposta física para uma situação indesejável.
Um estresse moderado pode ser resultado de coisas rotineiras como perder o ônibus, ficar por muito tempo em uma fila ou pegar um cartão de estacionamento.
Mas o estresse pode ser também mais severo. Divórcio, problemas familiares, assalto, morte de um ente querido, por exemplo, pode ser devastador.
Uma das fontes mais comuns de estresse, ambos moderado e severo, é o local de trabalho.
Entendendo o estresse
O estresse pode ser de curto prazo (agudo) ou de longo prazo (crônico). O estresse agudo é uma reação a uma ameaça imediata - seja real ou percebida. O estresse crônico envolve situações que não são passageiras, como problemas de relacionamento, pressões no trabalho, e complicações de saúde ou financeiras.
Quando você não consegue lidar com as circunstâncias, uma resposta física ao estresse ocorre para que você consiga energia suficiente para superar a situação. Primeiramente, a adrenalina -que é um hormônio do estresse - é liberada. Isso causa um aumento das batidas do seu coração, sua respiração acelera e sua pressão arterial sobe. Seu fígado aumenta a liberação de glicose - açúcar do sangue - para sua corrente sanguínea, e seu fluxo sanguíneo é direcionado para o cérebro e para grandes músculos. Depois que acaba a ameaça ou a raiva, seu corpo volta a relaxar. Você pode ser capaz de lidar com um evento de estresse ocasionalmente, mas quando ele ocorre repetidamente, como um estresse crônico, os efeitos se multiplicam e se acumulam com o tempo.
A resposta ao estresse é individual. É como um jogador de futebol que se machuca repetidamente em jogos. Uma vez, ele sobrevive. Mas se ele se machucar semana após semana em uma temporada, pode ser que um dia ele não esteja mais apto para jogar.
Quanto estresse podemos agüentar?
Você está muito estressado quando esses cinco sinais aparecerem:
· Você se sente irritável.
· Você tem algum distúrbio do sono - ou dorme muito, ou não consegue dormir.
· Você não consegue sentir nenhum prazer na vida.
· Você perde seu apetite ou não consegue parar de comer.
· Você apresenta problemas de relacionamento - não consegue mais se dar bem com amigos ou família.Muito estresse pode aparecer na forma de doença, infertilidade ou fadiga. Estresse crônico pode causar danos a sua saúde, incluindo:
Seu Sistema Imune
Estresse pode suprimir seu sistema imune, tornando-o mais suscetível a infecções virais, como pelo vírus H. influenza, e a infecções bacterianas como a tuberculose.
Sua saúde cardiovascular
Estresse causa um aumento da freqüência cardíaca, dores no peito (angina) e ritmos cardíacos irregulares (arritmias). O estresse pode levar ainda a ataques cardíacos e infartos.
Se você já tem algum problema de saúde como asma ou problemas gastrintestinais, o estresse pode ainda agravar os sintomas de tais afecções.Estresse agudo pode causar: Estresse crônico pode causar:
- Irritabilidade e preocupação
- Ansiedade e ataques de pânico
- Tristeza
- Depressão ou melancolia
- Perda do apetite
- Anorexia ou compulsão
- Estado de alerta constante e aumento da sensação de energia Irritabilidade
- Supresão do sistema imune
- Baixa resistência à infecções
- Metabolismo aumentado e consumo da gordura corporal
- Diabetes ou hipertensão
- Infertilidade Ausência de menstruação (amenorréia) ou perda da libido
Dicas para aliviar a tensão
Dias de trabalho mais longos, menos tempo de sono e excesso de informações são as três principais fontes do estresse.
Você tem que se perguntar "Mais é melhor? Mais rápido significa melhor?" Respondendo sim para essas perguntas você pode estar alterando os níveis de estresse na sua vida. O tempo de trabalho semanal está cada vez mais longo - o número de pessoas que trabalham 40 horas ou mais por semana aumenta cada vez mais. As pessoas estão dormindo menos que seus avós, e a quantidade de informações que recebemos pela Internet, TV, rádio, jornais, revistas e e-mails é devastadora. Nós estamos em um estado de super estimulação. A única forma de sobreviver a essa existência estressante é reconhecer que podemos escolher como podemos responder ao estresse. As pessoas podem modificar seu comportamento e escolher como responder a certas situações.
Tenha calma com si mesmo
Simplifique sua vida. Exclua algumas atividades ou tarefas designadas do seu dia.
Pratique técnicas de relaxamento como controle da respiração, limpe sua mente e relaxe seus músculos.Concentre-se em uma coisa de cada vez. Não leve os problemas do trabalho para casa, ou os problemas de casa para o trabalho.
Mantenha um diário do estresse. Anote tudo aquilo que te estressa e aprenda a prevenir. Faça o que é mais importante primeiro.
Procure sempre o lado positivo das coisas. Considere a situação uma oportunidade de melhorar sua vida.
Use o humor para reduzir ou aliviar a tensão
Pratique hábitos saudáveis
Exercite-se. Isto fará com que alivie a pressão e ainda fornecerá um tempo livre de estresse.
Vá mais cedo para cama. Mais tempo de sono o torna mais forte e mais capaz de lidar com as responsabilidades do dia-a-dia.
Alimente-se bem no café da manhã e no almoço. Mantenha seu nível de energia alto por todo o dia.
Reduza ou elimine o consumo de cafeína. Cafeína é um estimulante, e pode agravar seu nível de estresse.
Dê um tempo
Saia de férias. Tire algum tempo para si mesmo, mesmo que seja apenas um dia, ou quem sabe uma longa semana.
Planeje um tempo fixo para você. Mas limite o tempo gasto com pessoas negativas.
Realize algum trabalho voluntário, ou comece algum hobby.
Pare por vários pequenos intervalos durante o dia. Pegue 30 segundos e dê uma olhada pela janela, ou se alongue.
Revitalize sua mente e corpo
- Faça massagem para aliviar a tensão.
- Delicie-se com um banho quente.
- Pratique técnicas de relaxamento, como respirar fundo ou auto-hipnose.
- Reze ou medite.
- Procure a sua diversão.
Leia um livro ou veja algum filme alto-astral.
8 de jan. de 2010
Qualidade de Vida das Mulheres – Haja coração!
Com a morte da atriz americana Brittany Murphy, 32, o assunto volta à tona e é bom as mulheres fiquem atentas qualidade de vida e todos os “blás, blás, blás” tão importantes para a manutenção de nossa saúde. No caso de Murphy, suspeita-se que a parada cardíaca tenha ocorrido porque a jovem era viciada em analgésicos, que em sua maioria contém um componente chamado opioide.
O que são e o que causam?
Os opioides são grupos de substâncias naturais e sintéticas, geralmente encontrados em remédios para tratar dores, descontrole intestinal e tosse. São chamados de “Depressores do Sistema Nervoso Central”, e o abuso desse componente pode causar sonolência, diminuição da frequência cardíaca e queda da pressão arterial.
Nas mulheres alguns fatores contribuem e aumentam o risco de infarto. Confira nas informações abaixo:
Tabagismo - Favorece a formação de coágulos;
Colesterol Alto – Aumenta o risco de aterosclerose;
Diabetes - Provoca lesão nos vasos;
Pílula Anticoncepcional - Favorece a formação de coágulos;
Uso de drogas (principalmente cocaína) - Favorece a formação de coágulos, leva à constrição das artérias e acelera o processo a aterosclerose;
Abuso de opioides - Deprimem o Sistema Nervoso Central e podem causar parada respiratória e consequentemente parada cardíaca;
Anfetaminas (presentes em fórmulas para emagrecer) - São estimulantes, aumentam o consumo de oxigênio por parte do coração e podem causar taquicardia, vasoconstrição e arritmias;
Estresse - Libera adrenalina, um potente vasoconstritor.
Mantenha uma alimentação balanceada e pratique atividades físicas. Estar em dia com sua saúde evitará o uso desnecessário de medicamentos. Quantas cápsulas você poderia evitar apenas com a mudança de comportamento? Reflita.
Bactérias e o Verão – Não deixe que elas invadam a sua praia!
Verão, praia, frango a passarinho, farofa…
O que você costuma comer nas férias de verão?
É no verão que tentamos fugir do que é comum da rotina diária quando estamos estudando ou trabalhando.
Mas é nessa época que temos que tomar mais cuidado para não adquirir doenças infecciosas no intestino, e a preocupação com o alimento que é ingerido deve aumentar. É no período do verão que essas doenças aumentam em cerca de 30%.
Bactérias, fungos e vírus costumam ficar mais evidentes durante dezembro e janeiro, pois encontram um ambiente perfeito para a proliferação com o aumento do calor e da umidade.
Alguns cuidados devem ser tomados nas férias como:
■Prestar atenção na qualidade da água em que está bebendo;
■Lavar latinhas de refrigerante e suco antes de beber, pois nunca se sabe se elas são armazenadas e se estão limpas;
■Evitar comer lanches de barracas que ficam na rua ou na praia;
■Evitar comer lanches naturais que contenham maionese;
■Algumas doenças que você pode contrair são a Hepatite A e a Salmonella que afeta mais as crianças, jovens adultos e idosos.
Algumas doenças que você pode contrair são a Hepatite A e a Salmonella que afeta mais as crianças, jovens adultos e idosos.
O tempo em função da saúde
O tempo é curto, só temos 24 horas por dia para nos dividirmos entre o trabalho, estudos, casa, filhos, marido… Mas sempre esquecemos de garantir um tempinho para cuidar da nossa própria saúde. O que muitas pessoas não percebem ou preferem esquecer é que sem saúde é impossível dar conta das outras coisas.
O dia-a-dia conturbado não deve mais servir de desculpas para não viver a vida de uma maneira saudável, da hora que levantamos até quando voltamos a dormir. Sabendo dividir as 24 horas de maneira prática, fácil e inteligente podemos fazer coisas simples que mantém a mente e o físico em equilíbrio proporcionando bem-estar.
Logo pela manhã você precisa acordar bem cedo para ir trabalhar. Mas e se o despertador te deixa na mão? Você acorda atrasado e já pensa em pegar suas coisas, ligar o carro e sair correndo sem tomar café. Você sabia que apenas 13 minutos são suficientes para tomar um café e comer um pãozinho?
Pois é, essa pressa que as pessoas adquiriram ao longo dos anos – principalmente depois da revolução industrial, urbanização, etc. – prejudica a saúde dos indivíduos que deixam o bem-estar físico e mental em segundo plano.
Você nem imagina, mas dá pra cuidar da saúde durante o dia todo através de iniciativas básicas e rápidas, acompanhe algumas:
Comece o dia tomando café, isso não leva mais do que 13 minutos;
1. Antes de ir para o trabalho reserve 30 minutos para fazer uma caminhada. Dividir esse tempo em três períodos de 10 minutos não faz nenhuma diferença, você pode andar um pouco antes de entrar para o trabalho, durante o almoço, e quando voltar para casa;
2. Antes de chegar ao trabalho você pega ônibus ou vai de carro certo? Durante seu deslocamento o que você faz? Poderia ouvir música ou ler um livro. Para fazer isso bastam apenas 14 minutos, quatro para a música e dez para a leitura. Mas você deve estar se perguntando qual o benefício para a saúde? Simples, a música alivia as dores crônicas, além de combater a depressão e diminuir a ansiedade; a leitura exercita os neurônios;
3. No local de trabalho procure se movimentar um pouco, quando ficamos mais de três horas na mesma posição podemos prejudicar nossa coluna e a circulação. Movimentar-se em 15 minutos alternados durante as 8 horas que você trabalha são suficientes, faça alongamentos no pescoço, caminhe até o banheiro, levante para tomar café;
4. Acabou o horário de almoço. Chega a hora de cuidar da higiene bucal. Passar o fio dental depois de escovar os dentes demora cerca de 6 minutos e protege sua boca de bactérias;
5. Durante o dia todo não esqueça de se hidratar, principalmente durante o verão. Demora cerca de 4 minutos para você tomar um copo de água. Não precisa ficar preso a famosa meta de 2 litros por dia, cada pessoa tem uma necessidade diferente;
6. Depois de um dia cansativo de trabalho, estresse, brigas de trânsito… todos precisam relaxar, e nada melhor do que meditar para esvaziar a mente dos problemas. Vinte minutos são suficientes e você pode fazer isso quando chegar em casa. Além da prática aliviar a tensão, pacientes cardíacos que meditam diariamente diminuem os riscos de ter infarto em 50%.
CORRIDA DE SÃO SILVESTRE
Estamos muito felizes com o resultado e temos a certeza de que voces são um exemplo e que fazem realmente a diferença. Em 2010 mais provas nos aguardam e estaremos juntos motivando e levando voces mais e mais a frente.
Nosso grupo de caminhada e corrida é um de nossos maiores orgulhos e esperamos que mais empresas façam como a Karcher e ajudem a formar novos campeões na vida e na saúde.
6 de jan. de 2010
Qualidade de Vida - Texto de Fernando Hartmann
Vemos, nos dias atuais, o desenvolvimento tecnológico e científico em alta velocidade, a competitividade cada mais agressiva, o indivíduo cada vez mais assustado, sem rumo, despreparado.
A cultura oriental trabalha preventivamente, sua medicina é preventiva. Cuida da pessoa e a pessoa se cuida para não adoecer. Tem, também, a visão do todo, global, holística. Quando o indivíduo adoece, todo seu ser é afetado: corpo, mente e alma. Isso envolve a relação consigo mesmo, com a família, com o trabalho. Afeta sua harmonia, seu humor, a motivação, enfim, sua vida e a de quem está ligado a ele.
Nossa cultura ocidental tem a visão do momento. Leva o ser a agir de acordo com as circunstâncias e o que é pior, é envolvido por elas, é afetado profundamente. A prova disso são os hospitais lotados. A falta de capacitação humana e profissional causa a morte de inúmeras pessoas, diariamente. E isso independe da classe social. Quer prova maior do que o caso Tom Jobim, em pleno Estados Unidos?
Para evitar tal desequilíbrio, que leva até mesmo à morte prematura, ou suspensão das atividades - tenho caso de jovens executivos afastados do mercado devido a derrames e enfartes, sem contar as úlceras, reumatismos, problemas graves de coluna, entre outros - as empresas orientais oferecem a seus funcionários várias opções de atividades: yoga, tai-chi-chuan, ginástica, meditação. São atividades leves que retiram a fadiga, o estresse e reestruturam o indivíduo emocionalmente, como também preparam seu corpo e sua mente para as jornadas geralmente intensas de trabalho.
Essas atividades costumam ser acompanhadas por pessoas preparadas, capacitadas, como médicos, psicólogos, professores e consultores, que vão orientando o profissional para que tenha saúde plena e igual condição para exercer suas funções junto à empresa, mas também junto à família, à sociedade, ao mundo.
Na Europa e nos Estados Unidos, isso já vem acontecendo. Já acordaram para a realidade atual: o ser humano precisa se tratar para alcançar a plena realização de seus objetivos, através do conhecimento e bem estar de si mesmo.
No Brasil, isso já começa a ser percebido. É hora de olharmos para a frente e percebermos a importância de estarmos bem para fazermos bem nosso dever. Como empresário, executivo, gerente, operário, só alcançaremos qualidade total quando ela fizer parte de nós mesmos, quando vivermos com qualidade em pensamentos, sentimentos e expressões, ou seja, quando tivermos qualidade de vida.
Por qualidade de vida, entendemos uma maneira mais adequada de se viver, mais sadia, desde a relação consigo mesmo, passando pela inter-relação e a própria relação com o Todo, com o Cosmos.
Estão surgindo novos paradigmas, tais como: trabalho em equipe, saindo o individual; conhecimentos gerais, em lugar do específico; experiências múltiplas, incluindo a internacional, em vez de uma apenas; e muitos outros.
Os tempos mudaram e continuam mudando, prometendo ainda muitas transformações nas relações interpessoais, profissionais e, especificamente, na relação individual, pessoal, consigo mesmo.
A Empresa
A Empresa é uma entidade organizada e precisa ser bem estruturada para realizar sua função e alcançar suas metas. O objetivo é o sucesso. Para isso é fundamental ter objetividade e clareza quanto à cultura, à filosofia e aos valores. Necessita, também, de materiais e equipamentos, atentando para a alta tecnologia e a modernidade, passando pela inovação constante. Ser objetiva e transparente na informação e na relação com clientes e fornecedores é outro dever da Organização.
A Revolução Tecnológica e as últimas descobertas da Ciência têm mexido com as estruturas empresariais e com os processos de gestão. Precisa-se, hoje, dar atenção permanente ao novo (ou a maneira nova de fazer), para manter a competitividade, gerando lucros maiores e conquistando a liderança. Hoje, além de existir, é prioritário ser boa para vir a ser a melhor ou a maior.
Com a abertura e a globalização do mercado, temos uma nova visão de administração e economia, aprimorando ou atualizando algumas teorias e tendo outras totalmente ultrapassadas. O que fariam hoje grandes astros do passado como Ford, Fayol, Taylor, Marx, entre outros? Certamente, fariam diferente.
Percebemos hoje um amadurecimento em relação ao passado. Daqui a cem anos todo o processo hoje defendido poderá estar igualmente superado. Mas o mérito desses homens é inquestionável, pois é através de suas descobertas e afirmativas - a criação dos paradigmas - que se pode aprimorar ou mudar. Longas pesquisas, profundas experiências, "insights" que provocam novas descobertas ou reformulações de antigas teorias, favorecem e conduzem ao crescimento da humanidade.
O tema modernidade sugere mudanças. Mudanças na forma de ver, pensar e agir. Mudar estruturas pede para mudar processos; a recíproca é verdadeira. Mudança total, plena, global. É preciso mudar, transformar para crescer, mas primeiramente, modernizar para sobreviver.
Conceitos e atividades recentes são introduzidos nas empresas tais como: Reengenharia de Processos, Qualidade Total, Gestão Participativa e Tecnologia de Sistemas de Informática. O objetivo é o mesmo: fazer a empresa funcionar bem, ser produtiva e lucrativa.
Atualmente, temos uma nova visão dos conceitos organizacionais. Ser produtivo não significa mais produzir em massa e, sim, bem-feito, com qualidade até mesmo de forma personalizada. Ser lucrativo não é mais ganhar sobre os custos e sim baixá-los, cortando desperdícios e tornando o preço mais acessível.
A tecnologia nos oferece uma forma de fazer melhor e mais rápido. A ciência nos mostra outros canais e caminhos para o aprendizado. Temos inúmeras possibilidades, hoje em dia, de tornarmos a empresa mais produtiva, lucrativa, com segurança, qualidade, eficiência e eficácia.
O Homem
Todo trabalho produz um resultado. Trabalho bem-feito gera resultado positivo; trabalho sem qualidade gera resultado negativo. E a cada dia cresce a cobrança, tornando o público mais exigente.
Toda empresa quer lucro, quer também liderança, quer ainda reconhecimento. Em um mercado aberto e internacionalizado cresce a competitividade e a busca pela qualidade. Também o empregado quer lucro (um bom salário), quer liderança (sentir-se capacitado, qualificado para a função, competente) e quer igualmente reconhecimento (elogios, promoções e novos desafios).
Na Organização, qual é o elemento que vê, pensa e faz? Evidentemente, é o elemento humano. Do teto ao chão, do presidente ao operário, é sempre o elemento humano em ação. É ele quem faz a empresa! A mente elabora as idéias, ordena os pensamentos, forma os processos, a estrutura. O corpo coloca as idéias em ação, realiza os movimentos, a dinâmica empresarial. Uma integração é necessária. Integração esta do pensar e do agir, como também das hierarquias, formando um todo fortemente estruturado. Esta é uma empresa vitoriosa, bem-sucedida, sólida, que sobrevive às crises políticas, econômicas e sociais; uma empresa competitiva, lucrativa e eficaz.
É freqüente encontrarmos Organizações com um bom serviço de Marketing. O contato direto causa um impacto negativo; o atendimento é medíocre, o produto é fraco. Vemos também escritórios muito bem montados e equipados porém a recepção e o tratamento são pobres. Vemos, ainda, empresas bastante simpáticas e agradáveis e o nível de limpeza muito deficiente, o que afasta os clientes. Temos muitas histórias para contar... Falta estrutura forte e modelo adequado de gestão.
Qualidade Total Significa Satisfação Total
O sistema empresarial moderno se direciona cada vez mais para a satisfação total. Além da qualidade total, tão em voga atualmente, quando se procura atender as necessidades e exigências do cliente, encontramos a satisfação total. A aproximação da perfeição na confecção do produto ou na realização de um serviço é alvo cada vez maior. Quando um produto ou serviço alcança um nível elevado tem a satisfação do cliente que o recebeu, do indivíduo que o produziu, passando pela pessoa que o distribuiu, pelo gerente que orientou, pelo diretor da empresa, que tem a certeza da missão cumprida, e a devida expressão dos valores e da cultura da empresa. Para isso é necessária uma comunicação estimulada e uma fonte de informação e incentivo adequada.
É primordial a percepção de que para as tão necessárias, esperadas e desejadas lucratividade, competitividade e liderança de mercado, o elemento humano necessita de qualificação e capacitação plenas. O homem é a maior fonte de lucro de uma Organização e nele deve ser feito o primeiro e o mais alto investimento. Em uma visão arcaica e ultrapassada, o indivíduo é visto como custo, prejuízo e objeto descartável. Na visão empresarial moderna, ele é a maior fonte de investimento. Investir nos recursos humanos da empresa é lucro certo. Vemos, nas empresas modernas, que o Departamento de RH tem uma atenção especial. Ele já é o elemento gerador de lucro, pois é responsável em preparar devidamente o profissional e prestar assessoria a outras instituições.
Todos sabemos que, quanto menor é a rotatividade de pessoal, menores são os gastos com processos de admissão, demissão e treinamento. Da mesma forma, quanto menor é o absenteísmo, maior e melhor é a sua produção. Quanto mais integradas as equipes, melhor é o rendimento. Quanto mais motivada é a empresa, melhor é a qualidade global da mesma.
Qualidade de Vida na Empresa
Precisamos olhar o termo qualidade de forma mais ampla. É ilusão querer oferecer qualidade se quem produz está infeliz. Quando há infelicidade por alguma razão, seja salário baixo, má condição de trabalho, entre outras, faltará qualidade total.
Para haver qualidade total de produto ou serviço, toda a rede que envolve a confecção ou realização do mesmo, precisa ter Qualidade de Vida. A qualidade precisa estar além do produto ou do serviço. Precisa quebrar as barreiras do egoísmo e do individualismo de cada indivíduo, seja operário, gerente ou diretor. Precisa estar na vida pessoal de cada elemento e ser extensivo às suas famílias e a comunidade em que vive.
Qualidade precisa ser compartilhada. Só existe qualidade total de produto ou serviço quando ela vem acompanhada de qualidade total de vida pessoal e coletiva. Só existe excelência empresarial, havendo excelência na qualidade de vida pessoal e coletiva. Esta abrange a comunidade empresarial, familiar e social. E como estamos diante da globalização do mercado, podemos afirmar que a necessária qualidade total exige a relação plena da comunidade mundial, planetária e cósmica.
Precisamos, inicialmente, realizar a Qualidade Total de Vida, a Reengenharia Humana, a Parceria do Ser, a Autogestão Participativa, o Gerenciamento Global ...
PROGRAMA DE QUALIDADE DE VIDA 2
Médias e grandes empresas aumentam produtividade e lucro com programas de qualidade de vida para funcionários.
Empresas de médio e de grande porte registram baixos índices de absenteísmo de funcionários e melhora considerável na motivação, criatividade e produtividade das equipes de trabalho – e também nos lucros – ao investirem em programas de qualidade de vida para seus colaboradores. Grupos ou clubes de corrida têm virado uma febre entre as companhias, como o Grupo Caixa Seguros.
Em um domingo, no último dia 30 de agosto, por exemplo, o Grupo promoveu a 1ª Corrida Viva Bem, em Brasília (DF). Pela primeira vez, uma competição antes voltada apenas para colaboradores e familiares abriu inscrições ao público de todo o País. Foi a forma de a companhia comemorar o segundo aniversário do programa de qualidade de vida Viva Bem. “Uma multidão de 1.300 corredores de rua participou em um domingo ensolarado, às 8h. E no mesmo dia, Brasília sediava outras duas provas semelhantes, ou seja, foi um sucesso imenso”, comemora Denise Dantas, superintendente de Recursos Humanos do Grupo.
O interessante é que os colaboradores selecionados não fazem parte do clube de corrida da empresa. “O critério para participar é ser sedentário ou não praticar a corrida. A proposta é estimular a adoção de hábitos saudáveis e a prática de esporte por parte desse pessoal, assim como o fizeram os que integram o clube de corrida”, explica Andréia Azevedo, Gerente de Remuneração e Benefícios.
Assim que anunciou internamente que a companhia arcaria com a participação de dez colaboradores no Desafio Super 40, surgiram vinte interessados. “Foi sensacional! Tivemos o dobro de adesão em relação ao ano passado. Isso mostra que o programa Viva Bem está motivando nosso corpo funcional a mudar de vida”, diz Andréia Azevedo.
Além do clube de corrida, o Grupo Caixa Seguros mantém programa antitabagismo, coral e outras 13 iniciativas no programa Viva Bem. O efeito imediato dessa política de qualidade de vida foi a redução pela metade dos atendimentos médicos e das faltas ao serviço, em dois anos, além do aumento da produtividade e, consequentemente, dos lucros.
O Grupo, que havia lucrado R$ 3,1 milhões em 2006, fechou o ano passado com R$ 5,1 milhões. “Acreditamos que as ações de qualidade de vida, colaborou para esse crescimento”, afirma Andréia Azevedo. Atualmente, 71% dos colaboradores estão satisfeitos com a companhia e 82% têm a mesma opinião em relação aos benefícios do programa de qualidade de vida. Leia mais abaixo ao depoimento da funcionária do Grupo Caixa Seguros, Marla Neves.
O efeito positivo para os negócios é ainda mais impactante se o ramo de atuação da empresa está relacionado à promoção de boas condições de vida ao cliente. Ao promover a qualidade de vida dos funcionários, a companhia desperta neles uma percepção mais profunda sobre os objetivos dos negócios ali desenvolvidos. E, ao mesmo tempo, chama a atenção dos clientes para sua política ou filosofia de promover o bem-estar coletivo, o que gera um retorno à imagem de valor incalculável, opina Denise Dantas, Superintendente de RH.
Outras empresas seguem o exemplo
Assim como o Grupo Caixa Seguros, outras companhias organizam para os funcionários clubes de corrida, programas antitabagistas, ações culturais, assistência psicológica e jurídica, entre outras.
Petrobras, BNDES e Embratel são algumas grandes que desenvolvem programas ligados ao bem-estar dos colaboradores de olho nas vantagens competitivas. Entre as médias empresas, destaca-se o Laboratório Sabin, líder em análises clínicas no Distrito Federal e premiado diversas vezes pelo cuidado com o bem-estar dos funcionários.
O Laboratório Sabin também colhe os frutos de uma política de bem-estar laboral consistente, com investimento anual de R$ 3,5 milhões. Grupo de corrida, ações de auxílio à maternidade e ao casamento, previdência privada, realização de exames, educação superior a até Dia de Noiva são algumas iniciativas da empresa para promover a qualidade de vida dos seus 751 colaboradores. Essas ações trouxeram resultados expressivos: em 2008, o índice de faltas de funcionários nas 56 unidades do laboratório foi de apenas 0,85%.
Helenildes Ribeiro, coletora do Laboratório, ganhou ingressos para ir ao teatro com o marido. A distribuição faz parte de uma ação cultural regular do Sabin e foi uma experiência inesquecível: “Foi realmente maravilhoso. Há doze anos eu e meu marido não saíamos sozinhos, sem as crianças. A última vez tinha sido no lançamento do filme Titanic”, relembra Helenildes.
Demissão zero
Experiências como essa fortalecem o vínculo entre o colaborador e a empresa e atribuem um novo valor a essa relação. Segundo a psicóloga e analista de RH Raquel Vilas Boas, o ganho que não pode ser mensurado em números absolutos é muito valioso, como a satisfação do colaborador ao praticar esportes ou ir ao teatro incentivado pela empresa. “Benefícios intangíveis são responsáveis por reter talentos na empresa”, lembra Raquel. Os números do Laboratório Sabin confirmam essa teoria - nos últimos três anos, não houve turn over na área técnica da empresa, ou seja: nenhuma demissão ou nova contratação.
Tanto no Laboratório Sabin quanto no Grupo CAIXA SEGUROS, o investimento no bem-estar da equipe é uma prioridade e está sempre aliado à estratégia do negócio. “Isso fortalece a cultura organizacional. Faz com que os colaboradores compreendam melhor a estratégia da empresa e sintam-se reconhecidos”, conclui Raquel Vilas Boas.
PROGRAMA DE QUALIDADE DE VIDA 1
Falar de qualidade de vida é sempre muito gratificante. Considero o tema uma fonte inesgotável de princípios teóricos e práticos que tem contribuído muito ao desenvolvimento humano, profissional e organizacional. Não é uma novidade dizer que a prática de atividades de qualidade de vida, em qualquer ambiente, traz inúmeros benefícios para o bem-estar das pessoas e uma maior produtividade para as empresas. No entanto, ainda percebem-se dificuldades para conseguir com que as pessoas sensibilizem-se quanto à importância da adoção de hábitos de vida saudáveis e, nas empresas, a dificuldade é levar os funcionários à adoção dos princípios da qualidade de vida como uma filosofia de trabalho.
O sucesso da implementação de programas de qualidade de vida depende, por um lado, do comprometimento dos colaboradores em fazer boas escolhas quanto aos hábitos saudáveis e às atitudes de enfrentamento à adversidade e, por outro lado, da empresa em poder fornecer condições necessárias para que essas escolhas aconteçam.
Implementar ações de qualidade de vida não é tarefa fácil se considerarmos que as pessoas estão permanentemente expostas a fatores estressores que podem afetar a saúde. O estresse é um componente da vida moderna presente em qualquer ambiente, não escolhendo a quem atingir. Isto justifica plenamente a criação de programas de qualidade de vida para lidar com os fatores de risco à saúde e para minimizar a exposição das pessoas a eles.
O trabalho é uma atividade na vida das pessoas que muitas vezes torna-se o organizador do seu estilo de vida, podendo ser, para uns uma fonte de prazer e, para outros, de desprazer. Assim sendo, cabe-se questionar sobre o quanto as empresas estão preocupando-se e investindo na qualidade de vida dos seus colaboradores.
Muitas empresas que aderiram às atividades de qualidade de vida vivenciam benefícios que elas trazem à saúde e ao bem-estar dos seus colaboradores. Com certeza elas ganharam maior produtividade através do maior envolvimento das pessoas e estas, por sua vez, ganharam uma fonte de prazer no trabalho. Não é por acaso que essas empresas encontram-se na classificação das melhores empresas para se trabalhar.
Para que um programa de qualidade de vida seja bem sucedido, ele deve favorecer a criação de espaços de apoio à tomada de decisões das pessoas quanto à responsabilidade pessoal pela saúde e pela adoção estilos de vida que favoreçam o seu bem-estar, abordando temas de desenvolvimento de forma global, isto é, considerando os aspectos biológicos, psicológicos, sociais e espirituais do ser humano.
Qualidade de vida é a percepção que a própria pessoa tem sobre o seu bem-estar, sendo este o parâmetro para avaliar a eficácia das ações dos programas de qualidade de vida. Especialistas no assunto afirmam que em torno de 53% dos fatores que favorecem a longevidade saudável são determinados por hábitos, crenças e valores, ou seja, pelo estilo de vida das pessoas. Outros 20% seriam determinados pelas condições do meio ambiente, 17% por fatores genéticos ou hereditários e 10% por fatores atribuídos à assistência médica. Essa estatística sustenta o fato de que uma das formas de alcançar um nível adequado de bem-estar é facilitando as escolhas de atitudes positivas perante situações adversas como um mecanismo para o enfrentamento do estresse do dia-a-dia.
Domenico de Masi, em um dos seus textos sobre a criatividade, cita: "A plenitude da atividade humana é alcançada somente quando nela coincidem, se acumulam, se exaltam e se mesclam o trabalho, o estudo e o jogo; isto é, quando nós trabalhamos, aprendemos e nos divertimos, tudo ao mesmo tempo”. Nessa frase o autor faz um convite a olharmos para a qualidade de vida sob múltiplas dimensões e não somente como fatores isolados. É necessário encontramos prazer naquilo que fazemos e para isso temos que agregar valores às nossas ações.
Em síntese, um programa de qualidade de vida em empresas deve promover ações que revertam-se em benefícios à saúde dos funcionários e deve criar mecanismos para lidar com as dificuldades que as pessoas e a empresa têm para aderirem à prática contínua de atividades de qualidade de vida, considerando que qualidade de vida no trabalho é muito mais do que escolher praticar atividades físicas, ter uma alimentação adequada, aproveitar melhor o tempo livre, aprimorar seus relacionamentos, em fim, escolhas que fazem com que as pessoas tenham uma vida saudável. Qualidade de vida é ter plena consciência dos benéficos à saúde que essa escolha trará para as pessoas e um meio para que a empresa possa aproveitar melhor o potencial dos seus colaboradores.
5 de jan. de 2010
PROGRAMA DE QUALIDADE DE VIDA
4 de jan. de 2010
FELIZ 2010
1. Seja ético. A vitória que vale a pena é a que aumenta a dignidade e reafirma valores profundos.
2. Estude sempre e muito. A glória pertence àqueles que tem um trabalho especial para oferecer.
5. Tenha metas claras. A História da Humanidade é cheia de vidas desperdiçadas: amores que não geram relações enriquecedoras, talentos que não levam carreiras ao sucesso, etc. Ter objetivos evita desperdícios de tempo, energia e dinheiro.
22 de dez. de 2009
Boletim Informativo
8 de dez. de 2009
Conforto e saúde - Um artigo do Dr. Drauzio Varella
O conforto nos tornou sedentários empedernidos. Conforto pressupõe cadeiras anatômicas com almofadas macias e ter tudo ao alcance da mão.
Enquanto nossos antepassados caçadores-coletores ganhavam o sustento com o suor de seus corpos e nossos avós eram obrigados a longas caminhadas para realizar as tarefas diárias, nós vamos de automóvel, tomamos elevadores, subimos escadas rolantes, apertamos botões para lavar roupa e fechar vidros, usamos telefones móveis para evitar deslocamentos e chamar o disque-pizza.
Hoje em dia, não existe pessoa alfabetizada que desconheça os benefícios da atividade física. Não é sem propósito, exceção feita a parar de fumar, nenhuma intervenção isolada de saúde pública tem tamanho impacto na prevenção das enfermidades crônicas que afligem o homem moderno: hipertensão arterial, diabetes, obesidade, reumatismo, infarto do miocárdio, derrame cerebral, e tantas outras.
Se, além desse conhecimento teórico, todos são unânimes em concordar que a prática de exercício traz uma sensação agradável de bem estar, é o caso de nos perguntarmos por que a maioria esmagadora de mulheres e homens deixa de exercer essa atividade que reconhecem fazer bem para o organismo, na teoria e na prática? A resposta é simples: a prática de exercícios físicos vai contra a natureza humana!
Theodor Dobzhanski, um dos maiores geneticistas do século vinte, afirmou que nenhum fenômeno biológico tem sentido exceto à luz da evolução. Há 6 milhões de anos, nossa espécie divergiu dos ancestrais comuns que mais tarde deram origem aos chimpanzés e aos bonobos, nossos parentes próximos. Se lembrarmos que a agricultura surgiu há meros 10 mil anos -- e com ela a possibilidade de estocar provisões --, é possível fazer idéia do esforço físico diário atrás de comida e proteção despendido por nossos ancestrais desde a idade da pedra, para que eu tivesse o privilégio de encontrar você, leitor, neste momento.
Os homens deixavam as mulheres com as crianças na caverna e saíam à caça e à cata de frutos e tubérculos. Depois de andar quilômetros, quando a sorte lhes bafejava, percorriam o caminho de volta com a caça às costas e os frutos nas mãos. Desprovidos de tecnologia para conservação de alimentos, todos comiam a mais não poder com o objetivo de armazenar as calorias em excesso sob a forma de gordura, garantia de sobrevivência quando chegasse a fome. A vida se resumia a correr atrás de comida e poupar energia no intervalo das refeições, como até hoje fazem os outros animais. Ou, alguém já viu jacaré ou onça fazendo exercício no zoológico?
A penúria, a que esteve submetida nossa espécie durante milhões de anos, moldou a arquitetura dos circuitos de neurônios que se integram no cérebro humano para controlar as sensações de fome, saciedade e a falta absoluta de disposição para esbanjar energia através da atividade física. Por causa da escassez crônica de alimentos no passado, somos capazes de comer muito mais do que o organismo requer para as necessidades diárias. Se formos atender nossos impulsos atávicos, saímos da mesa farta diretamente para o sofá da sala.
Por isso, se você está à espera de disposição para começar um programa de atividade física, não se engane: esse dia jamais virá. Pode ser que surja num domingo na praia, num sítio, mas na rotina diária, esqueça! Seria preciso reescrever a história da espécie humana na face da Terra.
Como, então, conciliar essa preguiça milenar com a necessidade essencial de movimentar o corpo para melhorar a qualidade de seu desempenho e aumentar a longevidade, vivendo na cidade grande? Com as dificuldades de locomoção, o excesso de compromissos e a competição desenfreada pelos postos de trabalho, quem dispõe de tempo para freqüentar clubes, academias ou caminhar em parques públicos?
A única solução para os que se queixam da falta de tempo é incorporar a atividade física à rotina diária. De acordo com o guia de orientação dietética de 2005, publicado pelo Departamento de Saúde americano, as pessoas podem ser divididas em três grupos segundo o grau de atividade física:
1) Sedentários: quando a atividade é leve, praticamente limitada às solicitações da vida diária;
2) Moderadamente ativos: quando andam de 2,4 a 4,8 km por dia, em 30 minutos, ou sobem 15 minutos de escada, além de executar as atividades do dia a dia;
3) Ativos: quando andam mais de 4,8 km por dia, à velocidade de 4,8 a 6,4 km por hora, ou sobem mais de 15 minutos de escada, além das atividades diárias.
Portanto, a barreira de tempo que separa os sedentários dos ativos é de 30 minutos, num dia de 24 horas, para quem estiver disposto a andar. Ou, de míseros 15 minutos, para os que decidirem subir escadas.
Se você vive num daqueles infernos, sem tempo para nada, ainda lhe resta a alternativa de fracionar esses números: andar 15 minutos duas vezes por dia, ou subir escadas durante 5 minutos, três vezes por dia. Não venha com desculpas, sempre é possível andar; sempre existe uma escada por perto.
Mas, se você está disposto a mudar de vida na próxima segunda-feira ou na virada do ano, não esqueça: é preciso disciplina militar. Não espere que a disposição venha por conta própria, porque desperdiçar energia é contra a natureza humana. Por outro lado, o corpo parado se desgasta mais depressa, sofre e dura menos. O corpo humano é uma máquina construída para o movimento.
Mexa-se contra o câncer de mama
Vale a pena assistir, rir e refletir.
Artigo2 : Mundo corporativo X Emoções tóxicas
Percebo que muitos já se sentiram incomodados, melancólicos e angustiados ao pensar em mais um dia de trabalho, pois terão que lidar com chefes intransigentes, arrogantes, prepotentes, que farão exigências irreais, que muitas vezes usam de autoridade para humilhar, ofender e até mesmo perseguir alguns funcionários.
Ambientes de trabalho onde convivemos com pessoas mal humoradas, mal educadas, irritadas, maliciosas, desmotivadas, descontentes com a vida e com o trabalho, que estão sem paciência, sem tolerância e até agressivas.
Como se já não bastasse toda cobrança, desafios e competição ainda existem o medo de perder o emprego e a insegurança de não corresponder às expectativas da corporação.
Imaginem o tamanho da dor emocional (emoções tóxicas) que acomete as corporações? Muitas vezes não conseguimos perceber a dor que criamos nas pessoas estipulando prazos,tomando decisões severas e agindo impulsivamente ou agressivamente. Percebam como o comportamento das pessoas que trabalham a nossa volta podem nos afetar positivamente ou negativamente. A dor emocional está muito presente nas corporações.
Um cérebro cansado e estressado gera falta de concentração, falta de memória e menor produtividade, por isso as nossas empresas estão cada vez mais expostas ao absenteísmo. Nessa era globalizada, a ansiedade está instalada em nossa cultura, pois tudo acontece muito rapidamente causando danos à saúde de toda população.
Ansiedade – sintomas:
É uma perturbação psíquica caracterizada por um estado quase constante de:
• Inquietação;
• Preocupação;
• Angústia;
• Intranquilidade;
• Desassossego;
• Medo.
Provoca no indivíduo um mal estar e uma tensão constante, com “medo de algo” que ele não conhece nem sabe definir. As pessoas sentem-se intranquilas e inseguras diante das situações à sua volta, não sabendo identificar nem definir o que está acontecendo.
Algumas pessoas queixam-se da dificuldade de dormir, sensações corpóreas como transpiração, taquicardia, transtornos respiratórios, dores de estômago, má digestão, cefaléia, perturbações intestinais e outras alterações do sistema nervoso autônomo.
Percebe-se a ansiedade em vários transtornos, exemplo: síndrome do pânico, fobias, alguns casos de depressão, no TOC e na bipolaridade. Existem vários tipos de fobias:
• Agorafobia – medo de espaços abertos;
• Amaxofobia – medo de andar de carro;
• Atelofobia – medo da imperfeição;
• Claustrofobia – medo de lugares fechados;
• Glossofobia – medo de falar em público.
Trataremos nesse momento da fobia social, que acomete hoje de 10% a 15% da população.
Fobia social – sintomas: É a intensa ansiedade gerada quando o paciente é submetido à avaliação de outras pessoas. Concentra-se sob tarefas ou circunstâncias bem definidas. Sentir-se acanhado quando se é observado; Considera-se esta vergonha ou timidez como sendo patológicas a partir do momento em que a pessoa sofre algum prejuízo pessoal por causa dela, como deixar de concluir um curso ou uma faculdade por causa de um exame final que exige uma apresentação pública ou diante de avaliadores.
Tremores, sudorese, dificuldade para falar, mal estar abdominal, diarréia, tontura, falta de ar, vontade de sair do local onde se encontra o quanto antes; dificuldade ao falar em público, dificuldade em dirigir quando se percebe observado, dificuldade ao ser observado durante as refeições, de ser fotografado ou filmado, de usar banheiros públicos, etc.
Veja, uma saúde emocional precária prejudica a vitalidade das relações, afeta o desempenho das pessoas e leva à queda de produtividade da corporação. Em suma, a dor emocional existe e custa muito caro. Onde iremos chegar? Como será o futuro de nossas corporações?
Percebam que há uma mensagem nisso tudo! Quando estamos prestes a perder algo, corremos, vamos mudar isso agora. É hora de reverter esse quadro, resgatar o capital humano, onde a corporação se responsabilize em manipular de maneira muito positiva as toxinas impregnadas em seus funcionários, e estes, por sua vez, usando essas novas ferramentas saberiam gerenciar melhor suas emoções proporcionando um bem-estar para si e aos que estão a sua volta.
“Na era da sabedoria, o profissional que desenvolver qualidades de aprendizado social certamente dominará o diferencial e terá a capacidade inovadora de se relacionar de forma empática com os demais.”
*Rosa Eugênia é Psicóloga especializada em psicanálise e doenças psicossomáticas. Clinica há mais de 20 anos, pesquisa o comportamento contemporâneo e é palestrante nas áreas de saúde e indústria farmacêutica. Atualmente seu atendimento clínico tem foco na psicologia do mundo globalizado (o Eu atual) e com o projeto Sustentabilidade Emocional.
Um simples cansaço precisa ser levado a sério – Conheça a Síndrome de Burnout
Alguns aspectos físicos que fazem parte da rotina de 90% dos profissionais merecem uma atenção especial. Sintomas como fortes dores de cabeça, tonturas, oscilação de humor, insônia, dificuldade de concentração e problemas digestivos podem ir além dos famosos diagnósticos de cefaléia nervosa e gastrite para a chamada Síndrome de Burnout – que traduzido do inglês to burn out significa queimar por completo.
Pesquisas realizadas ao longo do tempo sinalizam que a pessoa que sofre desse mal apresenta tamanha fadiga, tanto física quanto emocional, que chega ao extremo de isolar-se dos demais, após uma sequência de episódios em que se configura comportamento irritadiço e agressivo.
Para Dirce Perssinotti, psicóloga do Centro de Dor do Hospital Nove de Julho, os profissionais mais suscetíveis à Burnout são os que realizam atividades mais expostas ao contato direto com o público e sofrem sua pressão, como médicos, em especial socorristas, professores, repórteres e aqueles que lidam diretamente com a opinião do público, como atendentes em diferentes modalidades.
Muito se especula sobre as experiências emocionais de cada indivíduo, que somadas à pressão do trabalho e dos relacionamentos pode agravar os casos clínicos confirmados da Síndrome de Burnout. Para a psicóloga Rosa Eugênia de Freitas, que já colaborou para o Blog falando sobre o mundo corporativo e as emoções tóxicas, “vários aspectos emocionais interferem, pois como esta síndrome causa um sofrimento psíquico intenso com relação ao trabalho, a falta de estímulo, a pressão e competição geram medo, pensamentos negativos, frustração, aflição, angústia, depressão ou sintomas depressivos.”
Diante de tantas características e situações que nos parecem próximas e comuns na rotina profissional uma questão em relação à patologia merece atenção especial: Burnout está relacionada com a exaustão física e mental devido à ausência de reconhecimento do trabalho ou refere-se a um dos tipos de depressão clínica?
Ouvimos o Dr. Catulo Cesar Magalhães, médico psiquiatra membro do corpo cínico do Centro de Dor do Hospital Nove de Julho que nos diz que entre os fatores aparentemente associados ao desenvolvimento da Síndrome de Burnout está a pouca autonomia no desempenho profissional, problemas de relacionamento com as chefias, problemas de relacionamento com colegas ou clientes, conflito entre trabalho e família, sentimento de desqualificação e falta de cooperação da equipe.
Magalhães enfatiza “acredito que essa Síndrome de Burnout seria a consequência mais depressiva do estresse, desencadeado pelo trabalho. Já os autores defendem a Síndrome de Burnout como sendo diferente do estresse. Eles alegam que esta doença envolve atitudes e condutas negativas com relação aos usuários, clientes, organização e trabalho, enquanto o estresse apareceria mais como um esgotamento pessoal com interferência na vida do sujeito e não necessariamente na sua relação com o trabalho.”
Ao ser questionado sobre os modelos de gestão atuais o psiquiatra é enfático ao afirmar que a dedicação exagerada à atividade profissional é uma característica marcante de Burnout, mas não a única. O desejo de ser o melhor e sempre demonstrar alto grau de desempenho é outra fase importante da síndrome. “O portador de Burnout mede a auto-estima pela capacidade de realização e sucesso profissional. O que tem início com satisfação e prazer, termina quando esse desempenho não é reconhecido. Nesse estágio – necessidade de se afirmar – o desejo de realização profissional se transforma em obstinação e compulsão.”
E você? Conhece alguém em seu ambiente de trabalho que apresente tais sintomas? Em sua opinião o que precisa ser mudando no cotidiano profissional para que males clínicos como esse sejam cada vez menores? Comente


