7 de nov. de 2011

Doenças no ambiente de trabalho. Doenças crônicas que exigem monitoramento ou cuidados especiais não devem afetar a sua carreira nem prejudicar seu desempenho




Foto: Getty ImagesAmpliar
Especialista aconselha o candidato a informar se é portador de alguma doença durante o processo seletivo

















Paulo*, 42 anos, analista fiscal de uma empresa de transporte de bens* foi demitido
após a quarta vez consecutiva em que chegou atrasado ao escritório. No departamento de 
Recursos Humanos, ele explicou que o motivo dos atrasos constantes era a doença que
estava tratando há mais de quatro anos: alcoolismo. O diretor de RH da empresa, que prefere 
não se identificar, interviu e Paulo
 não foi demitido. “Em vez disso, optamos por acompanhar o caso de perto, oferecendo 
inclusive benefícios extras, como tratamento psicológico. Afinal de contas, o funcionário
 tinha quase 10 anos de casa e sempre teve conduta exemplar”, justifica o diretor de RH.
Situações assim são exemplares, mas não
são regra no mercado de trabalho. Na falta de legislação específica, cada empresa elabora 
suas próprias políticas internas para lidar com esses casos e, portanto, a postura do 
trabalhador é decisiva nesta relação delicada. “Geralmente os empregadores criam 
políticas específicas para funcionários portadores de doenças que
exigem tratamento diferenciado. Por exemplo, no caso da diabetes, que atinge 12% da
população do Brasil (segundo dados de 2008), algumas companhias adotam até mesmo
cardápios especiais, com o intuito de auxiliar no controle dos níveis de glicose no sangue”,
diz Marcos Minoru Nakatsugawa, executivo de RH e presidente em exercício do Centro
Avançado de Profissionais de Recursos Humanos (CEAP– RH).

Nem todo portador desse tipo de doença, no entanto, reconhece a necessidade de cuidados
especiais no trabalho. O diabetes de Matheus Lopes, 27 anos, editor de vídeo da agência
Novacia, em São Paulo, foi diagnosticado ainda na infância e a questão no ambiente de
trabalho só complica na hora de incluir sua rotina médica no dia a dia da agência.
 “Na realidade, nunca imaginei a doença como sendo um problema em potencial
para um empregador, por isso nunca tratei desse detalhe em uma entrevista de
emprego, sempre foquei as entrevistas apenas nos aspectos profissionais. Minha
grande preocupação é inserir na falta de rotina da minha área o cuidado com a
alimentação e as três aplicações diárias de insulina”, conta.
Exatamente por isso, Marcos Minoru acredita que o ideal é que o candidato
portador de alguma doença crônica que exija monitoramento especial, como
diabetes, cardiopatias, esclerose múltipla, síndrome do pânico e demais quadros
de depressão, câncer etc, informe a condição durante o processo seletivo.
“Isso para que a empresa planeje as contramedidas que precisa implementar
 para garantir a salvaguarda física e emocional do profissional, por meio da
adoção de programas específicos de controle e tratamento dessas doenças”,
afirma.

O medo existe
“Sofro de transtorno bipolar há cerca de 10 anos e isso é um problema porque sei que 
terei que omitir esta informação na hora de conseguir um emprego. Além do mais, o tratamento pode
atrapalhar meu desempenho porque alguns medicamentos apresentam efeitos colaterais,
 como sono”, conta Aline Silva, 31 anos, pedagoga. Ela trabalha atualmente em uma
 agência da Previdência Social. Neste e em empregos anteriores ela informou ao médico
apenas no momento do exame admissional que fazia tratamento com antidepressivos.
“Eles me pediram laudos do psicólogo e do psiquiatra que atestassem que eu poderia
exercer a função. Mas acredito que mais difícil do que conseguir o emprego é mantê-lo.
 Afinal, durante as crises é bem difícil manter a rotina, inclusive a de trabalho, e isso não
 é bem visto”, acredita.
O estigma de que as empresas não veem com bons olhos certos históricos médicos vem
do fato de que certas doenças não são amparadas pela legislação. “É o caso do HIV,
doenças cardíacas, câncer, diabetes, depressão, alcoolismo e outras congênitas”, explica
Edson Pinto, advogado especialista em tributos e diretor do Escritório Edson Pinto Advogados. 
Segundo o advogado, para justificar a manutenção do empregado no trabalho, tem sido
usado como argumentação o dever de manter a dignidade da pessoa, segundo ele,
“uma das causas pétreas da Constituição Federal”. “Além do mais, as empresas não
podem recusar candidatos com esse perfil, de forma expressa, sob pena de recair em 
responsabilidade civil pré-contratual, com possível condenação a dano moral”, acrescenta.
A gerente de Recursos Humanos, Carolina Cardoso, vai além e afirma que estas
doenças, quando controladas e com acompanhamento médico, não atrapalham
no desenvolvimento da carreira. “De acordo com a minha experiência, considero
que tanto a empresa quanto o candidato devem ser transparentes e éticos no momento
da entrevista, assim como no decorrer do desenvolvimento dentro da organização”, diz.
Existem precedentes jurídicos favoráveis aos portadores desse tipo de doença crônica.
Recentemente, um portador de doença cardíaca conseguir provar na Justiça do Trabalho
que sua demissão foi discriminatória. Além do emprego de volta, ele também conseguiu
o direito a uma indenização por danos morais.
Do lado da lei
Comentando esse caso, Viviane Bender, advogada trabalhista do escritório Santos Sales,
confirmou que em casos semelhantes, a legislação trabalhista vigente no Brasil assegura 
a reintegração ao emprego do trabalhador. O tratamento deve ser o mesmo dado aos casos
de doenças profissionais, mesmo que a doença crônica não tenha qualquer relação
com o tipo de trabalho. “O empregador do portador de cardiopatia foi condenado p-
Quando voltar ao trabalho é motivo de doençaorque havia conhecimento da empresa
quanto à doença e porque a demissão aconteceu quando o quadro clínico do empregado
encontrava-se agravado”, detalha.
De acordo com os advogados, pelo fato de não existir lei específica a respeito destes casos,
 fica por conta dos empregadores a concessão de tratamentos. “Porém, se este empregado
deseja reivindicar o auxílio-doença, a melhor forma é perante a Previdência Social.
Considerando que a cobertura de algumas doenças pode ser negada pelo INSS, o funcionário
 poderá fazer tratamentos mediante apresentação de atestado médico aceito pela empresa”,
conclui Edson.
* Os nomes foram trocados e/ou omitidos a pedido dos entrevistados
Fonte Portal IG

3 de nov. de 2011

CERTO E ERRADO DO SONO TRANQUILO...


Todo colchão é composto de núcleo e base de sustentação. O núcleo é a parte central do colchão e, além de ter elasticidade e bom isolamento térmico, dá suporte a quem dorme. A base de sustentação atua como um grande amortecedor de impactos. É a combinação desses dois elementos que oferece resistência suficiente para o apoio confortável do corpo no colchão.
Mas, segundo o ortopedista Tácio André da Silva Carvalho, da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), tão importante quanto o colchão é a postura ao dormir e os hábitos diários. Segundo ele, a melhor posição para ter uma boa noite de sono é deitar com a coluna vertebral reta e alinhada.
“Esse resultado é possível de duas formas: deitado em posição fetal, com um travesseiro na cabeça e outro entre as pernas ou de barriga para cima com um travesseiro na cabeça e um rolinho embaixo do joelho”, explica o ortopedista.

Miguel Akkari, ortopedista e traumatologista do hospital Santa Casa, em São Paulo (SP), lembra ainda que é preciso encontrar uma posição que não provoque formigamentos. “Dormir em cima do braço ou com a mão para fora da cama não é recomendado, já que pode causar tendinite no ombro”, afirma.

Ver televisão ou levar trabalho e problemas para a cama, também não é nada bom para a saúde da coluna, do corpo e da mente, assim como dormir com mais de dois travesseiros e não fazer nenhuma atividade física durante a semana.

1 de nov. de 2011

MULTIPLICADOR VOCÊ É UM!


Não dá para acreditar que empresas ainda tem a coragem de pedir cotação de Ginastica Laboral com multiplicadores. Trabalhamos para desenvolver projetos, metodologias, procedimentos parar atender a saúde física, mental e espiritual do ambiente corporativo diriamente. Alguém faz cirurgia com multiplicador, desenvolve software com multiplicador, monta carro com multiplicador, fabrica remédios com multiplicador, faz quiropraxia com multiplicador, desenvolve fórmulas com multiplicador, faz cálculos complexos com multiplicador, vão ao consultório médico
 e são atendidos por multiplicador, operam máquinas com multiplicador, não... então porque querem tratar sua saúde física com multiplicador. As Empresas ainda não entenderam que o seu principal ativo não são as máquinas, os computadores, ou suas instalações, mas sim as pessoas que ali trabalham e que não são multiplicadores...são profissionais especialistas, que estudaram , se desenvolvera, e que a cada dia buscam mais e mais especializações para estarem a altura e as vezes muito a altura dos empregos e empresas que trabalham. Gostaria de ver uma empresa formada a penas por multiplicadores, como seria? Dá para imaginar?


Secretária multiplicadora me faça uma apresentação dos relatórios dos últimos 6 meses do faturamento da empresa! 
Contador multiplicador faça um apanhado de todo o imobilizado e depreciação dos próximos 6 meses!
Engenheiro multiplicador me traga o projeto do novo software que estaremos lançando no próximo mês e as medidas que adotaremos com o Marketing Multiplicador para divulgação.
CEO Multiplicador quais as ações que serão realizadas para diminui os impactos da crise na Europa na exportação do produto!

Faça o favor iria se hilário ver esta situação.

Reflitam empresas vocês não tem multiplicadores em seus quadros, tem profissionais que lutam diariamente desempenhar suas funções com profissionalismo e para levar sua marca a ter credibilidade e sucesso.


E nós da Ative Vida e Equipe fazemos diariamente com que nossa atividades possam fazer o seu dia ser um dia melhor, não agradamos a todos, mas nos esforçamos para isso.

Ative Vida - Mudando Hábitos de vida!

A CONTRATAÇÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NA RMC - LEI DE COTAS

SEMINÁRIO ORGANIZADO PELA  ABRH REGIONAL CAMPINAS

A CONTRATAÇÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NA RMC - LEI DE COTAS



31 de out. de 2011

QUALIDADE DE VIDA: Tecnologia aplicada aos programas de saúde corporativa


Estar mais próximo dos funcionários, entender suas necessidades e criar programas que possam contribuir para seu bem-estar e, consequentemente, gerar menos custos para empresa foram os temas abordados pelo vice-presidente sênior da Healthways, John Harris, em sua palestra Inovação e Tecnologia em Saúde Corporativa, realizada na terça passada, em São Paulo, na última etapa do Encontros de Saúde Corporativa, evento da CPH Health apoiado pela ABRH-SP.
Na abertura de sua apresentação, o especialista em operações sobre a gestão de saúde do empregado, falou da maior longevidade das populações mundiais e da deterioração do bem-estar. “Hoje é comum trocar uma caminhada de bicicleta para ficar no Facebook. Há um menor convívio social, o que pode causar certa desesperança e desinteresse para cuidar da própria saúde. O reflexo se vê no número cada vez maior de obesos em todo o mundo.”
O bem-estar é um fator fundamental nessa avaliação, e foi foco da pesquisa realizada em 2008 pelo instituto Gallup e que está sendo implantada por algumas empresas. “Ao responder o que acham da sua vida hoje e em cinco anos, é possível prever se o custo da saúde com as pessoas será maior ou menor, pois suas opiniões sinalizam como estão se sentindo e como projetam seu bem-estar no futuro. Os que estão mais ligados a seus problemas, os estressados e infelizes no trabalho correm mais riscos de adoecerem, pois deixarão de cuidar da saúde de uma forma mais efetiva”, disse Harris.
Tendo como parâmetro a saúde emocional, também é possível promover programas não só focados em exercícios e alimentação, mas também no maior controle emocional da equipe. Nesse cenário, as ferramentas tecnológicas podem contribuir para identificar as necessidades das pessoas e ajudar num plano de ação focado no bem-estar para gerir a saúde dos indivíduos e da equipe.
O importante, segundo o palestrante, é uma plataforma sólida, que reúna diferentes dados e seja direcionada para o todo, não apenas para um nicho. Por meio dela será possível alcançar as pessoas onde elas estão graças ao diversos recursos móveis como celulares e até mesmo as redes sociais.
Para Harris, a informação em tempo real e customizada possibilita essa abordagem integrativa que induz a uma mudança comportamental. “Nos Estados Unidos há programas de incentivo que recompensam mudanças comportamentais como, por exemplo, receber um valor em dólares se conseguir reduzir o colesterol ou emagrecer. Mas muitas pessoas agem de má fé. Por isso, acho que, de alguma forma, há exageros nessa ação e poucos dados para medir os resultados efetivos da mudança de comportamento das pessoas inseridas nesses programas.”
Inovação
Quanto à inovação, é preciso personalizar iniciativas. A economia do comportamento, que prevê o comportamento irracional, ou seja, sabemos o que é melhor para nossa saúde, mas não o fazemos, pode sugerir caminhos de ação.  A saúde emocional e a neuroplastia, que ajuda a recriar certos circuitos do cérebro, estimulando a consciência em atos cotidianos que fazemos sem pensar, como subir uma escada, podem levar a avaliar que este simples gesto representa uma queima de calorias benéfica para o bem-estar em longo prazo. 
Harris pontuou que, se cada pessoa mudasse o mínimo de seu comportamento todos os dias a favor do seu bem-estar, milhares de dólares seriam economizados com gastos de saúde. “Nos EUA temos um programa onde diariamente os participantes recebem mensagens orientando o que devem fazer – uma caminhada de poucos minutos, por exemplo – e registram se fizerem. A partir daí compartilham sua experiência na rede.”
O especialista lembrou, porém, que a tecnologia tem um custo ainda alto, mas que em breve deve ser barateada com programas que poderão ser baixados por 5 dólares. “O importante é impactar o bem-estar das pessoas. Quanto maior esse nível, menor serão os custos com a saúde. Essa relação também se reflete no desempenho profissional, que cresce quando o funcionário, além de maior envolvimento com o trabalho, se sente bem no ambiente.”
Fonte: O Estado de São Paulo
Autor: ABRH-SP

17 de out. de 2011

HOMENAGEM PARA A ATIVE VIDA


Gostaria de compartilhar que amanhã estaremos sendo homenageados, através da indicação do Sr. Renato Senatore, em jantar no Rotary Club Campinas, com o Diploma por Mérito e Reconhecimento Profissional aos serviços prestados pela Ative Vida Terapias Corporativas quanto a ética e profissionalismo. Ficamos muito felizes e surpresos com a indicação e a homenagem e agradecemos a todos que fazem parte desta família que nos ajudam no dia a dia a alcançar nosso objetivo. Temos a certeza de estar no caminho certo e de estar levando as pessoas e empresas de Campinas e Região a oportunidade de uma vida mais sadia e longa.
ATIVE VIDA - MUDANDO HÁBITOS DE VIDA!

6 de out. de 2011

2. WORKSHOP ATIVE VIDA

EM 05 DE NOVEMBRO NOSSO WORKSHOP. PRESENÇA DE TODOS OS NOSSOS PROFISSIONAIS PARA INTEGRAÇÃO, RECICLAGEM, INFORMAÇÕES E DIRECIONAMENTO PARA 2012. RESERVEM SUA AGENDA DESDE JÁ.
PRESENÇA MAIS QUE FUNDAMENTAL...
ATIVE VIDA - MUDANDO HÁBITOS DE VIDA!

21 de set. de 2011

Automassagem: aprenda a relaxar

Soltar os músculos depois de um dia corrido ajuda a mandar todo o estresse embora
Foto: Dreamstime
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Durante o dia, faça uma automassagem para relaxar e soltar os músculos















Depois de um dia agitado no trabalho, tudo que queremos é chegar em casa e relaxar. Não pensar em absolutamente nada. Para isso, nada melhor do que uma boa massagem para mandar o cansaço embora. Mas não é sempre que podemos contar com alguém disposto a fazê-la. Então, a solução é você mesma se massagear.
é bem simples e você pode fazer a qualquer hora, inclusive durante o dia. O importante é relaxar e soltar os músculos que se contraem pelo estresse da correria. "No decorrer do dia, é bom realizar de 15 a 20 minutos de automassagem", afirma Fábio Antoniazzi Arnoni, fisioterapeuta e técnico em massoterapia, de São Paulo. “A pessoa vai perceber uma melhora gradativa na sua saúde emocional e física.”

Segundo ele, algumas regiões do corpo costumam ser mais afetadas pelas tensões do dia a dia. A cervical é a mais atingida pelo estresse. A postura errada está associada ao excesso de trabalho mental, o que nos leva a sentir dores musculares, torcicolos, dores de cabeça e falta de concentração. "A contração muscular impede o livre fluxo do sangue, que é a principal via de nutrição do nosso corpo." Além disso, a lombar, as pernas e os pés também são locais bastante comprometidos.

"Os pés são responsáveis por suportar toda a estrutura do nosso corpo e neles estão presentes pontos de reflexo do organismo", destaca o fisioterapeuta Hugo Andrade, de São Paulo. Por isso, segundo ele, é importante relaxá-los ao chegar em casa, para mandar o estresse embora. "Com isso, você consegue estimular e sedar os pontos que estão em desarmonia."

Então, é hora de relaxar! Procure em casa um lugar que seja o mais confortável possível. Mantenha-o aquecido, com pouca luminosidade e silencioso. Arnoni afirma que nesses breves momentos é fundamental tentar se desligar dos problemas.

Inicie sempre com uma respiração leve e suave para ir relaxando aos poucos. "No começo, pode parecer difícil, mas, com o passar dos dias e a repetição, é possível alcançar ótimos resultados."

Confira algumas dicas dos fisioterapeutas Arnoni e Andrade:

Pés

- Fique em pé e apoie o solado em uma bolinha de tênis, com uma leve força para massagear. Passe a bolinha em toda a planta dos pés. "Além de fortalecer a musculatura da região, você pode eliminar a tensão em alguns lugares localizados", diz

- Faça movimentos de rotação com o calcanhar para descontrair os músculos. Depois, puxe e separe os dedos dos pés, um por um.

- Apoiando as mãos em uma superfície estável, fique na ponta dos pés e vá agachando até encostar os joelhos no chão. Mantenha-se nessa posição por 30 segundos. Em seguida, de joelhos no chão e com os dedos dos pés virados para trás, sente sobre os calcanhares e se mantenha assim por mais 30 segundos.

Mãos

- Com o polegar de uma mão, faça movimentos suaves na área central da palma da outra mão. Esse é o ponto para revitalizar o cansaço excessivo. Depois, massageie as articulações de cada dedo.

- Massageie os pontos do antebraço, começando a partir do pulso em direção ao cotovelo. Essa técnica ajuda a relaxar e a diminuir a ansiedade.

Lombar

- Aqueça as mãos e coloque-as em sua lombar, em cada lado da coluna, no nível do umbigo. Esfregue a região de 50 a 100 vezes, para cima e para baixo, com razoável vigor.

Pescoço

- Coloque as palmas de suas mãos na nuca, dos dois lados da cabeça. Friccione para frente e para trás, por 20 vezes. Essa ação vai aquecer o seu pescoço, ajudando a prevenir dores musculares e contraturas.

Dor de cabeça

- Coloque a ponta dos dedos médios e do indicador nas sobrancelhas. Faça uma leve pressão, deslizando os dedos do centro do rosto em direção às têmporas. Repita de dez a 15 vezes. Essa manobra relaxa os olhos e previne dores de cabeça.

Viu só como é simples? Uma massagem pode proporcionar um sono mais tranquilo e você vai sentir um alívio imediato das tensões geradas pelo estresse do dia a dia. Com esse bem-estar, as tarefas do dia seguinte vão ficar bem mais leves. Pode acreditar.
Zip Code Locator

19 de set. de 2011

ATIVE VIDA - ABRH NA PRAÇA.

A Ative Vida esta orgulhosa ter ajudado a ABRH CPS no sucesso deste evento tão importante e que levou várias opções de atividade e serviços a população de Campinas. Encerramento com a MPB da melhor qualidade!
ATIVE VIDA - MUDANDO HÁBITOS DE VIDA!





30 de ago. de 2011

REGISTRO DA MARCA ATIVE VIDA.

Estamos muito felizes! 
O Registro e domínio da Marca Ative Vida  nos foi concedido pelo INPI. 
Agradecemos a Vilage Marcas e Patentes pelo apoio. 
O inicio de uma nova etapa se concretizando e a certeza do excelente momento que estamos vivendo. 
Segurança para nossos profissionais, clientes e  fornecedores. 
Parabéns a todos da Família Ative Vida.

ATIVE VIDA - MUDANDO HÁBITOS DE VIDA!



29 de ago. de 2011

16 de ago. de 2011

“Teste do Olhinho” ainda é ignorado pela maioria das mamães brasileiras

Exames médicos indispensáveis para o bom desenvolvimento da criança já podem ser realizados nos recém-nascidos ainda no centro obstétrico, nas primeiras horas de vida. Entre eles está o “Teste do Olhinho”, que apesar de não ser tão conhecido entre as mamães como outros exames de mesma importância (“Teste do Pezinho”, por exemplo), é capaz de detectar sérios problemas à saúde ocular do bebê. Rápido, simples e indolor, o “Teste do Olhinho” permite um diagnóstico precoce para um tratamento adequado, evitando danos irreversíveis à visão da criança ou, dependendo do caso, até mesmo a cegueira.

“A catarata infantil é responsável por até 20% dos casos de cegueira ou de baixa visão entre as crianças. Mas, se for detectada bem no início, as chances de cura são enormes. Por isso, é importante que esse exame seja feito logo que o bebê nasce. Mas no Brasil, infelizmente, sua realização na rede pública de saúde ainda não é obrigatória em todos os estados”, diz o neuropediatra Saul Cypel, da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, entidade que trabalha para gerar e disseminar conhecimento sobre o desenvolvimento integral das crianças de zero a três anos. Apenas 10 dos 26 estados oferecem o teste, além do Distrito Federal.
O exame pode ser realizado em pouco tempo pelo pediatra, dispensando a aplicação de colírios. Para realizá-lo, usa-se um aparelho (oftalmoscópio) que emite um feixe de luz na direção dos olhos do bebê. As pupilas devem reagir à luz refletindo um tom avermelhado, se tudo estiver bem. Mas, se o bebê apresentar qualquer problema na sua estrutura ocular, o reflexo não será percebido, indicando alguma enfermidade. “Identificada a doença e sua causa, o bebê já pode ser submetido à cirurgia de correção. Feito isso, seu pleno desenvolvimento estará bem mais seguro”, alerta o neuropediatra.
Além da catara, o exame ajuda a identificar outras doenças: retinoblastoma, doença de coats, glaucoma, retinopatia da prematuridade, toxoplasmose, coloboma, toxocaríase, persistência hiperplásica do vítreo primitivo, hemorragia vítrea, uveítes, altas ametropias e meduloepiteliomas.

Sobre a Fundação Maria Cecília Souto Vidigal
Familiar e sem fins lucrativos, a Fundação foi criada em 1965 para atuar em pesquisa e ensino em hemoterapia. Durante quase 40 anos, os trabalhos foram dirigidos exclusivamente a pesquisas, ensino e atendimento a leucêmicos. A partir de 2006, a Fundação passou a desenvolver uma nova missão: gerar e disseminar conhecimento para o desenvolvimento integral da criança. No Estado de São Paulo, em seis cidades (Botucatu, Itupeva, Penápolis, São Carlos, São José do Rio Pardo e Votuporanga) e também na comunidade de Cidade Ademar, na capital paulista, a Fundação já realiza esse trabalho com profissionais capacitados, o apoio das prefeituras locais e de organizações não-governamentais.
FONTE: SITE NOVOS HÁBITOS

ATIVE VIDA - MUDANDO HÁBITOS DE VIDA!

15 de ago. de 2011

Saúde do Homem: Menopausa masculina: pode ser verdade?




Algumas vezes, o termo menopausa masculina é utilizado para descrever as alterações físicas e psicossociais que ocorrem nos homens a partir dos 40 anos de idade. Embora os níveis de testosterona nesses indivíduos geralmente diminuam, não é correto utilizar esse termo.

A palavra começa com m-e-n, que não se refere ao sexo – e, sim, à menstruação. Portanto, tendo em vista que homens não menstruam, não se deve utilizar o termo menopausa (que significa o fim da menstruação) para indivíduos do sexo masculino.
Alguns médicos preferem utilizar o termo andropausa. Nas mulheres, deixa de ocorrer a ovulação e os níveis dos hormônios sexuais femininos caem rapidamente. Nos homens, ocorre uma diminuição progressiva na produção dos hormônios masculinos.
Outros termos empregados para descrever esse evento encontrado no sexo masculino incluem climatério masculinoviropausa e síndrome dos níveis reduzidos de testosterona. A principal questão é se a redução gradual nos níveis de testosterona é normal e protege o organismo ou se é uma condição que deve ser tratada.

Hormônios masculinos e idade

De modo geral, homens mais idosos apresentam níveis menores de testosterona que os jovens. Após os 30 anos, esses valores começam a diminuir. A incapacidade reprodutiva encontrada após a menopausa, no entanto, não ocorre no sexo masculino.
Enquanto todas as mulheres passam pela menopausa, nem todos os homens apresentam níveis reduzidos de testosterona na idade avançada. A andropausa não está relacionada com a deficiência completa da função das gônadas (órgãos reprodutivos).
A redução nos níveis de testosterona é lenta e progressiva. E no homem, ao contrário do que ocorre com o estrógeno na mulher, os valores permanecem dentro dos limites da normalidade. Em geral, os homens mantém a capacidade reprodutiva até por volta dos 70 anos de idade.
A velocidade com a qual os níveis de testosterona diminuem também varia bastante entre os indivíduos. Apenas cerca de 5% dos homens de idade avançada apresentam valores abaixo do normal para os jovens.
Independente da idade, doenças testiculares ou da hipófise (glândula que controla os testículos) também podem provocar redução nos níveis de testosterona. O hipogonadismo, como é chamada essa condição clínica, pode ser responsável pelo enfraquecimento dos ossos, disfunção sexual e perda de massa muscular. Nesses pacientes, a reposição hormonal traz benefícios. No entanto, ainda não está claro se esses benefícios também ocorrem nos pacientes mais idosos.
Estudos sobre a terapia de reposição da testosterona (TRT) e o envelhecimento normal não demonstraram benefícios consistentes. As desvantagens incluem:
  • estimular o crescimento não neoplásico (benigno) da próstata;
  • agravar o câncer de próstata – pacientes com a doença não devem realizar a TRT;
  • piorar a apnéia do sono – uma interrupção repetitiva e rápida da respiração durante o sono;
  • estimular a produção excessiva das células sangüíneas (policitemia).

Andropausa e crise da meia-idade
É importante distinguir a andropausa e a crise da meia-idade. A andropausa corresponde a alterações pelas quais os homens passam na meia-idade. A crise da meia-idade, por sua vez, é resultado dos conflitos individuais causados por essas alterações.
Os principais sinais e sintomas encontrados em pacientes com níveis reduzidos de testosterona incluem:
  • menor crescimento da barba;
  • aumento na quantidade de gordura corporal;
  • perda de massa muscular e óssea;
  • fogachos;
  • irritabilidade;
  • alterações do humor;
  • dificuldade de concentração;
  • depressão;
  • fadiga;
  • aumento de volume da mama;
  • disfunção erétil.
Muitos homens passam por situações difíceis nesse período – cuidando da família ou com dificuldades profissionais, por exemplo. Eles lidam com esses problemas de maneiras diferentes. Enquanto as alterações que ocorrem na meia-idade podem ser complicadas para alguns, podem não ser relevantespara outros.
Para evitar maiores problemas, procure entender o que está acontecendo com você. Reconheça as mudanças e tente conviver com elas de forma construtiva. Apesar de ser difícil para muitos homens, perceber e discutir os problemas emocionais – mesmo quando se está bem – ajuda bastante. Em caso de necessidade, deve-se procurar ajuda profissional.

O debate continua
Menopausa, andropausa, ou qualquer que seja o nome utilizado. Não existem dúvidas de que, com o passar dos anos, os homens enfrentam problemas físicos e emocionais. Mudanças em casa, no trabalho e no próprio organismo prejudicam a saúde. Uma redução importante nos níveis de testosterona pode necessitar de reposição hormonal. Entretanto, só o médico é que pode melhor te aconselhar.
Dra. Elisabete Almeida – ceoelisabete@latinmed.com.br

Música ajuda a melhorar qualidade de vida de pacientes com câncer

Análise indica que tanto escutar música em cds pré-gravados como a musicologia podem ser um complemento aos tratamentos dos pacientes com câncer para melhorar seu bem-estar.
A música, usada para ajudar a diminuir a ansiedade dos pacientes com câncer durante o tratamento, também pode atuar positivamente no estado de ânimo, na dor e na qualidade de vida, segundo um estudo publicado nesta terça-feira.
A análise, conduzida pela professora Joke Bradt, do Departamento de Tratamentos Criativos da Universidade de Drexel, na Filadélfia, indica que tanto escutar música em cds pré-gravados como a musicologia podem ser um complemento aos tratamentos dos pacientes com câncer para melhorar seu bem-estar.
Os pesquisadores consideraram 30 estudos de sete países – Estados Unidos, China, Itália, Irã, Espanha, Taiwan e Vietnã – e realizaram uma análise sistemática conhecida como revisão Cochrane.
Estes ensaios combinam estatisticamente os dados dos estudos para estender a reflexão de suas descobertas, já que por si só ficaria limitada demais para produzir resultados fidedignos, afirmou à Agência Efe a Joke.
A fusão dos dados dos 30 estudos permitiu analisar a reação de 1.891 pacientes com diferentes tipos de câncer que escutaram música gravada ou que participaram de musicoterapia. Os resultados demonstraram que em ambos os casos os níveis de ansiedade reduziram “consideravelmente”, segundo os padrões médicos para medir ansiedade.
Além disso, detectaram outros benefícios colaterais – em menor proporção, mas também positivos – na respiração e na pressão sanguínea de alguns pacientes – o que ressalta, segundo Joke, que “a música pode ser um tratamento complementar eficiente”.
O Instituto Nacional do Câncer dos EUA define a musicoterapia como um conjunto de técnicas baseadas em música empregadas para ajudar a aliviar a dor ou a tensão.
Neste sentido, Joke disse que este procedimento pode servir como entretenimento e como fonte de concentração e “está provado que quanto mais relaxado está o paciente, menos dor ele sente”.
Os resultados também sugerem que a musicoterapia pode ajudar a melhorar o estado de ânimo dos pacientes, embora não evite a depressão. Segundo Joke seria necessário fazer estudos mais profundos para entender melhor o impacto da aflição nesses casos.
A musicoterapia não só consiste em escutar composições musicais, mas inclusive o paciente pode manifestar suas emoções cantando ou tocando um instrumento. Além de servir de entretenimento, é uma forma de dar “energia” ao doente.
No caso dos cds, o terapeuta geralmente pede para o paciente escolher as preferidas em uma lista de cinco ou seis tipos de música, que abrangem de clássica, “new age” até country, para então produzir uma seleção exclusiva.
A escolha, que às vezes conta com ajuda de parentes e amigos, depende da necessidade do paciente que “às vezes pede música mais animada ou aquelas com letras que inspirem esperança”.
“As músicas proporcionadas por musicoterapeutas capacitados, assim como as gravadas, apresentaram resultados positivos, mas atualmente não há provas suficientes para determinar se uma intervenção é mais eficiente que a outra”, indicou.
O que está claro, segundo disse à Agência Efe, é que proporciona tranquilidade e é um veículo que ajuda a expressar emoções, sempre que necessário.
O artigo Music Interventions for Improving Psychological and Physical Outcomes in Cancer Patients, foi publicado na biblioteca virtual Cochrane Database of Systematic Reviews.
Autor: Redação Saúde
Fonte: Estadão