7 de dez. de 2010

Como medir sua pressão

Como medir
A hipertensão é uma doença silenciosa porque é difícil você saber que a tem. Pode não haver nenhum sintoma ou sinal. Apesar disso, ela danifica o corpo e pode até trazer problemas do coração. Portanto, é importante monitorar freqüentemente sua pressão, especialmente se ela já esteve alta alguma vez ou se algum membro da sua família é hipertenso. 

Medindo a pressão
Num consultório médico, numa farmácia ou até em casa você pode medir sua pressão. Em geral, ela é medida com um aparelho chamado esfigmomanômetro, que consiste de um estetoscópio,  um revestimento para o braço, um mostrador, uma bomba e uma válvula. A pressão é medida de duas formas: 

Sistólica: é a pressão exercida nas artérias durante os batimentos cardíacos 
Diastólica: é a pressão exercida nas artérias nos intervalos entre as batidas 

A pressão sanguínea é medida em milímetros de mercúrio (mm Hg) e escrita sempre com a pressão sistólica antes da diastólica (por exemplo: 120/80 mm Hg ou 120 por 80). A pré-hipertensão consiste 

numa pressão sanguínea que está entre 120-139/80-89. A pressão que está em 140/90 ou mais é considerada alta. A pressão pode aumentar ou baixar dependendo da sua idade, condições do coração, emoção, atividade e medicamentos que você toma. Uma vez que ela se apresente alta não quer dizer que você seja hipertenso. É necessário medir várias vezes enquanto você estiver descansando confortavelmente por pelo menos cinco minutos. 

A classificação brasileira 
A IV Diretriz Brasileira sobre Hipertensão, de 2002 diz o seguinte:


 Sistólica
Diastólica
Ótima
Menor que 120
Menor que 80
Normal

Limítrofe
Menor que 130

130 139
Menor que 85

85 89
Hipertenso

Estágio 1

Estágio 2

Estágio 3


140 159

160 179

Maior que 180


90 -99

100 109

Maior que 110

Alguns outros exames podem ser pedidos para verificar as causas da pressão alta e para verificar se já há algum dano ao seu corpo. Os exames podem ser:
De sangue, para medir os níveis de eletrólitos, uréia e creatinina 
Um perfil das gorduras no sangue 
Dos hormônios da tireóide ou da glândula adrenal 
Urina, para medir os eletrólitos e os hormônios 

Um exame ocular não-invasivo e indolor também pode ser feito para verificar se há danos nos seus olhos causados pela pressão alta. Um ultra-som dos rins e uma tomografia computadorizada do abdômen também podem ser pedidos pelo médico para avaliar como estão os rins e as glândulas adrenais. Alguns dos seguintes exames podem ser feitos para ver se existe danos ao coração e aos vasos sanguíneos:

Eletrocardiograma: exame que verifica a atividade elétrica do coração. Pequenos eletrodos são fixados na pele do seu peito, braços e pernas
Cateterismo: introdução do cateter para diagnosticar problemas cardíacos ou obstrução nas artérias
Testes de esforço: durante esse exame, você se exercita numa bicicleta ergométrica ou numa esteira para elevar seus batimentos cardíacos enquanto eles são monitorados 
Ecocardiograma: um exame de ultra-som do coração. Permite fazer uma análise da anatomia e do funcionamento do coração. Em geral, é acompanhado de um exame de som, que verifica o fluxo sanguíneo pelo coração 
Tomografia computadorizada: um raio-x e um computador são usados para construir uma imagem do coração 
Ressonância magnética: faz imagens dos vasos sanguíneos, mostrando onde eles podem estar bloqueados 

Monitorando a pressão em casa
Nem sempre você precisa ir ao médico para checar sua pressão. Você pode fazer isso de casa. Isso é especialmente importante se o seu médico lhe pedir para monitorar a pressão regularmente. Mas evite tirar a pressão em situações que possam levá-la a subir temporariamente como, estresse, fumar, temperatura fria, exercícios, cafeína e alguns remédios. 

Antes de medir a pressão
Encontre um lugar tranqüilo. Você precisa ouvir seus batimentos cardíacos 
Certifique-se que está confortável e relaxado. E com a bexiga vazia. Isso pode afetar a medição 
Levante a manga da blusa ou até retire a roupa se necessário 
Descanse numa cadeira por 5 ou 10 minutos. Seu braço deve ficar relaxado na altura do coração. Não deixe as pernas cruzadas. Apóie seu antebraço numa mesa com a palma da mão para cima 

Para medir a pressão
Siga as instruções do seu manual. Os passos seguintes vão lhe dar uma orientação sobre como medir a pressão do seu braço esquerdo em um monitor digital ou manual. Para o lado direito, inverta as posições. 

1. Localize seu pulso
Ache sua pulsação pressionando levemente os dedos indicador e médio no centro do braço, no lado contrário do cotovelo. Caso não consiga localizar sua pulsação, coloque a cabeça do estetoscópio ou a almofada do medidor na mesma região. 

2. Aperte a almofada
Ajuste a almofada no seu braço e coloque a cabeça do estetoscópio acima da artéria do braço. Ponha o estetoscópio no ouvido para melhor ouvir o som. 

3. Infle e solte a almofada 
Se você estiver usando um monitor manual: 
Segure o medidor de pressão na mão esquerda e a bomba na direita 
Infle a almofada apertando a bomba com sua mão direita. Você poderá ouvir seu coração com o estetoscópio 
Observe o relógio. Continue inflando a almofada até o monitor ler 30 pontos (mm Hg) acima da pressão sistólica esperada. Nesse ponto, você poderá ouvir seu pulso no estetoscópio 
Mantenha o olho no monitor. Abra a válvula de ar no sentido anti-relógio. A cada batimento cardíaco, o monitor deverá cair 2 ou 3 pontos 
Ouça cuidadosamente a primeira pulsação. Anote o que você vê no monitor. É a pressão sistólica 
Continue a soltar a almofada 
Ouça até o som desaparecer. Quando ele sumir, você terá a pressão diastólica 
Solte completamente a almofada 
Para fazer uma próxima medição, espere pelo menos um minuto 

Caso você esteja usando um monitor digital:
Segure a bomba com a mão direita 
Aperte o botão Ligar 
Infle a almofada apertando a bomba com a mão direita. Seu aparelho também pode inflar a almofada automaticamente 
Observe o monitor. Continue inflando a almofada até a leitura 30 pontos (mm Hg) acima do valor esperado 
Observe o monitor. A leitura de sua pressão aparecerá no monitor 
Espere por um bip longo. Isso significa que a medição está completa 

Caso não meça corretamente, espere pelo menos um minuto para medir de novo. Pelo menos uma vez por ano leve seu aparelho ao médico para verificar se ele está medindo a pressão corretamente

Dengue: conheça maneiras simples de prevenir

O surto de dengue vem assustando o país nos últimos meses. A piora do quadro da doença, em 2010, é resultado também do aumento da temperatura e das chuvas. O número de casos no país, neste ano, já ultrapassa a casa dos 700 mil, no último levantamento realizado pelo Ministério da Saúde de janeiro a maio - 120% a mais em comparação aos mesmos meses de 2009. No entanto, a doença é facilmente evitável com medidas simples de prevenção dentro da sua própria casa.

 E não é porque não estamos no verão, que costuma ser o período mais crítico, que podemos descuidar das pequenas atitudes que podem até salvar vidas, afinal a dengue mata. A dengue é uma doença transmitida pelos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus. Seus sintomas são febre aguda que se caracteriza por um início repentino, permanecendo por 5 a 7 dias. 

O doente apresenta dor de cabeça intensa, dores nas articulações e musculares, seguidas de erupções cutâneas 3 a 4 dias depois. Surge sob a forma de grandes epidemias, com grande número de casos. A seguir, veja como prevenir a reprodução do mosquito transmissor:  

3 de nov. de 2010

Diagnóstico de câncer Quanto mais cedo, maiores as chances de cura!!

Diagnóstico
O diagnóstico varia muito conforme o caso: enquanto alguns tumores já dão sinais visíveis e podem ser flagrados pelo próprio paciente caso do de mama e do de pele, por exemplo outros crescem silenciosos, e acabam sendo descobertos ou num exame de rotina ou só quando já dão sintomas, na fase avançada da doença.

Câncer de mama
A melhor estratégia para vencer o câncer de mama é o diagnóstico precoce, que pega e trata a doença em seus primeiros estágios. Os passos abaixo mostram uma estratégia comum, mas o melhor a fazer é perguntar ao seu médico sobre maneiras de prevenir ou descobrir cedo o câncer de mama.
Cheque seus seios uma vez ao mês, de três a cinco dias depois do fim da menstruação. Faça um check-up médico completo uma vez ao ano e faça mamografias uma vez a cada um ou dois anos se você tem 40 ou mais anos. A partir dos 50, é recomendável fazê-las anualmente. Comece as mamografias mais cedo se você tem um histórico familiar.
 
Baseie sua alimentação em frutas, vegetais, grãos e cereais.
 
Se você usa contracepção, pergunte ao médico sobre os prós e os contras das pílulas anticoncepcionais. Se você está perto da menopausa, pergunte ao médico se você precisa fazer terapia de reposição hormonal. Você e seu médico precisam decidir em conjunto sobre isso levando em conta suas chances de ter câncer de mama.
 



Quais São Os Sintomas do Câncer de Mama? 
Em seus primeiros estágios, o câncer de mama normalmente não apresenta sintomas. Conforme o tumor se desenvolve, você pode notar os seguintes sinais:
 

Nódulos no seio ou na axila que persistem após o seu ciclo menstrual são normalmente o primeiro sintoma. O nódulo não dói, embora algumas mulheres sintam pontadas. Os nódulos são normalmente visíveis na mamografia muito antes de poderem ser sentidos pelo toque.
 
Inchaço na axila.
 
Embora os nódulos sejam indolores, dor e sensibilidade no seio podem ser um alerta.
 
Achatamento ou afastamento notável dos seios podem indicar um tumor que não pode ser visto ou sentido.
Mudanças de tamanho, contorno, textura ou temperatura do seio; uma superfície avermelhada e esburacada, como a casca de uma laranja, pode ser um sinal de câncer avançado.
 
Alterações no mamilo, como aparência de estar voltado para dentro, coceira, ardência ou ulceração podem ser sintomas da doença de Paget, um câncer localizado.
 
Liberação de líquidos pelo mamilo, que podem ser claros, com sangue ou de outra cor geralmente são sinais de tumores benignos, mas podem ser causados por câncer em alguns casos.
 
Uma área parecida com mármore sob a pele.
Uma área que é notavelmente diferente de qualquer outra área do seio.
 

Procure um médico se:
Um ou os dois seios apresentar um nódulo anormal ou dor persistente ou se parecer diferente. A causa normalmente não é câncer, mas deve ser identificada.
 
Suas axilas tiverem glândulas linfáticas inchadas. Qualquer inchaço do tipo pode estar ligado a um câncer.
 

Quais são os sinais de Alerta do Câncer de Mama? 
Nódulos ou engrossamento do seio ou de uma área próxima a ele que persiste durante todo o ciclo menstrual.
 
Uma massa parecida com uma ervilha.
Mudança de tamanho, forma ou contorno do seio.
Líquidos com sangue ou claros expelidos pelo mamilo.
Mudança na aparência da pele do seio ou do mamilo.
Uma área notavelmente diferente do que qualquer outra no seio.
 
Uma área dura parecida com mármore sob a pele.
 

Essas alterações podem ser detectadas durante exames mensais das mamas. Com eles, você pode ficar mais familiarizada com as mudanças mensais normais dos seus seios. O auto-exame das mamas deve ser feito na mesma época todos os meses, de três a cinco dias após a menstruação. Se você parou de menstruar faça o exame no mesmo dia todos os meses.
 

Câncer de Mama em Estágio Inicial

Que tipo de tumor eu tenho? O que significa invasivo ? 
Um tumor é um crescimento celular anormal que pode ser benigno ou maligno . Tumores de mama benignos não ameaçam a vida e não se espalham para outras partes do corpo. Tumores malignos, sim. Um tumor maligno que atinge os tecidos vizinhos é chamado de invasivo .
 

O que significa lobular" e ductal . O que isso muda no meu tratamento? 
Cada seio é composto de até 20 seções chamadas de lóbulos . Cada um deles é formado de muitos pequenos bulbos, ou alvéolos, onde o leite é produzido. Lóbulos e bulbos são ligados por pequenos tubos chamados dutos que carregam leite ao mamilo.
 

O carcinoma lobular in situ (LCIS, na sigla em inglês) é um tumor benigno que consiste de células anormais no contorno de um bulbo. Apesar de carcinoma se referir a câncer esse tipo de tumor não é um câncer e não há qualquer evidência de que as células anormais de um LCIS vão se espalhar como um. No entanto, ter LCIS significa que a mulher tem um risco maior de desenvolver um câncer em qualquer um dos seios. Apesar disso, a maioria das mulheres com LCIS jamais apresentam a doença.
 

Nenhum tratamento é necessário e normalmente cirurgia não é recomendada. De vê em quando, mulheres com esse tipo de tumor optam por uma mastectomia bilateral como medida preventiva, mas a maioria dos cirurgiões não aprova essa medida. Algumas mulheres optam por tomar tamoxifen para diminuir a probabilidade de câncer de mama. O LCIS é às vezes chamado de estágio 0 do câncer de mama, mas essa denominação não é exatamente correta porque ele não é, de fato, um câncer.

O carcinoma ductal in situ (DCIS) são células anormais no contorno de um duto. É um tumor maligno não-invasivo, e é também chamado de carcinoma intraductal. Essas células anormais não se espalharam para além do duto e não invadiram o tecido ao redor do seio. No entanto, o DCIS pode se espalhar e se tornar invasivo. Não existe um tratamento cirúrgico recomendado oficialmente, embora uma Conferência de Consenso realizada na Filadélfia em 1999 tenha concluído que a maioria das mulheres com DCIS é candidata para cirurgia de conservação e que menos de uma em quatro precisam de mastectomia.
 

A terapia com radiação ajuda a prevenir o retorno do DCIS e o desenvolvimento de um câncer invasivo. Se esse timo de tumor se espalhar ou estiver em mais de um lugar, algumas mulheres escolhem passar por uma mastectomia. No tratamento do DCIS, os nódulos linfáticos da axila normalmente não são removidos. Tamoxifen é às vezes usado em conjunto com as opções cirúrgicas. O DCIS também é chamado às vezes de estágio 0 do câncer de mama porque não é invasivo.
 

Efeitos Colaterais do Tratamento do Câncer de Mama: Quimioterapia e Radioterapia

A quimioterapia e a radioterapia podem destruir células cancerosas. Mas esses tratamentos também podem afetar células saudáveis. Remédios e outros métodos de auto-ajuda podem aliviar muitos dos seguintes efeitos colaterais: 

Perda de apetite
 
Náusea e vômito
 
Fraqueza e fadiga
 
Dor na boca
 
Perda de cabelo
 
Ganho de peso
 
Menopausa precoce
 
Baixa resistência à infecções
 

Como eu posso saber se tenho câncer de mama? 
O câncer de mama responde melhor ao tratamento quando é detectado cedo. Por isso, você deve fazer um check-up médico anual, examinar seus seios mensalmente e fazer as mamografias recomendadas por seu médico.
 

Auto-exame das mamas 
A partir dos 20 anos, examine seus seios mensalmente para que você se familiarize com a estrutura deles e seja capaz de detectar qualquer nódulo. Mudanças pré-menstruais podem causar engrossamento temporário que desaparece após a menstruação, então é melhor checar seus seios de três a cinco dias depois do fim do ciclo. Se você parou de menstruar, examine seus seios no mesmo dia todos os meses, escolha uma data fácil de lembrar. Se um auto-exame das mamas lhe deixa ansiosa ou se você não sabe como fazê-lo, consulte seu médico.
 

Procure por pequenos orifícios ou mudanças na forma ou na simetria. Isso pode ser feito olhando em um espelho. O resto do exame é melhor fazer no chuveiro, usando sabonete para que suas mãos possam deslizar mais fácil pela pele. Com pressão leve, procure nódulos perto da superfície. Aplique pressão firme para explorar tecidos mais profundos. Aperte cada mamilo gentilmente, se houver ejeção de líquido, principalmente com sangue, procure seu médico.

Se encontrar um nódulo novo ou estranho no seu seio, vá ao médico para ter certeza de que ele não é canceroso ou pré-canceroso. A maior parte dos nódulos é benigno e não é sinal de câncer. O melhor teste para distinguir um cisto de um tumor sólido é o ultra-som ou uma biópsia com agulha. Faça um exame das mamas com um profissional de saúde uma vez a cada três anos a partir dos 20 e anualmente a partir dos 40.

Uma mamografia básica, um raio-X do seio, é recomendada para mulheres aos 35 anos pela Sociedade Americana para o Câncer. Os nódulos no seio podem ser identificados por essa técnica cerca de dois anos antes de poderem ser sentidos com o toque.

Há muitos testes capazes de distinguir um nódulo benigno de um tumor maligno. Como eles costumam ter características físicas diferentes, exames de imagem como a mamografia e a ultra-sonografia geralmente já detectam o câncer. A única de confirmar o diagnóstico maligno, no entanto, é fazer uma aspiração com agulha ou uma biópsia para testar a amostra de tecido.

No caso de malignidade, você e seu médico precisam saber o estágio do câncer. Muitos testes são usados para conferir a presença do tumor e a probabilidade de ele se espalhar, ou entrar em metástase. Células cancerosas podem ser analisadas para verificar a presença ou ausência de receptores de hormônios, para descobrir se o câncer deve responder bem à terapia hormonal, como o tamoxifen. Outros testes podem ajudar a prever a probabilidade de metástase e o potencial de retorno após o tratamento.

Câncer de Mama: O Auto-Exame
A melhor forma de lutar contra o câncer de mama é detectá-lo cedo. O auto-exame das mamas pode ajudar, embora as ferramentas mais eficientes sejam a mamografia e o exame clínico das mamas por um profissional de saúde. De fato, mulheres que realizam o auto-exame regularmente são capazes de encontrar 90% das massas dos seios. 

O que é o auto-exame e por que eu devo fazê-lo? 
O auto-exame é uma forma de você checar seus seios para verificar a presença de mudanças, como nódulos, que podem sinalizar um câncer de mama. Quando o tumor é detectado em seus primeiros estágios, suas chances de sobrevivência aumentam muito. Apesar de 80% de todos os
 nódulos do seio não serem cancerosos, você pode ajudar a encontrar mudanças perigosas ao fazer o exame regularmente. 

Como faço um auto-exame das mamas?
Siga os passos. 

No espelho:
1. Observe-se em um grande espelho nua da cintura para cima em um cômodo bem iluminado. Observe seus seios. Não se assuste se eles não parecerem idênticos no tamanho ou na forma. A maioria dos seios das mulheres não é igual. Com seus braços relaxados ao lado procure por mudanças no tamanho, na forma, na posição ou na pele. Procure ulcerações, rugas ou descoloração. Inspecione seus mamilos e procure por descamações ou alterações na direção. 
2. Em seguida, coloca as mãos no quadril e aperte firme para enrijecer os músculos peitorais abaixo de seus seios. Vire de lado a lado para que possa observar a parte externa dos seios.
 
3. Depois, curve-se para frente em direção ao espelho. Rotacione seus ombros e cotovelos para frente para enrijecer os músculos peitorais. Seus seios cairão para frente. Procure qualquer mudança no formato ou no contorno dos seios.
 
4. Agora, coloque as mãos atrás da cabeça e aperte-as para frente. Depois, vire-se de lado a lado para inspecionar as partes externas dos seus seios. Lembre-se de verificar a parte debaixo. Você pode precisar levantar os seios com as mãos para poder ver essa área.
 
5. Verifique se seus mamilos expelem fluidos. Coloque o dedão e o indicador no tecido ao redor do mamilo e pressione para frente, em direção a ele. Procure por qualquer líquido. Faça o mesmo no outro mamilo.
 

No chuveiro 
6. Agora é hora de procurar alterações nos seios. Ajuda estar com as mãos escorregadias com água e sabão. Procure nódulos ou áreas mais grossas na região das
 axilas. Coloque sua mão esquerda no quadril e alcance a axila esquerda com a mão direita. Faça o mesmo do outro lado. 
7. Verifique ambos os lados em busca de nódulos e áreas grossas acima e abaixo da clavícula.
 
8. Com as mãos ensaboadas, levante um braço atrás de sua cabeça para espalhar o tecido da mama. Use os dedos da outra mão para pressionar gentilmente os seios. Suba e desça indo da linha do sutiã à clavícula. Continue até cobrir todo o seio. Faça o mesmo do outro lado.
 

Deitada
9. Em seguida, deite-se e coloque um pequeno travesseiro ou uma toalha dobrada embaixo de seu ombro direito. Coloque sua mão direita atrás da cabeça e a esquerda na parte de cima de seu seio direito, com os dedos unidos. Loção corporal pode ajudar. 
10. Pense no seu seio como um relógio. Comece no lugar onde estaria marcado 12hs e siga em direção à 1h com movimentos pequenos e circulares. Continue em volta do circulo completo até chegar novamente às 12h. Mantenha seus dedos unidos e em contato constante com o seio. Quando o círculo for completado, mova um centímetro em direção ao mamilo e faça um novo círculo em sentido horário. Continue nesse padrão até ter sentido o seio inteiro. Certifique-se de sentir as áreas externas que se estendem até sua axila.
 
11.Mantenha seus dedos unidos e diretamente no topo de seu mamilo. Sinta a região abaixo do mamilo. Gentilmente o pressione para dentro. Ele deve se movimentar com facilidade.
 

Os tumores cancerosos tendem a aparecer mais em certas partes do seio do que em outras. Se você dividir o seio em quatro seções, a porcentagem aproximada dos tumores de mama em cada região é (em sentido horário):
 
41% no quadrante superior externo
 
14% no quadrante superior interno
 
5% no quadrante inferior interno
 
6% no quadrante inferior externo
 
34% na área atrás do mamilo
 

Quase a metade dos casos ocorre no quadrante superior externo do seio, em direção à axila. Alguns médicos se referem a essa região como a cauda do seio e encorajam mulheres a examiná-la com atenção.
 

O Que Eu Faço Se Encontrar um Nódulo?
Procure seu médico se encontrar qualquer alteração nos seios, mudanças persistentes após a menstruação ou outras preocupações. 

Câncer de Mama: Tratamento
Há dois principais objetivos no tratamento do câncer de mama:
1) Livrar o corpo do câncer tão completamente quanto for possível
 
2) Prevenir o retorno do câncer
 

Como o tratamento é definido? 
O tipo de tratamento recomendado para você por seu especialista em câncer dependerá do tamanho e da localização do tumor na mama, dos resultados dos testes de laboratório feitos nas células cancerosas e do estágio ou da extensão da doença. Seu médico normalmente leva em conta sua idade e saúde como um todo, além de seus sentimentos a respeito das opções de tratamento. Discuta suas opções com ele.
 

Quais são os tipos de tratamento disponíveis?
O tratamento do câncer de mama é local ou sistêmico. Tratamentos locais removem, destroem ou controlam as células cancerosas em uma área específica, como o seio. Eles incluem: 

Cirurgia, ou a
 mastectomia ou a lumpectomia (também chamada de cirurgia conservadora ou de mastectomia parcial) com ou sem a remoção do nódulo linfático. 
Radioterapia Os tratamentos sistêmicos são usados para matar ou controlar células cancerosas em todo o organismo. Eles incluem:
Quimioterapia, que usa remédios para matar células cancerosas. Os efeitos colaterais podem incluir náusea, perda de cabelo, menopausa precoce, calores, fadiga e anemia temporária.
 
Terapia hormonal. Ela usa remédios para prevenir os hormônios, especialmente o estrogênio de promover o crescimento das células cancerosas que podem permanecer após a cirurgia. Efeitos colaterais incluem calores e secura vaginal.
Terapia Biológica, que funciona usando o sistema imunológico do corpo para destruir células cancerosas. O remédio mira nas células do tumor de mama que apresentam altos níveis de uma proteína chamada HER2. Tratamentos sistêmicos podem ser dados após tratamentos locais (terapia adjuvante), para matar células cancerosas que permanecem no corpo, ou antes (terapia neoadjuvante). A paciente pode receber apenas um dos tratamentos ou uma combinação, dependendo de suas necessidades.
 

O que dizem os médicos
Quando um exame de mama ou uma mamografia indica algo suspeito, os médicos costumam enviar as pacientes para fazer uma biópsia. Durante esse procedimento, uma pequena amostra de células ou de tecido da área afetada é coletada, usando cirurgia, agulhas e outras técnicas. Depois que a amostra é retirada, ela é enviada a um laboratório para ser testada. 

Se os testes indicarem que um câncer foi encontrado, você deve procurar uma segunda opinião para confirmar o diagnóstico. Antes disso, pode querer entrar me contato com seu plano de saúde, para saber o que ele cobre.

Primeiro, peça ao seu médico a indicação de um especialista em câncer, ou ligue para um centro médico ou hospital que trate a doença. O Instituto Nacional do Câncer relacionou alguns centros que fornecem tratamento de última geração contra o câncer. Pegue os nomes de diferentes médicos e hospitais que ofereçam os mais eficientes e novos tratamentos e tenham a maior experiência no assunto.

Quando você tem câncer, ter o tratamento inicial correto é muito importante. Você deve pedir ao médico da segunda opinião uma avaliação do tratamento planejado para você para garantir que você terá acesso ao que há de mais novo na medicina e às melhores chances de se tratar o seu tipo de câncer.

Câncer de Mama: Combatendo a Fadiga Associada ao Câncer 
A fadiga é comum em pacientes com câncer e muitas vezes confundida com cansaço. Cansaço acontece com todo mundo, é uma sensação que você espera ter após certas atividades ou ao fim do dia. Normalmente, você sabe por que está cansado e uma boa noite de sono resolve o problema. 

A fadiga é uma falta de energia diária: um cansaço anormal e excessivo não aliviado pelo sono. Ela pode ser aguda (durando um mês ou menos) ou crônica (durando de um a seis meses ou mais). A fadiga pode impedir que você funcione normalmente e causa impacto na sua qualidade de vida.
 

A fadiga associada ao câncer é um dos efeitos colaterais mais comuns da doença e de seus tratamentos. Normalmente, surge repentinamente, sem elo com atividade ou exaustão, e não é aliviada pelo descanso ou pelo sono. Muitas vezes é descrita como paralisante e pode continuar aparecendo mesmo após o tratamento.
 

Quais são as causas da fadiga ligada ao câncer?
A causa exata é desconhecida, mas pode estar ligada à progressão da doença. Os tratamentos a seguir são comumente associados à fadiga: 

Quimioterapia. Qualquer medicação quimioterápica pode causar fadiga. Pacientes freqüentemente relatam fadiga após muitas semanas de tratamento, mas isso varia. Em alguns, a fadiga dura apenas alguns dias, enquanto outros afirmam que o problema persiste por todo o tratamento e mesmo após sua finalização.
Radioterapia. Terapia de radiação pode causar fadiga cumulativa (que aumenta com o passar do tempo). Isso pode ocorrer independentemente do local tratado. A fadiga geralmente dura de três a quatro semanas depois da parada do tratamento, mas pode continuar por mais dois ou três meses.
 
Transplantes de medula óssea. Esse tratamento agressivo pode causar fadiga que dura até um ano. Terapia biológica. Interferons e interleuquinas são citoquinas, proteínas naturais da célula que são normalmente liberadas pelos glóbulos brancos em resposta a infecções. Em altas doses, elas podem ser tóxicas e causar fadiga persistente.
 
Terapia de combinação. Mais de um tipo de tratamento contra o câncer ao mesmo tempo ou em seguida aumenta as chances de desenvolver fadiga.
 

Quais outros fatores contribuem para a fadiga?
Estado hipermetabólico causado pelo tumor. Células cancerosas competem por nutrientes, com freqüência às custas das células normais. Além da fadiga, perda de peso e falta de apetite são efeitos comuns. 
Nutrição reduzida pelos efeitos colaterais dos tratamentos (como náusea, vômito, dores na boca, mudanças de paladar, ardência ou diarréia).
 
Tratamentos contra o câncer podem reduzir a contagem de células sangüíneas, o que pode levar à anemia, um problema do sangue que ocorre quando não há suficiente hemoglobina, a substância que permite que o sangue transporte oxigênio pelo corpo. Com menos oxigênio, há fadiga.
Se a glândula tireóide estiver sub-ativada, o metabolismo pode desacelerar para que o corpo não queime comida rápido o suficiente para gerar energia adequada. Essa é uma condição comum, mas pode também acontecer apos radioterapia nos nódulos linfáticos do pescoço.
 
Medicamentos usados para tratar efeitos colaterais como náusea, dor, depressão, ansiedade e convulsões.
Dor crônica e severa.
Estresse, que pode vir tanto do lidar com a doença e seus desconhecidos como da preocupação com as metas diárias e com a expectativa alheia. A fadiga costuma aparecer quando os pacientes tentam manter seus estilos de vida, suas rotinas e suas atividades durante o tratamento. Mudar seus hábitos pode ajudar. Depressão e fadiga geralmente andam lado a lado, mas é difícil verificar quem chega primeiro. Uma forma de resolver isso é tentar entender seus sentimentos e como eles afetam sua vida. Se você está deprimida o tempo todo, se você já estava deprimida antes do diagnóstico ou se está preocupada com sentimentos de inutilidade e baixo valor, talvez deva procurar um tratamento para depressão.
 


Como fazer para combater a fadiga? 
A melhor maneira é tratar a causa médica por trás dela. Infelizmente, na maioria dos casos, a causa é desconhecida ou múltipla. Há outros tratamentos médicos que podem ajudar a melhorar a fadiga causada pelo hipertireoidismo e pela anemia. Outras causas de fadiga precisam ser avaliadas individualmente.
 

E a nutrição?
A fadiga associada ao câncer normalmente piora se você não está comendo bem ou direito. Manter uma boa nutrição pode ajudá-la a se sentir melhor e a ter mais energias. Aqui estão algumas estratégias para melhorar seu consumo de nutrientes. 

Consuma as calorias mínimas necessárias. A necessidade calórica estimada para uma pessoa com câncer é de 30 calorias por quilo se o seu peso estiver estável. Adicione mais 500 calorias ao dia se perdeu peso. Por exemplo, uma pessoa de 75 kg precisa de cerca de 2.250 calorias para manter seu peso.
Consuma bastante proteína. Proteína reconstrói e repara tecidos danificados e envelhecidos. A necessidade estimada é de 1 a 1,2 gramas de proteína por quilo de peso. Exemplo: Uma pessoa de 75 quilos precisa de algo em torno de 75 a 80 gramas de proteína ao dia. As melhores fontes de proteína são os laticínios e as carnes.
Beba muito líquido. Um mínimo de oito copos de líquido por dia vai prevenir a desidratação (cerca de dois litros). Os líquidos podem incluir suco, leite, milkshakes e outras bebidas. E, é claro, água. Evite bebidas com cafeína. Saiba que precisa beber mais se está sofrendo de diarréia ou vômito. 
Garanta que está consumindo vitaminas suficientes. Tome um suplemento se não tem certeza. Um multivitamínico que oferece ao menos 100% das necessidades mínimas diárias da maioria dos nutrientes. Observe: suplementos vitamínicos não fornecem calorias, que são essenciais para a produção de energia. Vitaminas não substituem uma alimentação adequada. 
Consulte um nutricionista. Ele poderá dar sugestões para resolver qualquer problema de alimentação que possa estar interferindo com sua nutrição (como sensação precoce de saciedade, dificuldade para engolir ou alterações no paladar). Um nutricionista também pode sugerir formas de maximizar as calorias e incluir proteínas em porções menores de comida (como leite em pó, achocolatados e outros suplementos comerciais). 

E os exercícios?
Reduzir a atividade física, o que pode ser resultado da doença ou do tratamento, pode levar ao cansaço e à falta de energia. Cientistas descobriram que mesmo atletas saudáveis forçados a passar períodos longos de tempo deitados ou sentados desenvolvem sintomas de ansiedade, depressão, fraqueza, fadiga e náusea. 

Exercício regular e moderado pode melhorar esses sintomas, ajudar a se manter ativo e aumentar a energia. Mesmo durante o tratamento é possível continuar se exercitando. Passe por um médico antes de começar um programa de exercícios.
 

Quando devo ligar para o meu médico?
Embora a fadiga associada ao câncer seja um efeito colateral comum e esperado do câncer e de seus tratamentos, você deve se sentir a vontade para mencionar suas preocupações a seus médicos. Há momentos em que fadiga pode ser uma pista sobre um problema médico por debaixo dos panos. Em outros, pode haver intervenções médicas para ajudar a controlá-la. Finalmente, deve haver algumas sugestões mais especificas para a sua situação que ajudariam a combater a fadiga. Tenha certeza de que seu médico ou enfermeira saiba que você tem: 
Falta de ar com pouco desgaste
 
Dor incontrolável
Inabilidade de controlar os efeitos colaterais como náusea, vômito, diarréia ou falta de apetite.
 
Ansiedade e nervosismo incontroláveis.
 
Depressão. 

Homens também são alvos do câncer de mama!!


Até pouco tempo acreditava-se que só mulheres, principalmente as com mais idade, podiam desenvolver o câncer de mama. Infelizmente esta colocação não condiz mais com a realidade. Atualmente homens e moças cada vez mais jovens podem sofrer deste mal. 

câncer de mama atinge um homem em cada 100 mulheres, porém a ocorrência desta neoplasia tende a aumentar devido a má qualidade de vida e dificuldade em diagnosticar o tumor na sua fase inicial, que pode ser confundido com outras doenças como a ginecomastia. O uso de anabolizantes, principalmente por jovens que querem ganhar massa muscular em academias e o uso de hormônios por transexuais piora a situação, pois torna a detecção mais difícil e a maior tendência em desenvolver o câncer.





O segundo principal tipo de câncer que acomete a população brasileira é o de mama, o primeiro é o câncer de pele não melanoma.

Não existe uma causa para o câncer de mama, tanto no homem quanto na mulher. A prevenção e o diagnóstico da doença de mama iniciam-se com a anamnese completa. É importante lembrar que o diagnóstico de câncer de mama não pode ser excluído por qualquer achado isolado na história do paciente.

Homem, cuide-se!
 As formas mais eficazes para detecção precoce do câncer de mama são o auto-exame das mamas, o exame clínico e a mamografia.

O tratamento do câncer de mama em homens é semelhante ao das mulheres e começa pelo exame de toque na mama, mamografia, consultas a médicos especializados e depois de detectado a solução é a cirurgia e de acordo com o estágio do câncer são sugeridos alguns tratamentos como a quimioterapia e a radioterapia.

 Hoje em dia, a cirurgia de remoção do tumor é bem menos traumática e o/a paciente já sai do centro cirúrgico com a mama reintegrada.

28 de set. de 2010

Benefícios da massagem vão além do relaxamento

Estudo mostra que uma única sessão de massagem é capaz de causar alterações biológicas em quem a recebe


Foto: Getty Images
Relax: manipulação inibe a produção de hormônios que causam estresse
Uma boa massagem faz mais que apenas relaxar seus músculos? Para descobrir, pesquisadores do Centro Médico Cedars-Sinai, em Los Angeles, recrutaram 53 adultos saudáveis e aleatoriamente submeteram 29 deles a uma sessão de 45 minutos de intensa massagem sueca, e os outros 24 a uma sessão de massagem leve.
Foram inseridos cateteres intravenosos em todos os participantes, para que amostras de sangue fossem colhidas imediatamente após a massagem e novamente uma hora depois.
Para surpresa dos pesquisadores, patrocinados pelo Centro Nacional de Medicina Complementar e Alternativa, uma divisão do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, uma única sessão de massagem foi capaz de causar alterações biológicas em quem a recebia.
Os voluntários que foram submetidos a massagem sueca experimentaram reduções significativas nos níveis do hormônio do stress cortisol no sangue e saliva, e no nível de um outro hormônio que pode causar elevações de cortisol. Eles também tiveram aumento no número de linfócitos, os glóbulos brancos do sangue que fazem parte do sistema imunológico – responsável pelas defesas do corpo.

Os voluntários da massagem leve experimentaram elevações da oxitocina, um hormônio associado ao contentamento e à confiança, maiores que no grupo da massagem sueca, e reduções mais acentuadas de um hormônio que estimula as glândulas adrenais a liberar o cortisol.
O estudo foi publicado online em “The Journal of Alternative and Complementary Medicine”. O principal autor, Mark Hyman Rapaport, diretor de psiquiatria e neurociências comportamentais do Cedars-Sinai, afirmou que as descobertas são intrigantes e instigantes.